sábado, 14 de abril de 2007

As Reparações

Relatado por Maurice Châtelain

Entre os numerosos casos de observações de discos voadores, e pondo de parte os casos de acidentes, os mais interessantes são sem duvida aqueles em que foram vistos humanóides a efetuarem reparações nos seus aparelhos avariados. Existem relatos de numerosos casos, mas nós contentar – nos – emos em relatar apenas, muito característicos, dos quais três ocorridos na América, um em Espanha dois em França e um na Nova Guiné.

A 25 de Novembro de 1964, em New Berlim, no estado de Nova Yorque, Mariane estava de visita com o seu marido, chamado Richard, a familiares deste. Naquela noite Richard fora á caça com o seu pai, e Mariane não conseguia adormecer. Vestiu um roupão e foi para a varanda. Viu então uma estrela – cadente que traçou uma curva luminosa no céu desaparecendo no horizonte. Em seguida viu uma segunda mas que caiu em linha reta, descendo até á estrada, ao lado de Five Corners, seguindo – a durante alguns metros sobre o asfalto.Marianne percebeu então que aquilo que estava a ver não era uma estrela – cadente mas sim um disco voador, que emitia um som bizarro. Foi chamar a sogra, e as duas mulheres ficaram na varanda a ver o que iria acontecer.


Viram chegar um automóvel, que, tendo sem dúvida visto o disco voador, se afastou para a berma da estrada para o evitar. Dois outros automóveis que chegaram em seguida tinham também visto o disco voador, mas partiram a toda a velocidade em vez de pararem, como fez o primeiro automóvel. Finalmente o disco voador aterrou num campo a certa distância da casa, Marianne foi buscar os binóculos para ver o que se ia passar. Viu então seis criaturas estranhas, com cerca de 2 m de altura, com fatos escuros parecidos com os dos humanos, que rodearam, agitadas, o disco voador. Este estava pousado em cima de uns pés, que tinham igualmente uns 2 m de altura e entre os quais se encontrava um farol poderoso dirigido para o chão. Marianne viu então os humanóides transportarem três caixas, do tipo de caixas de ferramentas, mas deviam ser muito pesadas, pois era necessários dois para as transportar. Em seguida, os humanóides trabalharam no disco com as ferramentas, que tinham um ar bastante parecido com as nossas, exatamente como Marianne se recordava que o pai utilizava para reparar as máquinas agrícolas da quinta.

Foi nessa altura que chegou um segundo disco voador, provavelmente de desempanagem, com mais seis humanóides, que se juntaram aos outros para tentar reparar o disco voador avariado. Todos estes seres, que eram agora uma dúzia, retiraram debaixo do primeiro disco voador um objeto bastante luminoso, que devia ser uma espécie de motor e que em seguida tentaram reparar com pedaços de cabo de comprimento igual que cortaram de um cabo mais longo. Simultaneamente, tiraram peças do motor e substituiriam – nas por outras que foram buscar ao disco voador de desempanagem.

Os humanóides tentaram em seguida pôr o motor a trabalhar, mas não pareceram satisfeitos com o resultado, pois colocaram – no novamente no chão, fizeram mais algumas reparações, voltaram a pó – lo no sitio, não tendo conseguido, no entanto, pó – lo em funcionamento. Com uma paciência incrível, voltaram a coloca – lo, no chão, repararam – no de novo e tentaram mais uma vez pó – lo a funcionar, mas sem êxito. Só á quarta tentativa é que o motor foi colocado no seu sitio, tendo eles parecido satisfeitos com o resultado.

Arrumaram então todas as ferramentas nas caixas apanharam todos os restos de cabo e pedaços do disco voador, meteram – nos no disco voador de desempanagem e subiram todos para os respectivos discos voadores. Estes descolaram um a seguir ao outro a uma velocidade fantástica e desapareceram no espaço de alguns segundos nas nuvens. Eram exatamente cinco horas da manhã, e a reparação do disco voador levara quatro horas, durante as quais Marianne ficou na varanda, com binóculos, ao lado da sua sogra, que não se quis ir deitar.

continua

As Reparações

No dia seguinte, quando o marido voltou da caça, Marianne decidiu ir com ele ao local para ver se encontravam vestígios do que ela vira. Encontraram marcas do primeiro disco voador, um grande triângulo eqüilátero formado por três buracos triangulares com cerca de 40 cm de profundidade, que pareciam indicar que um aparelho muito grande e muito pesado pousara ali. Encontraram também um pequeno pedaço de cabo com cerca 3 cm de diâmetro, cujo isolante tinha o aspecto de ser uma matéria plástica, enquanto a parte metálica era prateada como o alumínio, mas muito mais dura.

Marianne guardou cuidadosamente o pedaço de cabo, mas quando o quis mostrar aos investigadores da aviação americana este desaparecera. Certas pessoas pensarão sem dúvida que o cabo nunca existiu, mas é muito mais provável que tivessem sido os humanóides que regressaram para o buscar, ou que os próprios investigadores tivessem feito desaparecer esta prova extremamente perigosa pois provaria que os discos voadores realmente existem.

Um outro pormenor interessante é que o cão de Marianne, um "epagneul"que gostava muito de ir passear á noite para o campo, não saiu durante as quatro horas em que os humanóides estiveram lá. Esta historia certamente verdadeira, que nos é contada num livro apaixonante, parece indicar que os discos voadores dos extraterrestres não funcionam muito melhor que os nossos. Sabemos, de resto, que chegaram a esmagar – se no solo como os nossos.
continua

As Reparações

Menos de um mês após este incidente, a 23 de Outubro de 1965, por volta das sete horas da tarde, James Townsend, ia de carro, a cerca de 6 km de Long Prairie, no Minesota, e a grande velocidade, como era seu habito.

