domingo, 25 de março de 2007

Há 65 anos a Batalha de Los Angeles impressiona a comunidade ufológica

Por :Fábio Franco

Em 1942, cinco anos antes de Roswell e das observações de Kenneth Arnold, aconteceu o fantástico incidente batizado de 'A Batalha de Los Angeles'. Talvez o caso mais dramático já registrado de um encontro em massa com UFOs .


Um objeto voador não identificado apareceu sobre a cidade de Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 (semanas após o ataque de Pearl Harbor), acionando todos os alertas de invasão aérea da região. Era um enorme objeto desconhecido e, com medo de que fosse alguma tecnologia dos japoneses, os vários canhões de luz do sistema de defesa da cidade focaram na suposta aeronave, e as baterias anti-aéreas despejaram mais de 2.000 projéteis de 5 kg, de grande efeito explosivo.


As sirenes de ataque aéreo de todo a região soaram durante a noite inteira, deixando os moradores apavorados com uma possível invasão japonesa. Pelo menos seis pessoas morreram em conseqüência direta do ataque do exército ao UFO que, lenta e despreocupadamente, moveu-se na direção da praia de Long Beach até desaparecer completamente. Agora, mais de 50 anos depois, Steven Lacey revive o caso utilizando as tecnologias disponíveis para lançar novas luzes sobre este mistério.


Segundo Lacey é possível observar, olhando atentamente para os pontos escuros que registram as explosões, que os projéteis não chegaram a fazer contato com a aeronave. Testemunhas disseram para o LA Times que as explosões aconteciam em anéis ao redor da aeronave. E por isso Lacey supõe que a aeronave deveria ter algum tipo de campo de força, semelhante ao das naves espaciais na série de ficção Star Trek.

O fato, segundo Lacey, de que uma nave desconhecida voou lenta e calmamente sobre Los Angeles, chamando a atenção de centenas de milhares de testemunhas, sem demonstrar qualquer tipo de dificuldade, enquanto o exército americano tentava com o maior empenho possível derrubá-la é, por si só, uma forte evidência de que a mesma seja alienígena, porque essa tecnologia não existia na época.
E mesmo nos dias de hoje ainda é um sonho distante!Mas a aeronave não era hostil. Ao contrário dos estupefatos militares ela não soltou bombas e nem utilizou qualquer tipo de arma. As mortes aconteceram devido ao próprio ataque do exército. Lacey escreve em seu artigo que não há possibilidade da aeronave, sendo pilotada por algum tipo de inteligência, não ter notado o ataque ao seu redor.


Portanto, fica óbvio que, quem quer que fosse o piloto, estava completamente tranqüilo. Suportando o máximo que podíamos fazer contra ele sem demonstrar qualquer sinal de preocupação. Certamente, a tecnologia utilizada para fazer uma nave dessas é muito superior à nossa!

O governo norte-americano informou apenas que a aeronave não era identificada, deixando assim o público assumir que a sua origem era japonesa. Entretanto, o que aconteceria vivêssemos hoje em dia a mesma situação?
Lembrando de que agora temos a grande diferença da atuação da mídia de massa e das transmissões ao vivo para todo o mundo? Quantas pessoas concluiriam imediatamente que esta aeronave não poderia ser deste planeta? Para Lacey, não há duvidas de que o objeto desconhecido que voou sobre Los Angeles em 25 de Fevereiro de 1942 era de fato uma aeronave alienígena!

Fontes:
http://www.rense.com/general67/batofla.htm (Artigo de Steven Lacey)
http://www.rense.com/ufo/battleofla.htm (Artigo de Rense)
Autor: Fábio Franco
Fonte:
Equipe UFO

Poluição: o que o Brasil faz e deixa de fazer

Por Virgínia Vargas em 09/03/07

Você sabia que, nas grandes cidades, os veículos são os principais emissores de gases do efeito estufa? Para você ter uma idéia, só em São Paulo, carros, ônibus e caminhões são responsáveis por quase 80% do total de emissões. Por incrível que pareça, a emissão de gases na atmosfera brasileira diminuiu 94% nos últimos 20 anos.

Estas informações, resultantes de pesquisas feitas pela Coordenação dos Programas de Pós-Graduação de Engenharia (Coppe), parecem contraditórias entre si, mas mostram que o Brasil, apesar de estar longe de resolver a questão, percorre o caminho certo para reduzir cada vez mais a emissão de gases poluentes na atmosfera.

Resultado da queima imperfeita do combustível, a poluição pode ser diminuída com a manutenção dos veículos. “Se a queima fosse perfeita, no cano de escapamento teríamos somente água e CO2, que não é um gás tóxico, apesar de contribuir para o efeito estufa.
Porém, como não se consegue a queima perfeita do combustível, devido à rapidez com que esta queima ocorre dentro do motor, outros poluentes também são gerados”, explica Henry Joseph Junior, Presidente da Comissão de Energia e Meio Ambiente da Anfavea.

Diversas pesquisas têm sido feitas para aperfeiçoar os motores de maneira que a queima seja a mais perfeita possível. Dos carros de antigamente, carburados e com sistemas mecânicos e altamente poluentes, pouco resta. Hoje, injeções eletrônicas, catalisadores, filtros de carvão ativado e válvulas recirculadoras de gases contribuem e muito para a melhoria da qualidade do ar.

As montadoras em geral têm se mostrado preocupadas com a causa. A prova disso são os protótipos de carros que utilizam energia limpa (eletricidade) ou combustíveis renováveis, como o Volvo Multi-Fuel que funciona com cinco combustíveis: bioetanol E85 (85% de etanol e 15% de gasolina), metano na forma de gás natural, gasolina e o chamado hythane - uma mistura de 10% de hidrogênio e 90% de metano.

No Brasil, estas tecnologias costumam demorar mais ainda para chegar, mas isso não preocupa especialistas no assunto. “Nosso país tem um grande potencial para desenvolver biocombustíveis, como o álcool e o biodiesel, que além de renováveis, são menos poluentes que os combustíveis fósseis. Com eles, nós podemos aguardar o desenvolvimento de novas tecnologias com mais tranqüilidade”, afirma Henry.

O consumo de álcool no Brasil cresceu espantosamente nos últimos anos, com o desenvolvimento da tecnologia bicombustível, em 2003. Hoje, cerca de 80% dos carros vendidos no país são flexíveis. O biocombustível mais consumido do mundo cresceu a níveis que o Pró-Álcool, Programa Nacional do Álcool, implantado na década de 70, nunca sequer imaginou.