Viu então á sua frente um enorme cilindro vertical e luminoso, com cerca de 3 m de diâmetro e 10 m de altura, cuja extremidade superior era em forma de cone truncado. Este aparelho parecia estar pousado em equilíbrio instável sobre três pés em forma de ponta de asas. James, que não tinha verdadeiramente medo de nada teve vontade de o fazer cair atingindo – o com o carro, a fim de conservar uma prova indiscutível do seu encontro. Mas o carro estava avariado e ele lembrou – se de o fazer tombar empurrando – o com a mão. Quando se dirigia para o aparelho, apercebeu – se de três seres inverossímeis, de forma cilíndrica, com membros tubulares, que pareciam mais robôs que humanóides e que pareciam prepara – se para reparar o seu aparelho.

Apesar da sua habitual coragem, James pensou que seria preferível voltar para o seu carro e esperar tranqüilamente para ver o que ia se passar. Viu então os robôs, ou os humanóides, se preferirem, entrar para o aparelho, que descolou verticalmente num clarão de luz potente, que iluminou todo o campo em redor. James verificou então que os seus faróis se reacenderam e que o motor recomeçou a trabalhar sozinho, sem que ele tivesse de ligar a ignição.

Parecia, portanto, evidente que todos os sistemas elétricos paravam ao mesmo tempo em presença de um OVNI e recomeçavam a funcionar sozinhos assim que estes desapareciam. Em minha opinião, é muito provável que o sistema de propulsão deste aparelho se baseasse num fenômeno eletromagnético – gravíticos ainda desconhecido na Terra. James foi contar a sua aventura ao xerife, que foi com ele ao local com o seu adjunto. Encontraram na estrada três marcas retangulares de 10 cm por 30 cm que correspondiam aos três pés do aparelho e que provavam que a história de James era absolutamente verídica.

Continua
Quase cinco anos mais tarde, a 18 de Fevereiro de 1970, Leona Nielson encontrava – se com duas amigas na sua casa de montanha de Glacier Park em Montana.

As três amigas passaram um serão agradável e foram – se deitar perto da uma hora da manhã, mas Leona não conseguiu adormecer. O seu quarto dava para o rio Flat, que corria no fundo da colina. Subitamente, o quarto foi vivamente iluminado por uma luz que vinha debaixo e a rapariga foi á varanda para ver o que se tratava.

Viu então, no campo perto do rio, um enorme disco voador com cerca de 20 m em volta. Dois estranhos seres afadigavam – se em cima desta plataforma com ar de quem está a fazer reparações, e sem dúvida com a ajuda de soldadura elétrica, pois viam – se sair centelhas. Estes seres eram criaturas de estatura normal, estavam sem nada na cabeça, vestiam um fato branco e pareciam andar a trabalhar como seres humanos.

Com as suas duas amigas, que entretanto foram ter com ela, Leona assistiu à reparação que durou quase uma hora, após o que as centelhas se extinguiram. Os dois humanóides entraram no disco voador e este descolou a uma velocidade fantástica, desaparecendo nas nuvens.

Continua

As Reparações

Um incidente semelhante, mas sobre o qual se conhecem mais pormenores, ocorreu passado quatro anos em Espanha, a vários milhares de quilômetros de Montana.

Na noite de 20 de Março de 1974, o motorista espanhol Maximiliano Sánchez conduzia o seu caminhão entre Horcajo e Lagunilla, quando viu uma luz extremamente forte no meio da estrada, a cerca de 600 m á sua frente. Pensou que era um automóvel ou um caminhão que vinha em sentido contrário e fez vários sinais de luzes para pedir ao outro motorista que diminuísse a intensidade dos faróis. Mas a luz manteve – se com a mesma intensidade, e, completamente encandeado, Sánchez foi forçado a parar na berra da estrada.

A luz finalmente diminuiu de intensidade de Sánchez retomou o seu caminho. Mas passados uns 200 m os seus faróis extinguiram – se e o motor parou. Descobriu então que á sua frente estava um magnífico disco voador com cerca de 12 m de diâmetro de cor prateada, perfeitamente liso, sem qualquer contorno ou abertura, assente em três pés arredondados na base e iluminado por baixo. Viu então um segundo disco voador, que estava no ar, estacionado como um helicóptero, acima à direita do primeiro. Duas estranhas criaturas, mas de aparência humana e com fatos brilhantes, apareceram então á frente do primeiro disco voador, que parecia estar avariado. Tinham o ar de estarem a discutir e faziam gestos como verdadeiros latinos. Estes dois humanóides viram então o caminhão de Sánchez, e um deles afastou – se para a direita, enquanto o outro ficava á frente do disco voador.

Finalmente entraram para o disco voador, que se elevou uma centena de metros e ficou parado ao lado do outro aparelho, á mesma altura. Vendo que a estrada estava desimpedida e que os faróis se reacenderam, sozinhos Sánchez tentou por o motor a funcionar, o que aconteceu assim que acionou a ignição. Sánchez partiu o mais depressa possível em direção a Lagunilla. Mas a curiosidade foi mais forte. Depois de ter andado algumas centenas de metros, Sánchez parou, desligou os faróis e saiu do caminhão para ver o que se ia passar.


Verificou então que o primeiro disco voador regressara à estrada, estando no mesmo sito onde estivera. Ficou cheio de medo, regressou ao seu caminhão e, andando o mais depressa possível, foi para sua casa, em Lagunilla, onde se foi imediatamente se deitar sem comer nada. No dia seguinte contou a sua aventura aos seus colegas de trabalho, que não acreditaram nele. Nesse mesmo dia foi entregar material de construção a Pineda e aproveitou para ir ver uma amiguinha chamada Nuncia Merino. Quando lhe contou a historia, ela insistiu para que ele lá passasse a noite, pois tinha medo de o ver ir embora já de noite e aquela hora tardia.


Mas Sánchez não deu ouvidos aos seus conselhos. Entrou para o caminhão e foi, noite dentro, em direção a Lagunilla, tendo chegado ao local onde na véspera vira os dois discos voadores perto das vinte e três horas e quinze minutos. Mais uma vez viu uma luz forte à sua frente na estrada. Convencido de que os humanóides não lhe fariam nenhum mal, pois deixaram – no passar na véspera, Sánchez continuou a guiar em direção à luz. Mas a 200 m dela apercebeu – se de que havia três discos voadores. Nessa altura os seus faróis apagaram – se, e o motor parou e ele desceu do caminhão para ir ver o que se passava. A escuridão era iluminada apenas pelas luzes dos três discos voadores, estando um na estrada e os outros dois à direita e a uma dezena de metros acima do primeiro. Nessa altura havia quatro humanóides em volta do disco voador que estava avariado na estrada, tendo um visto Sánchez e começado a caminhar na sua direção. Foi então que Sánchez entrou em pânico e partiu a correr através do campo, escondendo – se numa vala. Sem dúvida desencorajado por não encontrar, o humanóide regressou ao disco voador e Sánchez arriscou sair do seu esconderijo. Passado pouco tempo viu as luzes da aldeia de Horcajo, a cerca de 2 km do local onde se encontrava.


Sentou – se para fumar um cigarro e tentar recuperar a calma, tendo em seguida caminhado lentamente em direção ao seu caminhão através dos campos. Ao chegar ao caminhão, Sánchez ficou surpreendido por ver que a porta estava fechada, quando ele tinha a certeza de ater deixado aberta para poder subir para o caminhão mais depressa. Abriu – a então com todas as precauções, pensando que um dos humanóides podia estar escondido no caminhão, mas não viu ninguém, e Sánchez sentou – se no banco, um pouco mais calmo. Tentou por o motor a trabalhar e acendeu os faróis, mas nem um nem outros funcionaram, sem dúvida porque os discos voadores continuam perto do caminhão.

continua

As Reparações

Nessa altura, sem dúvida alertados pelo barulho que Sánchez fizera, os quatro humanóides subiram para o disco voador, que como acontecera na véspera, subiu a uma dezena de metros acima da estrada para o deixar passar. Os faróis do caminhão voltaram a acender – se e o motor começou a trabalhar sozinho, e Sánchez partiu o mais depressa que pode. Mas como acontecera na véspera, a curiosidade foi mais forte. Parou o caminhão algumas centenas de metros à frente, desceu dele e aproximou – se dos discos voadores, escondido.

Parou atrás de um grande arbusto, a uma dezena de metros do disco voador avariado, que como na véspera, estava em cima da estrada. Os quatro humanóides estavam atarefados á volta do motor, com ferramentas bizarras, entre as quais uma que parecia um ferro para ferrar cavalos, exatamente como seres humanos poderiam fazer para reparar qualquer máquina agrícola. Sánchez tinha a certeza de que os humanóides não o viram regressar, mas passados alguns minutos, e sem qualquer razão aparente ficou cheio de medo e dirigiu – se sem fazer barulho, ao seu caminhão. Voltou para casa sem qualquer outro incidente e deitou – se sem comer, como na véspera .

No dia seguinte, quando Sánchez contou a sua aventura ao seu patrão, este aconselhou – o a ir á polícia, que só foi ao local três dias depois, após grandes discussões com as autoridades civis e militares. O polícia encarregado da investigação só encontrou umas marcas estranhas no asfalto da estrada, assim como um sulco bastante profundo, como se um objecto pesado tivesse sido arrastado por ali. Mas alguns dias mais tarde dois desconhecidos vindos de Madrid chegaram a Lagunilla, declarando ser peritos em matéria Ovni. De aparelho Geiger em punho, encontram três círculos radioativos, que pareciam corresponder ás aterragens sucessivas, do disco voador avariado, mas não descobriram qualquer marca que pudesse ter ficado impressa no asfalto feita por um dos seus pés. Sánchez viu ainda os mesmos discos voadores por mais duas vezes diferentes durante os meses seguintes, mas estes passaram tranqüilamente por cima da sua cabeça sem lhe inspirarem qualquer perturbação. No entanto hoje reconhece que, apesar da sua curiosidade, tivera um medo terrível.

Seis anos mais tarde, a 9 de Janeiro de 1976, perto das sete horas da tarde, Jean Dolecki conduzia a sua camioneta por uma pequena estrada do campo, perto de Saint – Jean – Royans, quando subitamente viu uma luz extremamente brilhante no céu. Não lhe prestou grande importância por ter muita pressa em chegar a casa, até perceber que essa luz descia em sua direção. começou por abrandar a marcha, tendo em seguida parado á beira da estrada. Parou bruscamente quando viu que era um OVNI que certamente se ia despenhar na estrada á sua frente.