“No caso do álcool, não é que ele não emita gases do efeito estufa, mas a cana, ao crescer, remove estes gases da atmosfera pela fotossíntese, fazendo com que a aplicação do etanol tenha impacto zero no efeito estufa. Ainda que a colheita seja feita com queimadas em alguns lugares, o ciclo é vantajoso”, completa Henry.

Entre as estratégias criadas com o intuito exclusivo de reduzir os poluentes da atmosfera, está o Proconve, programa instituído pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) em 1986, que visa controlar a emissão de gases por veículos automotores através de inspeções veiculares anuais.

Segundo o Ibama, implantar a inspeção veicular em todo o país reduziria em cerca de 40% a emissão de poluentes, mas infelizmente o Rio de Janeiro é o único Estado brasileiro a adotar o Programa de Inspeção e Manutenção de Veículos em Uso, em vigor desde 1997.

Como você pode perceber, melhorar a qualidade do ar requer muito mais do que atualmente está sendo feito. É claro que a adoção de combustíveis não-fósseis tem ajudado, mas somente veremos resultados quando atitudes sérias forem tomadas, não só pela população, mas principalmente pelos governos e pela indústria automotiva.

Para começar, boas alternativas seria a renovação da frota de veículos, a instituição, em todo o país, da obrigatoriedade de manutenções regulares da frota existente, a implantação de programas de redução de congestionamentos e a colocação de um sistema de transporte público mais eficiente.

Portanto é responsabilidade de cada um de nós, para com as futuras gerações, preservarmos o nosso planeta. É um dever nosso, em todas as nossas atitudes, observar se estamos contribuindo ou não com a preservação do nosso meio ambiente.

Foi desenvolvido um produto para ser acrescentado aos combustíveis (gasolina, diesel e biocombustíveis) que otimiza a queima do combustível e provoca a redução da emissão de gases. Em alguns casos chega a reduzir até 75% a emissão.

Usando esse produto, além de ajudarmos o planeta, ainda se tem uma vantagem financeira, A Fuel Freedom International – FFI, garante uma melhora de 7 a 14%, na economia de combustível, pois nos veículos brasileiros estamos conseguindo resultados de entre 10 a 30 por cento de economia de combustível, pelo baixo grau de combustível que nós usamos e ainda aumenta a vida útil do motor.

Além de reduzirmos a emissão de gases, estaremos economizando dinheiro, uma vez que os preços dos combustíveis são elevados. Com esta atitude conjunta estaremos ajudando substancialmente o planeta.

O G.E.I.P.A.N. Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados CNES

Curta historia

Em 1954, a França conhece uma importante vaga de observações de OVNI. Uma secção de reflexão e recolhimento de testemunhos sobre os OVNI será criada ao Ministério dos Exércitos.

Em 1962, criação CNES, Centro Nacional de Estudos Espaciais. Em 1971, gendarmerie publica um artigo do capitão Kervendal e de Charles Garreau na revista de estudos e de informações gendarmerie nacional .

Em 1973, nova vaga na Europa, que muito mediante conduzirá o Sr. Jean- Claude Bourret apaixonado por fenômeno OVNI. Em 1974, este último fará uma entrevista do Sr. Robert Galley, então ministro dos Exércitos, que fará a volta do mundo. "é certo que existe fenômenos inexplicados".

Em Setembro de 1975, o capitão gendarmerie Kervandal, que conhece à fundo o processo OVNI, publica outro artigo em "Exércitos de hoje."

Em 1976, antigos ouvintes do I.H.E.D.N., o Instituto dos Elevados Estudos da Defesa Nacional, efetuam um estudo sobre o fenômeno OVNI, presidido pelo general Jacques Richard. O relatório é devolvido o 20 de Junho de 1977 e publicado em 1978 na revista n.º 11 do instituto.

Em 1977, o GEPAN, Associação de Estudo dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados, é criado CNES, o Centro Nacional de Estudos Espaciais em Toulouse, graças opulência do Sr. Claude Poher.

Em 1979, o Sr. Alain Esterle sucede ao Sr. Claude Poher e toma a direção do GEPAN.

Em Dezembro de 1988, o GEPAN é substituído pelo SEPRA, Serviço de Avaliação dos Fenômenos de Reentradas Atmosféricos, sob a direção do Sr. Jean- Jacques Velasco.

Em Dezembro de 1999, o SEPRA é "privado" das reentradas atmosféricas e torna-se o Serviço de Avaliação dos Fenômenos Raros Espaço aéreos
.

O G.E.I.P.A.N. Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados CNES- I

Curta historia -I

Em Setembro de 2005, o Sr. Jacques Patenet sucede ao Sr. Jean- Jacques Velasco e o SEPRA torna-se o GEIPAN, Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados. Um Comitê de pilotagem doravante é-lhe associado; é presidido pelo Sr. Yves Sillard, antigo diretor CNES, antigo Delegado Geral para o Armamento.

Comunicado de imprensa CNES: PARIS, 28.9. 2005 CP 075 - 2005 UM COMITÉ DE PILOTAGEM PARA O ACOMPANHAMENTO DAS ACTIVIDADES VINCULADAS AOS FENÓMENOS AEROSPATIAUX NÃO IDENTIFICADOS Para supervisionar e controlar a atividade de acompanhamento dos Fenômenos Espaço aéreos não identificados (PANO) e uma política de informação neste domínio, foi decidido constituir um Comitê de Pilotagem cuja primeira reunião celebrou-se o 22 de Setembro de 2005 CNES.

A atividade CNES relativa aos Fenômenos Espaço aéreos não identificados comporta três vertentes: a recolha, a apreensão e o arquivo dos relatórios a fim de manter e gerir uma base de dados (atividade CNES), a análise destas informações recorrendo à correspondentes os domínios e disciplinas em causa, na comunicação ao públicos os interessados, a publicação de relatórios periódicos e a gestão do acesso aos arquivos.

O Comitê de Pilotagem, presidido pelo Sr. Yves Sillard, antigo Diretor Geral CNES, antigo Delegado Geral para o Armamento, é constituído: de representantes CNES:

O Diretor Associado do Centro de Toulouse, o Diretor da Comunicação Externa, a Educação e os Negócios Públicos, o agente de missão para as perguntas éticas, representantes dos organismos com os quais CNES colabora neste domínio: Gendarmerie Nacional, Polícia Nacional, Exército do Ar, Segurança Civil, Aviação Civil, Metereologia França, investigadores convidados pelo Presidente CNES de acordo com o Presidente do Comitê de Pilotagem.

Quanto a sua primeira reunião, o Comitê preconizou instaurado ou reatualização de protocolos de acordo entre CNES e os Organismos parceiros. Sublinhou a necessidade de uma política transparente e carta registrada a criação de um sítio Internet com aposta em linha das informações disponíveis, no respeito da legislação em vigor.