Então desligou o motor, mas deixou os faróis acesos e desceu da viatura para ver do que se tratava. O disco voador tinha cerca de 20 m de diâmetro, aterrou a uma centena de metros à sua frente, tendo – se aberto uma porta na parte superior. Saíram três seres estranhos com cerca de 2 m de altura vestidos com fatos prateados, que pareciam robôs que humanóides devido aos seus movimentos sincopados. Mas isto não quer dizer nada, se nos lembrarmos que os nossos astronautas na Lua também pareciam mais robôs que seres humanos quando os vimos na televisão.

De qualquer modo, Jean Dolecki está convencido de que os seres que viu eram robôs, e nós não temos qualquer razão para o contradizer. Estes seres movem – se em volta do seu disco voador, que devia estar avariado, não tendo o ar que tentariam repara – lo.

Depois entraram para o aparelho, que descolou verticalmente a uma velocidade fantástica, tendo desaparecido no céu. Dolecki entrou então para a sua camioneta e foi para casa onde encontrou a mulher e a filha que tinham começado a jantar se ele ter chegado e a quem contou a historia do que lhe acontecera. Depois telefonou á polícia , que ao contrário do que esperava, não duvidou nem por um momento da sua história, pois dois dos seus homens já tinham assistido a uma cena semelhante em 1974 em Saint – Nazaire – en – Royans. O polícia ainda acreditou mais em Dolecki, pois conhecia – o á muito tempo e sabia que ele era incapaz de inventar uma história daquelas.

Por outro lado, o incidente ocorreu perto de uma quinta de um agricultor chamado Alphonse Carrus, que via televisão naquela noite com a família e se lembrava muito bem que a reparação estava muito má naquela noite, àquela hora, tendo mesmo parado perto das sete horas da noite. É portanto mais que certo que a história de Jean Dolecki é verdadeira e que ele viu realmente um disco voador avariado e humanóides a tentar repara – lo.

Seis meses mais tarde, a 10 de Junho de 1976, perto da uma hora e trinta minutos da manhã, uma jovem francesa chamada Helene Giuliana, de vinte anos que fora ao cinema em Valence, regressava a casa de carro pela estrada nacional 538. Subitamente, os seus faróis apagaram – se e o motor parou. Viu então um disco voador, cor de laranja no meio da estrada, a uns 20 m á sua frente, com humanóides que pareciam estar a repara – lo. Completamente aterrorizada trancou todas as portas do carro e perdeu os sentidos.

Quando voltou a si acionou a chave de ignição do automóvel, que pegou imediatamente, tendo acendido os faróis sem qualquer problema. Viu então que o disco voador desaparecera e regressou a casa. Eram nessa altura quatro horas da manhã, e, conseqüentemente, havia na sua memória um vazio de duas horas, durante as quais ela ignorava em absoluto o que lhe teria acontecido. Ela nunca o virá a saber, pois nunca se decidiu a ser hipnotizada, a fim de tranqüilizar o seu espírito. Talvez por ter a vaga impressão de ter sido levada para o disco voador e ter sido violada por um humanóide, como em muitas outras mulheres antes dela, é que ela prefere não ter a certeza. De qualquer forma, ela está certa de ter visto um disco voador avariado e humanóides a tentar repara – lo.

Um outro incidente extraordinário em que foram vistos humanóides a reparar o seu disco voador foi o de 26 de Junho de 1959, em Boinai na Nova Guiné. Naquele dia, perto das sete horas da tarde, um missionário anglicano, chamado William Gill, estava numa praia com alguns dos seus paroquianos quando viu subitamente um enorme disco voador do tipo clássico, com uma cúpula transparente e faróis em toda a sua circunferência, que estava em vôo estacionário a alguns metros acima do mar e a uma centena de metros da praia.

O diâmetro aparente deste disco voador era cerca de cinco vezes maior que a Lua, conforme a viam ali, e não podia ser confundido com o planeta Vênus, que é bastante mais pequeno e estava de resto em vias de desaparecer no horizonte, á direita do disco voador. William Gill não ficou demasiado surpreendido no inicio, pois houvera uma verdadeira invasão de discos voadores semelhantes naquela região durante dias anteriores, e os indígenas consideravam esse facto normal.

Mas este disco voador era muito especial, pois três humanóides afadigavam – se em volta da cúpula, com o ar de estarem a fazer qualquer reparação. Quando viram os indígenas na praia a observa – los, os humanóides fizeram – lhes grandes gestos amigáveis, tendo depois voltado ao seu trabalho. A reparação demorou mais de quatro horas, das dezoito horas e quarenta e cinco minutos ás vinte e três horas e cinco minutos. No final entraram no disco voador, que descolou verticalmente e desapareceu nas nuvens.

Pensei que era conveniente terminar este capítulo sobre as reparações de discos voadores com este incidente extraordinário, bem conhecido e quase aceite pela ciência oficial. Este incidente mostra - nos que, quando os nossos visitantes extraterrestres tem uma reparação a efetuar no seu disco voador, preferem faze - lá numa praia deserta da Nova Guiné do que numa praia de Pamplona ou de Saint – Tropez ou ainda na de La Jolla, em San Diego
.

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

UFOs nos abduzem para experiências genéticas?

Estudo confirma que extraterrestres selecionam suas vítimas por seu tipo sangüíneo, amadurecimento sexual e características genéticas

Até meados dos anos 70 só se conheciam as abduções chamadas de “clássicas” pela Ufologia – aquelas em que humanos eram retirados de seus locais de moradia e trabalho para serem levados, como que em estado hipnótico, para bordo de UFOs. Não raro estas abduções se davam quando a vítima estivesse caminhando por alguma rua escura ou dirigindo um automóvel por estrada deserta, quando tinha seu veículo desacelerado e, em seguida, era raptado. Estes tipos de ocorrências correspondiam quase a totalidade da ainda incipiente casuística abducionista daquela época – e ainda assim eram desacreditados por ufólogos menos experientes.


Foi a partir da metade da década de 70,
mais ou menos, que os estudiosos mais perspicazes descobriram um tipo diferente e bem mais bizarro de abdução – aquelas em que os indivíduos abduzidos eram “trabalhados” por seus algozes extraterrestres em suas próprias casas, em seus próprios quartos. Não se sabe se isto já vinha acontecendo antes de ser descoberto. Suspeita-se que sim. Mas o fato é que se descortinou um tipo de casuística ao mesmo tempo reveladora e aterrorizante: ETs seriam capazes de manipular física e mentalmente suas vítimas durante o momento em que estavam dormindo. Ao longo de nossas pesquisas sobre essas estranhas e extraordinárias visitas, demos muita ênfase a alguns aspectos de seu desenvolvimento para podermos, por comparação, achar outros em comum.

As circunstâncias deste tipo de experiência, segundo já se apurou, repetem-se continuamente, seguindo um padrão quase exato e já fartamente estudado e publicado. A única diferença que achamos até aqui, entre as abduções clássicas e aquelas ocorridas nos dormitórios das vítimas, é que os protagonistas destas últimas têm tido a chance de se lembrar conscientemente de pelo menos parte do que lhes aconteceu. Em verdade, todos as testemunhas que pesquisamos apresentavam cicatrizes em seus corpos – e algumas tinham lembrança do “visitante” manipulando instrumentos sobre sua pele ou introduzindo-os em seu corpo. Isso nos fez refletir sobre a necessidade de se agrupar tais casos e estabelecer normas comuns sobre as condições do rapto e dos protagonistas.

Continua
TIPO SANGÜÍNEO

Foi assim que dirigimos nossa atenção sobre as características genéticas, orgânicas ou fisiológicas destas pessoas. Começamos procurando nelas informações sobre seu tipo sangüíneo e fator RH, para tentar descobrir se tinham algo em comum. E ficamos surpresos ao encontrar similaridade de tipo e fator na maioria das vítimas examinadas. Entretanto, como não havia grande quantidade delas para comparação, pensamos que poderia tratar-se de uma coincidências. Mas este foi apenas o início de nossos estudos e continuamos a aperfeiçoá-lo, quando percebemos que uma coisa importante acontecia aos filhos e filhas dos abduzidos: eles nem sempre tinham o mesmo tipo sangüíneo e fator RH de seus progenitores – o que é imensamente incomum. Geneticamente, pelas leis da hereditariedade, se o pai é portador de sangue do tipo O e fator RH positivo, e a mãe possui o tipo B com o mesmo fator, conseqüentemente os filhos deste casal deverão ter um ou outro tipo, mas invariavelmente o fator RH positivo. Poderão ser tipo O, fator RH positivo ou tipo B, fator RH positivo.


No entanto, no caso dos filhos da maioria dos abduzidos que analisamos em nossa extensa pesquisa, temos encontrado tipos de sangue diferentes dos pais. Em alguns casos, o fator RH é que muda e, em outros, é tipo sangüíneo que sofre alteração. Um exemplo desta aberração é o caso da Família Franco, que teve os pais abduzidos por extraterrestres. O pai tem sangue tipo O e fator RH positivo, a mãe tem sangue tipo B e fator RH positivo, e a filha do casal nasceu com sangue fator RH positivo, mas de tipo B! Em outro acontecimento pesquisado por nós, o “visitado” tinha sangue tipo B e fator RH positivo, mas ao aprofundarmos a investigação sobre seu caso, descobrimos que, antes dele, sua mãe já havia tido experiências alienígenas quando era jovem – e ela tinha sangue tipo A e fator RH positivo.

O pai do abduzido tinha sangue tipo O e fator RH positivo. Essa é, senão uma impossibilidade biológica, pelo menos uma raridade considerável. Outro caso interessante que analisamos é um em que ambos os progenitores têm o mesmo tipo e fator sangüíneo, mas seus filhos tiveram mudança no fator RH, ainda que o tipo permanecesse inalterado. Neste caso, o pai e a mãe eram abduzidos com sangue tipo O e fator RH positivo e seus filhos nasceram ambos com tipo O e RH negativo. Estes fatos, devidamente documentados, nos levam a pensar que nossos raptores extraterrestres estejam fazendo em nós algumas mutações genéticas e biológicas – mas com que propósito?

Continua

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

OSSOS DAS VÍTIMAS.

É evidente que as cicatrizes nos corpos das vítimas são marcas evidentes de um plano muito bem traçado sendo conduzido pelos ETs. Mas temos notado que todas elas encontram-se sobre os ossos das vítimas. Especificamente, os lugares onde observamos as marcas em diversas posições são: na clavícula esquerda, sobre a costela abaixo da axila esquerda, no quadril sobre o osso ilíaco esquerdo e sobre a tíbia da perna esquerda. Também têm sido registradas hemorragias pelo nariz, ouvidos, vagina e reto (apenas nos homens). Os cortes com aparência de cicatrizes aparecem em geral por trás da orelha direita e nas costas, o que nos faz supor que sejam resultados de processos de extração de algo, enquanto que as regiões com sangramento indicam ferimentos para introdução de objetos.