O Comitê de Pilotagem reunir-se-á como necessidade e no mínimo duas vezes por ano sobre convocação do seu Presidente. O responsável CNES da atividade PANO apresentará um relatório de síntese anual ao Comitê de Pilotagem assim único um relatório de adiantamento à ano.

Cnes dirigirá o relatório de síntese anual às suas tutelas acompanhado das apresentações e recomendações do Comitê de pilotagem. Contacto pressiona: Sandra LALY, tel. 01.44.76.77.32 - 06.08.48.39.31 Entrevista do Sr. Jacques Patenet do 19 de Outubro de 2005 sobre o sítio ovniland.

O G.E.I.P.A.N. Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados CNES-II

Curta historia- II

Entrevista do Sr. Yves Sillard sobre RFI Noite o 29 de Setembro de 2005 sobre o sítio RR0 Papel do GEPAN/SEPRA/GEIPAN os três objetivos principais do GEPAN eram:


A preocupação de responder legítima à uma curiosidade pública, (aspecto sociológico). Uma vontade de aumentar o conhecimento do nosso ambiente espaço aéreo, (aspecto científico).


A necessidade de verificar eventual uma ameaça natural ou artificial, (aspecto defesa). Para preencher a sua missão, o GEPAN era supervisionado por um conselho composto de cientistas de diversas especialidades cujo papel era assistir o grupo na elaboração de uma metodologia científica, de examinar cada ano os trabalhos do grupo e por último propor ações de investigação e de estudo.


Em 1988, a direção CNES transforma o GEPAN num serviço operacional, o SEPRA, que não compromete mais investigação científica e cujos novos objetivos são:


Prever e seguir as reentradas atmosféricas. Recolher, analisar e avaliar as informações relativas aos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados, qualquer aquilo em colaboração com os diferentes organismos civis e militares, (Aviação civil, Meteorologia Nacional, Laboratórios de Análises, Gendarmerie, Exército do ar, etc.).

O G.E.I.P.A.N. Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados CNES- III

Curta historia-III

Quatro fases aparecem distintamente na evolução do EPAN / SEPRA/ GEIPAN: Fase de iniciação (1977/1979): a sua criação permite lançar as bases científicas do trabalho sobre o PANO (recolha, estudo, investigação).


Fase metodológica (1979/1983): elaboração da metodologia e os procedimentos para racionalizar o estudo. Fase operacional (a partir de 1983): em a qual todo o trabalho de fundo foi comprometida tanto no plano teórico (estatístico, tratamento e análise dos dados) como sobre o das investigações e os inquéritos sobre o terreno.


Após uma auditoria efetuada por François Elogio (diretor de Fleximage /Grupo EADS), a direção CNES decidiu reformada de um Comitê de Pilotagem (2005) para uma reativação das atividades ligadas ao PANO e de instaurar um sítio Internet sobre o qual serão publicados os relatórios e os arquivos do GEPAN/ SEPRA / GEIPAN, para uma melhor informação do público. Sítio oficial do GEIPAN Publicações CNES /GEPAN.


Estes ficheiros, propriedades CNES, são difundidos com a autorização do Sr. Jean- Jacques Velasco. Logo que o GEIPAN dispuser de um sítio Internet operacional, em conformidade com o acordo entre CNES e eu mesmo, estes ficheiros transfere lá definitivamente.


Atenção alguns entre eles podem ser longo a encarregar (eventuais os erros tipografia do meu fato, obrigado de assinalar-me -o, AQUI). As notas técnicas: Análise do problema pré-tratamento dos dados - (29/10/1979), igualmente em ficheiro PDF (3,1 Mo).


Estudo comparativo dos resultados estatísticos elementares relativos às observações de fenômenos espaço aéreos não identificados - (21/04/1980), igualmente em ficheiro PDF (1,2 Mo).


Metodologia de um problema: Princípios & Aplicações (Metodologia - Isocélie - Informação) - (27/04/1981), igualmente em ficheiro PDF (0,9 Mo). Investigação estatística de uma tipologia das descrições de fenômenos espaço aéreos não identificados - (25/03/1981), igualmente em ficheiro PDF (1,5 Mo).


A ata do inquérito GEPAN n° 79/03 - (30/03/1981), igualmente em ficheiro PDF (1,2 Mo). Inquérito GEPAN n° 79/07, "A propósito de um desaparecimento" - (31/03/1981), igualmente em ficheiro PDF (2,3 Mo).

Ata do inquérito n° 79/05, "A propósito de um encontro" - (27/04/1981), igualmente em ficheiro PDF (0,7 Mo). Inquérito n° 79/06 - (26/10/1981), igualmente em ficheiro PDF (5,3 Mo).


A magnetohidrodinâmica, estado da arte e primeiras experiências probatórias de aplicação propulsiva - (17/11/1981), igualmente em ficheiro PDF (0,9 Mo).

Os fenômenos espaço aéreos não identificados e a psicologia da percepção - (14/12/1981), igualmente em ficheiro PDF (2,7 Mo). Inquérito n° 81/02 - (8/03/1982), igualmente em ficheiro PDF (1,2 Mo). Inquéritos n° 81/07 e 81/09 - (05/05/1982), igualmente em ficheiro PDF (6,4 Mo). Investigação estatística de uma tipologia identificada /não identificada - (26/11/1982), igualmente em ficheiro PDF (1,4 Mo).

O G.E.I.P.A.N. Grupo de Estudo e de Informação dos Fenômenos Espaço aéreos Não identificados CNES


Curta historia-Final

Mini-enquêtes em 1981 e 1982 - (21/01/1983), igualmente em ficheiro PDF (3,7 Mo). Investigação de estereótipos: desenha um OVNI - (10/02/1983), igualmente em ficheiro PDF (0,8 Mo). Inquérito 81/01, análise de um vestígio - (1/03/1983), igualmente em ficheiro PDF (4,5 Mo). Inquérito n° 86/06, "amarante" - (21/03/1983), igualmente em ficheiro PDF (2,9 Mo).


Sistema de aquisição e análise de espectros fotográficos, o ponto sobre a utilização das redes de difração, por François Elogio - (15/03/83), igualmente em ficheiro PDF (1,5 Mo).


As notas de informação: Observações de fenômenos atmosféricos anormais em URSS, - análise estatística -, o Sr. Guindilis, Menkov & Petrovskaia - (15/02/1980), igualmente em ficheiro PDF (1,5 Mo). Os estudos de fenômenos espaço aéreos não identificados nos Estados Unidos, primeira parte, - o enigma dos OVNI -, o Sr. S. Smith - 9.3.76 - (2/10/1981), igualmente em ficheiro PDF (0,9 Mo).