Como podemos observar, o fenômeno da abdução envolve famílias inteiras, de pais a filhos e netos. Mas os indicadores que temos à disposição nos mostram que elas começam pelos portadores de sangue com fator RH positivo. Dentro das observações realizadas por nossa equipe, constatamos algumas anomalias fisiológicas nos abduzidos. Por exemplo, logo depois do encontro com extraterrestres, os protagonistas passam a escutar ruídos ensurdecedores nos ouvidos. Igualmente, durante a noite um visitado pode produzir grandes quantidades de urina – em alguns casos, ele se levantará para ir ao banheiro entre 8 a 10 vezes, interrompendo o sono. O curioso é que, apesar disso, volta a dormir…

Graças à pesquisa de Sílvia Pérez Simondini [Presidente do grupo Visión Ovni e pesquisadora das chamadas Luzes de Victoria, que se manifestam com espantosa freqüência na cidade homônima da Província de Entre Rios, noroeste da Argentina] e analisando as marcas deixadas por ETs, sabemos que esses fatos não ocorrem somente aos seres humanos, mas também aos animais. Talvez o fenômeno deva-se a algum tipo de radiação que acompanha os aparelhos voadores dos visitantes – possivelmente de natureza eletromagnética. Outra mudança observada nos abduzidos em relação aos sinais que apresentam em seus corpos é que, logo após estes serem produzidos, constata-se um leve aumento na quantidade de seus glóbulos brancos.

Continua

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

CICATRIZAÇÃO
Geralmente os médicos não encontram infecção alguma nos pacientes analisados, o que pode indicar que se trate apenas de uma reação defensiva, frente à intrusão de elementos estranhos nos corpos dos abduzidos. Também temos encontrado nos abduzidos que pesquisamos uma rápida melhora e cicatrização em feridas produzidas comumente por acidentes de trabalho, no lar, etc. Eles podem apresentar igualmente alergias nas mucosas e vias respiratórias. Mas o que tem chamado nossa atenção é o fato de que exibem algum tipo de doença na garganta – a maioria relata a sensação de ter uma bolinha que se dilata e se contrai na zona média da faringe, às vezes com muita dor. Casualmente, isso traz disfonia ao tocar as cordas vocais. E em todos os casos examinados, os pacientes abduzidos tiveram faringite por alergia diagnosticada.


Consultamos o doutor Norberto Arias, professor de Histologia na Universidade de Buenos Aires, a respeito de nossas observações. Ele nos confirmou que, pelas leis da hereditariedade, os filhos recebem o sangue de um de seus pais ou, então, a combinação dos dois. Portanto, os casos pesquisados representam anomalias graves. É singular também que, apesar de não terem o sangue de seus pais, comprovamos outros traços de herança nos filhos. Um exemplo é o caso em que um menino apresenta uma deformação da vesícula igual a que tem o pai, que foi abduzido por alienígenas. Já com respeito às grandes descargas de urina noturna, o doutor Arias nos explicou que o centro disparador da diurese encontra-se na região do hipotálamo – no cérebro – e que pode ser estimulado com uma corrente eletromagnética.

Talvez esse mesmo fato possa explicar o zumbido que se produz no ouvido dos abduzidos. Em relação a este último, podemos especular sobre algum dispositivo que os aliens introduzem no corpo de suas vítimas, que seja capaz de emitir alguma corrente elétrica suave, embora não tenhamos conseguido comprovar nenhum implante no casos que analisamos. Outro dado importante que verificamos é que, na grande maioria das vezes, a abdução se dá com mulheres, quando há um amadurecimento de seus órgãos genitais. Em três destes casos as protagonistas se lembram de terem tido uma perda hemorrágica entre os seis e sete anos de idade. Em outras mulheres abduzidas a menstruação se produziu aos nove anos.

Continua

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

DOMÍNIO EMOCIONAL

Não podemos deixar de lembrar que, num dos casos pesquisados, a testemunha – de 27 anos – sofria de uma punção no ventre que provocada profunda dor no útero, que já apresentava um fibroma. Este tumor estava produzindo fortes hemorragias na mulher, mas elas pararam logo após a intervenção dos visitantes. As ecografias de controle da paciente mostram hoje um útero sadio, sem os rastros do fibroma diagnosticado antes. E a protagonista deste episódio teve, em seguida à sua melhora, uma gravidez normal. Quanto ao aspecto psicológico das testemunhas de abdução que examinamos, temos notado que as mesmas possuem um bom domínio emocional, apesar das experiências traumatizantes vividas. Todas são pessoas lúcidas e ajustadas, que não buscam publicidade

Encontramos nelas também uma grande sensibilidade artística e latente humildade em seu comportamento. Em quase todos os casos que estudamos, depois das visitas de extraterrestres as vítimas têm apresentado um aumento em suas capacidades paranormais, além do surgimento de alguma aptidão para a psicografia. Outras conseguiram produzir involuntariamente os chamados poltergeists [Tecnicamente psicogênese espontânea recorrente], que se associam aos estados de estresse por que passaram. Nesta linha de abordagem é curioso o fato de que uma certa quantidade de casos paranormais do tipo psi kappa [Quando a mente interage com a matéria] esteja relacionada a elementos elétricos ou eletrônicos influenciados pelos abduzidos ou nas proximidades deles.


Isso ocorre quando as luzes de sua casa se acendem ou se apagam sozinhas, assim como as da via pública, quando eles estão presentes. Abduzidos também têm a inusitada capacidade de estragar computadores, aparelhos de TV ou qualquer aparelho elétrico apenas ao tocá-lo ou às vezes passando por perto dos mesmos. A experiência indica que não se atribuem essas condições aos episódios com os visitantes do quarto. Pelo que podemos ver, existe um grande interesse dos seres que nos visitam na genética humana, em nossa reprodução e emoções. Isso é constatação documentada. Deste ponto em diante, no entanto, só podemos especular.