Os estudos de fenômenos espaço aéreos não identificados nos Estados Unidos, segunda parte, - os primeiros estudos oficiais - (4/11/1981), igualmente em ficheiro PDF (0,9 Mo).


Os estudos de fenômenos espaço aéreos não identificados nos Estados Unidos, terceira parte, - o fim das investigações oficiais - (29/09/1981), igualmente em ficheiro PDF (1 Mo).


Brochura de apresentação do SEPRA (quando nomeava-se ainda Serviço de Avaliação dos Fenômenos de Reentradas Atmosféricos): (Com um modem de 56K, é necessário cerca de 15 segundos de carregamento.) Página 1 Página 2 Página 3 Página 4 Página 5 Página 6 Página 7 Página 8 Página 9 Página 10 Página 11 Página 12 Página 13 Página 14 Página 15 Página 16 Regresso à página sobre a investigação oficial A ver igualmente...


CRIDOVNI RIAP Pocantico CEFAA Le rapport COMETA Les Associations Ufologiques Porque os cientistas não se interessam aos OVNI? Onde é a investigação oficial as Declarações o Problema das Provas os Fenômenos Naturais o Debunkers a História Oficial os OVNI na História Regresso à página sobre os OVNI.


Sumário "news" Hérétiques Arqueologia Paleontologia Ciências da Vida Fenómenos Parapsychologiques OVNI Ciências da Terra Astronomia Ciências Físico Matemático Mitos e Legendas Cryptozoologie Sindonologie NOTAS:


O Sr. Jacques Patenet nasceu o 28/07/1947. Entra CNES em 1971 como engenheiro em eletrônica. Ocupou numerosos postos operacionais (Desenvolvimento do sistema ARGOS, Lançamentos Ariane na Guiana.

Apostas à posto de satélites geostacionários; Consultando para instaurado do programa espanhol de satélites géostationnaies; responsável segurança.....)


Foi um do primeiro colaborador benévolo do GEPAN entre 1978 e 1981. regresso Direitos de autor reservado as Descobertas Impossíveis © 2000-2007 o DE rights reserved Marco ANGEE, http://www.ldi5.com - correio electrónico: marcogee@wanadoo.fr mais informações acesse:
www.ldi5.com/ovni/sepra.php

França abre arquivos secretos de UFOS.

Á França tornou-se quinta-feira o primeiro país ao mundo pôr em linha os seus arquivos oficiais sobre os objetos voadores não identificados (ovnis), num exercício inédito de transparência que visa dissipar as acusações de dissimulação lançadas por alguns apaixonados. "é uma primeira mundial", sublinhou Jacques Patenet, responsável do Grupo de estudos e de informações sobre os fenômenos - espaço aéreos não identificados (GEIPAN) do Centro nacional de estudos espaciais (CNES).


Os arquivos em linha, que serão atualizados como casos novos são relatados, catalogam nos casos minuciosos do detalhe que variam dos demitidos facilmente um punhado que continuam a trabalhar, mesmo cientistas duro-cheirados. "é um mundo primeiramente," disse Jacques Patenet, coordenador aeronáutico que dirige o escritório para o estudo "de fenômenos aeroespacial não identificados".


Sabido como OVNIs em francês, UFOs gerou sempre o interesse intenso junto com teorias incontáveis de conspiração sobre o governo secreto, levanta conclusões dos julgados, demasiado sensíveis ou alarmando para o consumo público. os "casos tais como a senhora que relatou ver que um objeto que olhasse como um rolo do vôo do papel de toalete" não é claro,mas,vale a pe investigar, disseram Patenet.


Mas muitos outros que envolvem avistamentos múltiplos, ao menos em um caso que envolve milhares de povos através da França e, evidência tal como as marcas da queimadura e as pistas do radar que mostram os testes padrões, ou as acelerações dos vôos que desafiam as leis da física, são feitos exame muito seriamente.


Um falange de protetores de segurança abelhas deu forma a uma barreira na frente das matrizes da agência do espaço (CNES) onde o anúncio foi feito, "para selecionar um Ufologistas de fora," um oficial explica".


Dos 1.600 casos registrados desde 1954, quase 25 por cento são classificados como o "tipo D", significando que "apesar dos dados bons ou muito bons e das testemunhas credenciadas, nós estamos confrontados com o algo que nós não podemos explicar," Patenet disse.


Em 8 de Janeiro, parte externa 1981 a cidade de Transporte-en-Trans-en-Provence na França do sul, para o exemplo, um homem que trabalha em um campo relatou ter ouvindo um estranho assobiando a sadio e vendo um prato,como um objeto aproximadamente 2.5 medidores (oito pés) na terra do diâmetro em seu campo aproximadamente 50 medidores (jardas) afastado.


Uma cinza do maçante-zinco saindo do prato, ele disse que aos polícias quase imediatamente, deixando marcas da queimadura. Os investigadores fizeram exame de fotos, e de amostras, então coletadas e analisadas, e a este dia nenhuma explanação satisfatória foi feita.


A testemunha quase 1.000 que os disse viu luzes de piscando no céu em 5 de novembro de 1990, pelo contraste, tinha visto simplesmente um foguete fragmentar a queda para trás na atmosfera da terra.


A resposta de Patenet às perguntas sobre a evidência da vida além da terra era certa inflame as suspeitas daquelas convenceu o governo está prendendo para trás: "nós não temos menos prova que extra- terrestriais esteja atrás dos fenômenos inexplicável".


Mas então adicionou: "nem nós temos menos prova que não são." Os campos de CNES entre um ano de 50 e 100, relatórios do UFO sempre, escrito geralmente acima por polícias. Destes 10% por cento são objetos de investigações nos locais, disse Patenet .


Outros países coletam dados mais ou menos sistematicamente sobre objetos não identificados do vôo, notavelmente na Grã Bretanha e nos Estados Unidos, onde a informação pode ser pedida em uma base da caixa-por-caixa sob a liberdade do ato da informação. "mas nós decidimo-nos fazê-la ao redor a outra maneira e fizemo-nos tudo disponível ao público", disse Patenet .