Continua

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

CASOS DE GRAVIDEZ

Como pesquisadores, achamos que os alienígenas estão interessados em nossa constituição genética, não só para o estudo da raça humana mas talvez para a criação de um ser híbrido que leve em seu conjunto a condição de ambas as espécies – a nossa e a deles. Isto explicaria a grande quantidade de casos de gravidez que aconteceram depois das visitas aos dormitório de abduzidas e à posterior extração de seus fetos, o que é efetuado geralmente após três meses de gestação. Acreditamos que haja uma remoção dos mesmos pelos extraterrestres, e não um aborto espontâneo, como pensam as abduzidas – já que nos casos pesquisados não se produziram grandes perdas de sangue e os embriões jamais foram encontrados.

A suposta remoção ocorre geralmente durante o sono, fazendo com que as protagonistas acordem banhadas em pequenas quantidades de sangue, sem sentirem dor ou se lembrarem de um possível aborto, como seria de se esperar. Além de tudo isso, é conveniente enfatizar que essas mulheres tiveram um amadurecimento mais cedo de seus órgãos generativos e que, em alguns casos, é simplesmente desconhecido o momento em que se produziu a gravidez. Achamos, então, que há uma preparação genética da pessoa a ser abduzida desde sua infância, para que seu corpo aceite o embrião híbrido no futuro e o alimente em seu corpo por um tempo, até sua remoção pelos verdadeiros progenitores – os alienígenas –, para propósitos sobre os quais só podemos especular.


Em consultas que fizemos a outros especialistas em genética, tivemos a confirmação de que teria sido criado um ser híbrido entre a raça humana e a símia, num laboratório europeu da Itália, e que a gravidez teria ido bem até o fim. Segundo nosso consultado, os pesquisadores envolvidos no experimento o mantiveram em segredo porque assustaram-se com sua própria obra. O produto da mistura de raças não pôde ter uma vida normal, humana, e é possível também que não tenha podido resistir ao meio ambiente terrestre. Mesmo assim, se se conseguiu uma hibridação entre humanos e macacos com técnicas conhecidas em meados dos anos 80, quais não serão as técnicas e os conhecimentos médicos que terão os extraterrestres, talvez centenas de anos à nossa frente?

Continua

Os aspectos fisiólogicos das abduções alienígenas

HÍBRIDOS

Mas para que produzir um ser híbrido humano-alienígena? Quais as características que temos e que são tão necessárias para os nossos visitantes? Suponhamos por um momento que sejam de uma raça parecida com certos tipos de insetos terrestres – como as formigas ou as abelhas, que formam sociedades dominadas por uma rainha que às vezes se faz de indivíduo reprodutor, já que é a única que pode botar ovos. A fêmea dará a luz aos integrantes de sua colônia, entre os quais haverá grande número de obreiras assexuadas que nunca poderão se reproduzir, e talvez surja uma única entidade feminina que irá formar sua própria sociedade, à parte de sua progenitora. Numa analogia, nossa anatomia e forma reprodutiva podem ter chamado a atenção dos seres extraterrestres que nos visitam tão assiduamente, fazendo-os descobrirem que somos compatíveis com eles se algumas modificações forem implementadas em ambas as espécies.


Dentro das diferenças entre nossas civilizações talvez encontrassem também a sensibilidade e as emoções humanas que, segundo os relatos das testemunhas, parecem não entender e pelas quais se sentem imensamente atraídos. No entanto, notamos que há uma fase das experiências que realizam conosco que os contatados não se lembram completamente, provavelmente por ser a mais traumatizante – e isso é algo que deve ser melhor compreendido por nós, para que eliminemos as barreiras e superstições que nos separam deles.

Nossa anatomia e forma reprodutiva podem ter chamado a atenção dos extraterrestres que nos visitam tão assiduamente, fazendo-os descobrirem que somos compatíveis com eles se algumas modificações forem implementadas em ambas as espécies.


HOMENS
, quando abduzidos, seguem uma rotina de experimentos médicos e biológicos diferente da que é implementada com mulheres. Em geral, são submetidos a uma bateria de testes que visam detectar eventuais anomalias genéticas. Quando estas não existem, os abduzidos podem ser forçados a manter relações sexuais com mulheres extraterrestres. Ou ainda, podem ter seu esperma coletado para análises mais apuradas ou uso futuro.

MULHERES,quando seqüestradas e levadas a bordo de UFOs, têm seus corpos detalhadamente analisados – especialmente seus órgãos generativos. De maneira geral, os raptores escolhem suas vítimas levando em consideração principalmente sua fertilidade e capacidade reprodutiva. Os aliens são bem específicos quanto a isso e as abduzidas recebem um acompanhamento praticamente ininterrupto, podendo ter várias gestações de híbridos.