O alvo era fazê-lo mais fácil para cientistas e o outro UFO lustra para alcançar os dados para a pesquisa. O Web site próprio, que deixou de funcionar horas depois que usuários e anfitrião depois que desvelaram o tráfego ficou tráfego pesado, organizado extremamente bom e termina informe incluindo cópias feitas a varredura relatada pelo os policiais.

sábado, 17 de março de 2007

COMET 2007 E2 (Lovejoy) - PHOTOS AND OBSERVATIONS


Possum Observatory - John Drummond, New Zealand
Congratulations to Terry Lovejoy from Brisbane, Australia on his photographic survey discovery of a magnitude 9.5 comet in the deep southern sky! IAU Circular No. 8819 states - COMET 2007 E2Terry Lovejoy, Thornlands, Queensland, Australia, reports his discovery of a comet with a strong central condensation and a green extended 4' coma, with a slight extension to the southwest, on sixteen 90-s CCD images obtained on Mar. 15 with a Canon 350D camera (+ 200-mm f/2.8 lens); the coma diameter was given as 5' from his Mar. 16 frame (his positions below have estimated uncertainties of +/- 15"). At Lovejoy's request, J. Drummond (Gisborne, New Zealand, 0.41-m reflector) confirmed the comet visually at mag 9.5 (moderately condensed, coma diameter 2'.6, no tail).
2007 UT R.A. (2000) Decl. Mag. ObserverMar. 15.727 20 44 05.5 -51 14 14 10 Lovejoy15.736 20 44 06.1 -51 13 22 "16.525 20 43 02.7 -50 49 35 9.5 Drummond16.625 20 42 59.5 -50 45 39 "16.704 20 42 55.2 -50 43 14 9.3 Lovejoy
The following was extracted from GUIDE 8.0 software...

http://www.possumobservatory.co.nz/comet2007e2-lovejoy.htm

Cientistas analisam amostra de DNA de um suposto "ser humano".

Extraterrestre.
Por Jan Singh. - Tradução de Regina Prata.

Bill Chalker, numa concorrida conferência sobre OVNIs na China que incluiu vários cientistas deste país.

O contato recente entre um australiano e supostos seres extraterrestres com aparência humana permitiu a realização do que parece ser o primeiro teste de DNA com material biológico exógeno. Os intrigantes resultados demonstram a necessidade de uma pesquisa científica mais intensa sobre a possível presença de extraterrestres no Ocidente.
O relato completo deste surpreendente caso, feito pelo pesquisador australiano Bill Chalker, foi originalmente publicado durante a primavera de 1999 no '/International UFO Reporter',/ periódico quadrimensal do Centro de Pesquisa de OVNIs J. Allen Hynek (CUFOS), em Chicago.
Peter Khoury, a vítima do suposto caso de abdução, nasceu no Libano em 1964 e mudou-se para a Austrália em 1973. Foi na escola, durante os seus estudos, que conheceu a futura esposa, Vivian, no ano de 1981.
Peter e Vivian se casaram em 1990 e tiveram dois filhos. Moravam em Sidney na época do estranho incidente.O casal teve a sua primeira experiência com OVNIs em fevereiro de 1988:
Um simples avistamento de luzes se movimentando de maneira incomum. Mas, em julho daquele mesmo ano, Peter teve um contato profundamente perturbador que, segundo ele, mudou a sua vida. Bill Chalker explica que os alienígenas são freqüentemente descritos pelas testemunhas como seres totalmente sem pêlos. Mas uma das espécies de extraterrestres comumente chamada de "Nórdica", possui características perfeitamente humanas, incluindo o cabelo (quase sempre) loiro.


Um grande número de casos bastante conhecidos de abdução envolve estes seres de aparência humana e com cabelos, entre eles o de 1975 relatado por Travis Walton no estado do Arizona, e o de 1957, acontecido no Brasil e relatado por Antônio Villas Boas.
O caso de Peter Khoury tem alguma semelhança com o de Villas Boas, que afirmou ter sido "forçado a manter relações sexuais com uma agressiva mulher humanóide à bordo de um OVNI pousado próximo à sua casa".
Khoury disse a Chalker que este encontro de 23 de julho 1992 começou às 7h30 quando ele estava deitado em sua cama.Mas antes disso, naquela mesma manhã, levou a sua esposa para o trabalho. Quando ele voltou para casa, decidiu se deitar um pouco.
Entretanto, de repente, acordou sobressaltado e, sentando-se subitamente sobre a cama, encontrou "duas mulheres humanóides à sua frente. As duas inteiramente nuas !
"Elas pareciam humanas em todos os aspectos. Tinham corpos adultos e bem proporcionais. Uma delas tinha aparência asiática com olhos escuros, cabelo preto e liso caído na altura dos ombros. A outra parecia "talvez como uma escandinava", com olhos de cor clara (meio azulados) e cabelo loiro e comprido que ia até o meio das costas".
O cabelo desta última chamou especialmente a atenção de Khoury. "Eu nunca tinha visto um cabelo como aquele. Era meio encaracolado como o de Farrah Fawcett, mas por outro lado ... Parecia de certo modo muito exótico," disse a Chalker.
Khoury percebeu imediatamente que "estas mulheres não eram humanas. Suas faces eram de alguma forma estranhas ... Não sem atrativos, mas com as formas esculpidas demais, ossos faciais muito altos e olhos que eram 2 ou 3 vezes maiores que o normal ...
"Ele prestou atenção principalmente na loira. O rosto dela era muito comprido segundo ele: "Eu nunca tinha visto um ser humano como aquele," afirma."A loira, que estava sentada de joelhos sobre a cama, parecia ser quem dava as ordens", e Khoury percebeu que ela se comunicava telepaticamente com a mulher de cabelos escuros.
Esta, por sua vez, "estava sentada com as pernas parcialmente dobradas embaixo dela. Havia algo duro, quase ausente, na expressão destas mulheres" observou ele.
Embora completamente surpreso pelo repentino surgimento destas estranhas mulheres, Khoury teve apenas alguns momentos para tentar imaginar como elas podiam ter entrado no quarto dele antes que "a loira me pegasse pela nuca e me puxasse contra o peito dela"Ele disse que tentou resistir e por isso a suposta extraterrestre o puxou com mais força.
Khoury reagiu novamente, tentando se desvencilhar."Ela era muito forte," disse ele a Chalker. "Me puxou com determinação e a minha boca foi parar em cima do mamilo dela. Eu mordi".
Khoury disse que não sabe porque mordeu a mulher, mas mesmo tendo arrancado um pedaço do mamilo dela com os dentes, ela não gritou. Ao contrário, "a expressão no rosto dela era como se dissesse 'não é desse jeito', como se estivesse meio que num choque 'contemplativo' ou confusa," comparou mais tarde.
Segundo Khoury, neste momento a extraterrestre loira se voltou para a outra, com aparência asiática, e esta por sua vez se voltou diretamente para ele exibindo a mesma expressão de choque "contemplativo" ou confusão.
Involuntariamente, reagindo à expressão das duas, ele engoliu o pequeno fragmento do mamilo que ainda estava em sua boca e este ficou preso em sua garganta. Comecou a tossir fortemente. Foi quando, de repente, "as duas mulheres simplesmente desapareceram," diz Khoury.
Apararentemente, durante uma parte do tempo em que esteve em contato com as extraterrestres humanóides, ele foi abduzido ou mantido inconsciente. Quando Khoury percebeu que as mulheres tinham realmente ido embora, ele tentou limpar sua garganta bebendo água. Não funcionou. Disse que sentiu então "uma vontade enorme de ir ao banheiro".
E ao chegar neste aposento se deu conta de que o "seu pênis estava muito dolorido". Em pé no banheiro, resolveu "abaixar o prepúcio e descobriu dois finos fios de cabelo loiro apertados em volta dele".
Fez um esforço para desenrolar os dois fios de cabelo pois a dor inicial estava se transformando uma sensação de ardor intenso. Finalmente, quando conseguiu retirar os fios, colocou-os imediatamente num saco plástico selável".
Eu fiz isso porque sabia que não tinha jeito, mas nenhum jeito mesmo, de um cabelo daquele tamanho e enrolado daquele jeito ter ido parar lá ... Pensando naquelas mulheres, naquela coisa na minha garganta, nos fios de cabelo, tive certeza que algo muito bizarro tinha acontecido comigo".
Khoury resolveu guardar a a
mostra de cabelo imaginando que ela poderia ser útil para tentar esclarecer algo sobre a sua estranha experiência. Mas a "coisa" na garganta de Khoury continuou lá por três dias. Ele tossia constantemente. Tentou limpar com água, pão ou qualquer outro recurso que pudesse imaginar, mas nada resolveu.
No terceiro dia, a sensação incômoda simplesmente desapareceu.Por um largo período de tempo ele relutou em dizer à sua esposa como a tosse tinha começado, mas duas semanas depois finalmente resolveu contar tudo a ela.
"Eu estava chocado," disse a Chalker. "Mas ela aceitou melhor do que eu ..."O exame de uma amostra de DNA extraterrestre". Os fios de cabelo, guardados cuidadosamente desde o dia do encontro, tornaram-se objeto do primeiro teste aberto de DNA feito a partir de uma evidência de abdução.
Os cabelos loiros eram extremamente finos e muito claros. Foi determinado que não tinham sido quimicamente tratados, porque se isto tivesse acontecido pouco ou nenhum DNA mitocondrial poderia ser recuperado.
No entanto, usando o processo PCR (reação de cadeia de polimerase), uma amostra de boa qualidade foi obtida.Para comparação, também foram tiradas amostras do cabelo de Peter Khoury e de sua esposa Vivian. O DNA foi extraído do cabelo de Peter com sucesso, mas nenhuma amostra foi obtida do cabelo de Viviam, possivelmente por causa de tratamento químico.
Depois de fazer vários testes com as amostras de DNA recolhidas, os cientistas do Grupo de Evidências Físicas Anormais chegou a uma estarrecedora conclusão:
O fino fio de cabelo loiro, que parecia ter vindo de uma mulher aparentemente de pele clara e caucasiana, *não poderia pertencer a um ser humano normal daquele tipo racial !*Muito pelo contrário, embora aparentemente "humano", os fios de cabelo mostravam cinco padrões distintos de DNA que são características de um raro subgrupo racial de chineses mongóis.
Fazendo-se uma pesquisa detalhada na literatura de variações no DNA mitocondrial e comparando os resultados com dezenas de milhares de outras amostras, foram encontradas apenas quatro pessoas com os cinco tipos de padrões de DNA identificados no cabelo loiro.
E todas elas eram chinesas, com cabelo negro.O DNA mitoconfrial é passado somente de mãe para filho e, portanto, oferece uma forma de se encontrar traços ancestrais do lado materno. Os resultados sugerem que todos os quatro chineses compartilham uma mesma ancestral feminina com a mulher loira.
Mas não seria fácil explicar como isto poderia ter acontecido.Já a realização de testes de DNA com o núcleo (se ele puder ser recuperado das amostras) será uma tarefa bem mais complexa e cara do que estes testes iniciais feitos até agora. Entretanto, poderia mostrar que a linhagem do pai da suposta extraterrestre loira era ainda mais estranha que a da mãe dela.


Estes testes estão esperando um patrocinador que ainda não foi encontrado. Até agora, os membros do Grupo de Evidencias Físicas Anormais têm financiado os seus próprios trabalhos.
Sem a pequena amostra de cabelo, a história de Peter Khoury seria apenas mais uma numa interminável seqüência de supostas abduções forcadas e sem provas. Mas os fios mudam tudo.


"A evidência inegavelmente existe, diz Bill Chalker", e os testes forenses demonstram que é anômala! Ao que parece nenhuma pessoa loira com uma combinação exata de DNA semelhante à amostra recolhida pode ser encontrada na cidade de Sydney, no continente da Austrália e nem, provavelmente, em qualquer outro lugar do mundo!"Quem então era o ser cujo cabelo loiro inexplicavelmente apareceu enrolado no pênis de Peter Khoury?"
Será que estamos lidando com 'humanos' de algum outro lugar ? Mais particularmente, com seres que possuem um tipo de DNA humano que, embora muito raro, é também de alguma forma anômalo ?" pergunta Bill Chalker.

"Este caso levanta todo o tipo de perguntas, como a da 'panspermia' humana. A teoria de que seres parecidos com os humanos podem ter migrado para o nosso planeta num passado recente, vindos de algum lugar da galáxia e causando o surgimento repentino do /homo sapiens,/ uma espécie que descende não diretamente de seus predecessores imediatos, os 'Neanderthals' ".
Também, dada a conexão com os mongóis, temos a questão dos traços asiáticos em indivíduos com aparência européia," acrescenta Chalker. "A controversa saga das múmias Taklamakan na remota China Ocidental está virando a história deste país de cabeça para baixo.
Essas múmias incluem pessoas que foram muito altas, com 2 metros ou mais, e algumas delas são loiras. Não estou sugerindo uma conexão aqui, mas você entende que esta investigação abriu todo o tipo possibilidades interessantes sobre a natureza biológica de alguns dos seres relacionados com os casos de abdução".

Estas perguntas não são fáceis de se responder. O Grupo de Evidências Físicas Anormais espera continuar na sua pesquisa em busca de respostas.





































Sobre o autor Bill Chalker.

Bill Chalker nasceu em Grafton, Nova Gales do Sul, Austrália, e estudou na Universitade de New England graduando-se com honra em ciências (B. Sc. Honours) e se especializando em química e matemática.
Ao longo dos anos, Chalker ajudou acriar uma rede informal de cientistas que vêem o fenômeno OVNI como algo importante (muitos dos colegas de Chalker preferem contribuir anonimamente porque entendem que o fenômeno é visto como uma espécie de "ciência proibida" no ocidente).
Uma inusitada experiência de abdução em Sydney, Austrália, ocorrida no ano de 1992, forneceu uma evidência biológica que Chalker ajudou a obter, e se tornou o objeto do primeiro exame de DNA de um suposto ser alienígena na história, gerando intrigantes resultados que sugerem novas e fascinantes linhas de investigação e especulação.
Bill Chalker é um dos mais importantes pesquisadores de OVNIs da Austrália, e tem escrito extensivamente sobre o assunto. Ele contribui como editor do 'Reporter UFO Internacional' e coordena o 'UFO INVESTIGATION CENTRE' (UFOIC).
Foi também o primeiro representante australiano na 'Aerial Phenomena Research Organisation (APRO)' de 1978 a 1986, e representante do estado de Nova Gales do Sul no 'Mutual UFO Network (MUFON)' de 1976 a 1993.Em 1999, Bill Chalker apresentou os resultados do surpreendente exame de DNA de uma amostra de cabelo "alienígena".
A evidência que o DNA revelou, em estudos contínuos, parecer ter profundas implicações na tentativa de se entender os motivos por trás das experiências de abdução.


Bill Chalker formou uma equipe de pesquisas especializadas, o 'Anomaly Physical Evidence Group (APEG)', para examinar possíveis aspectos biológicos e genéticos relacionados com o fenômeno OVNI.
Em 1996, Bill Chalker realizou palestras com os pesquisadores de Harvard, Dr. John Mack e Dominique Callimanopulos sobre o fenômeno de abdução em Sydney e os ajudou em seus estudos sobre as possíveis experiências de abdução em culturas indígenas.


Os primeiros artigos sobre fenômenos de abdução publicados em revistas australianas foram de autoria de dele, em 1989 e 1990 nas revistas /Penthouse/ e /Nature & Health./.
fonte: http://www.agoracosmopolitan.com/home/Frontpage/2007/02/22/01358.html


O Portal Dimensional de Amaru- Muru


Localizada no conjunto rochoso de Hayu-Marca, "A Cidade dos Espíritos", próximo do lago Titicaca, a uns 35 Km. da cidade de Puno, no Peru. Trata-se de uma reentrância, de forma retangular, esculpida num maciço de pedras que lembra uma porta. De autoria desconhecida, ainda que alguns pensam tratar-se de obra dos antigos habitantes pré-incas. Atribui-se a esta porta poderes sobrenaturais y acesso a outras dimensiones.

O Portal Dimensional de Amaru- Muru

Existem também uma história mais recente que conta como, em 1974, grande parte dos integrantes
de uma banda de música conseguiram atravessar este portal de onde nunca mais voltaram.

O Portal Dimensional de Amaru- Muru.


Está história foi relatada pelo resto da banda que não conseguiu atravessá-la. Os habitantes do lugar dizem que é a entrada ao "Templo de la Iluminación de los Dioses Merú" ou "Hayu Marca", e contam estanhas historias sobre esta porta, como aquela de que em algumas tardes especiais ela se faz semi-transparente deixando entrever além de seus portais uma cidade iluminada.

O Portal Dimensional de Amaru- Muru.

Também contam que ao tocar com ambas mãos os lados interiores do batente da porta de pedra e apoiando a cabeça em uma fenda que existe nela, se podem perceber estranhas sensações, tais como, la visão de fogo, melodias musicais e inclusive a visão de túneis que atravessam a montanha. A porta de Aramu Muru se assemelha à porta do Sol de Tiahuanaco e a cinco restos arqueológicos que, unidos por imaginários traços, formariam uma cruz ao redor do Lago Titicaca.

Uma "Nuvem" Avistada Por Nossos Pilotos.

Extraído de “Os Astronautas de Yaveh”,
obra em que o autor aborda um tema polêmico e audacioso:
a intervenção de extraterrestres em várias passagens do Velho e do Novo Testamento.


Quanto mais leio o capítulo 24 do Êxodo, e concretamente os versículos 12 ao 18, mais forte cresce em meu coração a teoria de que Moisés teve um intenso e decisivo "treinamento" ou "instrução" dentro do que hoje conhecemos e compreendemos como uma nave espacial.

E espero que o leitor não comece a puxar os cabelos... Eis aqui o que reproduz textualmente essa passagem:

Yaveh disse a Moisés:
"Sobe até mim, ao monte; fica ali e te darei as tábuas de pedra, a lei e os mandamentos, que tenho escritos para tua instrução".

Moisés levantou-se com Josué, seu ajudante, e subiram ao monte de Deus. Disse aos anciãos:"Esperai aqui até que voltemos a vós. Aarão e Jur ficam. Quem tiver algum problema, recorra a eles".

"E Moisés subiu ao monte.
A nuvem cobriu o monte. A glória de Yaveh descansou sobre o monte Sinai e a nuvem o cobriu por seis dias. Ao sétimo dia, Yaveh chamou a Moisés do meio da nuvem. A glória de Yaveh aparecia à vista dos filhos de Israel como fogo devorador sobre o cume do monte. Moisés entrou dentro da nuvem e subiu ao monte. E Moisés permaneceu no monte quarenta dias e quarenta noites".

Como investigador do fenômeno OVNI, em minha opinião pessoal à descrição do Êxodo tem uma semelhança simplesmente extraordinária com muitos dos casos que hoje se estudam na jovem ciência chamada Ufologia.

Nos últimos anos – e nem falemos das épocas passadas – registraram-se muitíssimos casos de estranhos e algumas vezes gigantescos objetos que permanecem imóveis ou se deslocam pelos céus, envolvidos em uma fumaça ou gás que lembram as nuvens.

Essas "nuvens" chegaram até a deslocar-se contra o vento ou foram detectadas nas telas de radar como um eco sólido e metálico.

Em outras oportunidades, a "camuflagem" ou nuvem que rodeia o OVNI desaparece e várias testemunhas já contemplaram a silhueta de um disco ou de um cilindro.
Continua...

Uma "Nuvem" Avistada Por Nossos Pilotos.

Não faz muitos meses, o comandante da companhia aérea espanhola Aviaco comunicava ao Centro de Controle de Vôo de Madri a presença sobre Navarra (Espanha), a 7.000 metros de altura, de uma enigmática "nuvem" com forma de cogumelo e de um diâmetro fantástico.

Permanecia estática e solitária num céu absolutamente azul e desanuviado. Aquilo impressionou tanto o comandante Sedo que pediu permissão para rodear a "nuvem". E Madri autorizou-o.

Quando entrevistei esse grande profissional do ar, sua opinião foi precisa:
"Aquilo parecia uma nuvem, mas não o era. Tinha uns contornos perfeitamente definidos, sem a menor irregularidade. E você sabe que isso é impossível em uma simples formação nebulosa".

"Depois de fazer um giro de 360 graus ao redor da enorme massa flutuante, segui em direção a Barcelona". "Estou seguro", afirmou o veterano comandante, "que lá dentro algo se ocultava...".

Pouco tempo antes, outros dois pilotos espanhóis da mesma companhia, Carlos García-Bermúdez e Antonio Pé­rez, tiveram um não menos enigmático "encontro" com outra "nuvem".

Voando a plena luz do dia entre Valência e Bilbao (Espanha), o mau tempo no último aeroporto obrigou-os a desviar-se em direção ao "alternativo". Neste caso, o de Santander.

Pois bem, conforme me relataram o comandante e o co-piloto, a poucos quilômetros de Bilbao e já na rota de Santander, o avião entrou numa brilhante e solitária nuvem do tipo lenticular.

Desde esse mesmo instante, e pelo espaço de uns sete minutos, a quase totalidade dos instrumentos eletrônicos, bússolas, horizontes, etc., "ficou louca". O rádio deixou de receber e as torres de controle de vôo mais próximas tampouco ouviam o que os pilotos tentavam transmitir.

Para cúmulo dos cúmulos, o vôo que deveria durar entre 12 e 15 minutos em condições normais, prolongou-se durante quase 35.

E um último fenômeno tão incompreensível quanto os anteriores: ao entrar na misteriosa nuvem, o "velocímetro" do Caravelle se deteve e começou a "retroceder" como se o reator voasse "para trás". Esse "velocímetro" chegou a zero e continuou "retrocedendo" até "menos quatorze quilômetros".

Ao sair da "nuvem" o medidor de distâncias voltou ao mesmo número que marcava ao perfurar a nuvem.

Que era aquilo?
Os pilotos, logicamente, testaram a totalidade dos sistemas, geradores, instrumentos, etc. Ao deixar a nuvem para trás, o avião voltara a sua total normalidade.

E tanto Ber­múdez como Pérez; a quem conheço pessoalmente e cuja perícia e honradez estão fora de qualquer dúvida, me asseguraram que o avião jamais saiu da rota de Santander.

Que aconteceu no interior daquela "nuvem"? Por que consumiram mais do que o dobro do tempo necessário para ir de Bilbao à capital da montanha?

Tratava-se de uma nuvem normal? Evidentemente, não. Mas então, que era ou que encerrava aquele mistério com forma de nuvem?

A 17 de junho de 1977, outro piloto, neste caso português, observava às 12 horas e as uns 700 metros de altura um estranho objeto, "camuflado" entre as nuvens.

O piloto da Força Aérea Portuguesa José Francisco Rodrigues, da 31ª. Esquadra de B.A.-3, localizada em Tancos, conduzia,naquela ocasião um avião DO-2 e ao passar sobre a vertical de Barragem de Castelo de Bode observou um objeto que se encontrava meio oculto entre os estratos-cúmulos.

Estava praticamente imóvel e não correspondia a nenhum modelo de avião conhecido. Tinha a clássica forma de meia laranja e uma fileira de pequenas janelas retangulares.

Quando o piloto solicitou informações sobre um possível tráfego ou avião naquele setor, o radar BATINA respondeu-lhe negativamente.

Depois de alguns minutos, o objeto desapareceu a grande velocidade. Segundo declarações de Rodrigues, aquele aparelho, de uns 13 a 15 metros de comprimento, estava quase "camuflado" entre as nuvens. . .

Pouco tempo antes, também em Portugal, vários aviões de combate da Força Aérea do país irmão decolaram em busca do mais ridículo dos "objetivos": uma nuvem.

O radar militar detectara um eco metálico não identificado e, como acontece na maioria desses casos, o Alto Comando português ordenara a saída dos "caças" para identificar o suposto "avião".

Ao chegar à altitude e coordenadas assinaladas na tela, os pilotos comunicaram a sua base que "ali apenas havia uma nuvem...”.

Ante a surpresa dos pilotos e militares que observavam o eco não identificado na tela do radar, a "nuvem", de imediato, subiu na vertical, desaparecendo a grande velocidade.

Obviamente que nenhuma nuvem pode realizar semelhante manobra. E muito menos quando, como naquela ocasião, não há vento...

Que ocultava essa nuvem em seu interior? Quase com certeza, um objeto metálico, como acusara o radar.

No passado verão de 1979, um prestigiado administrador de fazendas residente em Málaga (Espanha) contou-me um outro "encontro" que dá muito que pensar em relação aos OVNIs e à utilização das nuvens como "camuflagem".

Meu amigo, cujo nome não estou autorizado a revelar, rodava pela estrada de Málaga a Fuengirola, mais ou menos ao meio-dia. Sua mulher dirigia. Havia vento do poente e antes de chegar a Carvajal, a uns 2.000 ou 2.500 metros de altitude, uma extraordinária nuvem que indicava tempestade abriu-se subitamente.

O administrador ficou atônito ao ver naquele "buraco" um objeto redondo, cor de chumbo e muito maior que uma praça de touros.

A totalidade do "bojo" desse corpo parecia repleta de janelas das quais saía ou podia ver-se luz. Depois de poucos segundos, a nuvem se fechou e o OVNI ficou oculto.

Apesar da fugacidade desse encontro, a testemunha, homem de toda confiança, observou perfeitamente que "aquilo" permanecia oculto atrás da nuvem. E assim, com casos mais ou menos similares, poderíamos encher páginas e páginas. . .

Em Ufologia, até uma criança poderia explicar esse fenômeno. Que melhor sistema para permanecer ocultos e imóveis sobre uma cidade, uma base militar ou qualquer outro objetivo que "dentro" ou por cima de uma nuvem?

E também é bastante admissível que, como no caso do comandante Martín Sedó, o OVNI ou OVNIs sejam os "fabricantes" dessas nuvens.

Uma tecnologia superior não encontraria maiores dificuldades para que suas naves se deslocassem mantendo ao seu redor o gás ou as nuvens que eles mesmos produzissem

Se a "equipe" de "astronautas" que pretendia estabelecer um "contato de terceiro grau" com Moisés e Josué sem ser molestada pelos possíveis curiosos do acampamento judeu, que melhor "barreira" do que "fabricar" uma espessa nuvem ou névoa e cobrir o Sinai
?