Liliana e Eduardo Grosso são ufólogos e conferencistas. Seu endereço é: Chacabuco 1208, 6-C, San Fernando, Argentina, 1646. Texto traduzido pela Equipe UFO.
http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=95

Uma análise crítica das abduções

Procedimentos. É comum os abduzidos relatarem ter passado
por exames médicos a bordo de naves, muitas vezes ao lado de
outros seqüestrados que não conheciam








Por :Rodrigo Fuenzalida Herrera

Um dos aspectos mais relevantes da ciência é que ela nos disponibiliza instrumentos capazes de elucidar o fenômeno analisado. E, ao contrário do que muitos estudiosos pensam, tal conceito é perfeitamente aplicável à Ufologia, mormente ao campo das chamadas abduções. Não há, entretanto, um consenso em torno da origem do fenômeno. Ecoa uma profusão de vozes discordantes, que confundem e atrapalham as discussões. Uns são a favor da hipótese extraterrestre, segundo a qual alienígenas atuariam como cientistas realizando testes em animais e seres humanos a bordo de suas máquinas complexas. Outros – e nessa categoria se inclui a maior parte da comunidade científica – encaram e reduzem todo o fenômeno em termos estritamente sociológicos e psicológicos. A resolução do mistério da Ufologia começa necessariamente por uma aproximação mais direta com esse complexo fenômeno. A partir daí, estruturam-se as hipóteses pertinentes e avalia-se o que possuem de verdadeiro.

Céticos e críticos pretenderam explicar o fenômeno sem nem sequer terem saído a campo e entrevistado uma única testemunha de contato simples ou de abduções. Seus juízos de valor não comportam uma compreensão profunda da dita experiência, concentrando-se em pseudo-conjecturas revestidas de preconceitos e destituídas de fundamento. Não me refiro apenas às críticas do cético fanático, caracterizado pela ausência de flexibilidade mental, mas também aos dogmas dos crentes no Fenômeno UFO, afeitos a explicar e reduzir tudo à hipótese extraterrestre. Os critérios utilizados para selecionar os objetos de estudo da Ufologia surgem basicamente das notícias das próprias pessoas, sejam testemunhas de UFOs, seqüestradas por ETs ou vítimas de outras experiências bizarras. Suas vivências costumam ser primeiro submetidas à avaliação psiquiátrica. Se a experiência ultrapassa os limites dessa disciplina – havendo, por exemplo, a confirmação por parte de outras testemunhas ou indícios atestando a materialidade do UFO ou do fenômeno a ele relacionado –, procede-se à investigação ufológica propriamente dita, centrada nas testemunhas principais da ocorrência.

Continua

Uma análise crítica das abduções

Limites da compreensão

As abduções, no meu entender, são os casos mais interessantes, pois na maioria das vezes ultrapassam os limites da compreensão a ponto de exacerbar as hipóteses convencionais – alucinações, patologias, alteração da consciência etc –, lançando-nos em uma dimensão antes desconhecida da realidade. Devemos avaliar cuidadosamente o quadro geral dos seqüestrados, e isso somente é possível com enfoque científico, por vezes ainda negligenciado nos meios ufológicos de todo o mundo – em especial do Chile, onde atuo e onde impera a desorganização e a precariedade de condições estruturais e intelectuais.

A partir do instante em que um grupo de pessoas começa a relatar experiências comprometedoras de seus estados emocionais, intelectuais e físicos, típicos de um caso de abdução, nos vemos diante de uma situação passível de ser reduzida a uma apreciação mais primária, de cunho psicossociológico. É perfeitamente possível estabelecer a influência cultural nos conteúdos de determinados relatos de abdução, identificando a construção do argumento com o padrão de seriados de televisão, filmes, livros de ficção científica etc.

Continua

Uma análise crítica das abduções

Aprimorando a ciência.

Em muitas dessas experiências os componentes de maior impacto referem-se à origem dos prováveis raptores e as circunstâncias do fato. Tal constatação já justifica a atenção por parte de profissionais da área da saúde mental – psicólogos e psiquiatras – e da sociologia, e como conseqüência induz a identificação dos fatores psicológicos e sociais envolvidos. Ademais, se houver indícios mensuráveis em termos empíricos, como fotos, filmes, vestígios químicos, resíduos metálicos e outros, deverão ser submetidos à análise em um laboratório competente. Seria possível assim trazer à tona uma realidade objetiva e independente do protagonista dessas vivências, dando margem a conjecturas sobre a origem externa do fenômeno, situando-o em um contexto muito mais amplo.

A Ufologia, por sua própria natureza multifacetada, é considerada uma área potencial de estudos, pois gera demanda de praticamente todas as ciências, como se verificou no conclave sobre abduções realizado no Instituto de Tecnologia de Massachusetts [Massachusetts Institute of Technology, MIT], marco no avanço do reconhecimento da relevância desse complexo fenômeno para o saber humano. A Ufologia tem contribuído sobremaneira para o aprimoramento da própria ciência, estimulando o seu desenvolvimento mediante o comprometimento de profissionais em distintos projetos de pesquisa por todo o mundo. Estudos e teses têm sido elaborados em várias universidades, departamentos e institutos de pesquisa, seguindo uma linha científica rigorosa. Esforços e recursos são aliados e produzem resultados animadores.

Rodrigo Fuenzalida Herrera é sociólogo, presidente da Asociación de Investigaciones Ovniológicas Nacionales (AION) e correspondente da Revista UFO no Chile. Seu e-mail é: rfuenza@chilesat.net. Este texto for traduzido por James J. Farias.

Leia esta matéria na íntegra adquirindo a Revista UFO 132.
http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=2814

Principais semelhanças entre abduções e projeções astrais



Conheça algumas das principais semelhanças entre as abduções alienígenas e as chamadas experiências de projeção astral ou viagens extrafísicas, segundo o renomado pesquisador e projeciologista brasileiro Waldo Vieira. Tais similaridades têm grande significado para um entendimento abrangente da Ufologia.

AMNÉSIA — Surge geralmente em pessoas que fazem viagens astrais e nas vítimas de abduções, que passam pelo chamado missing time, sensação de tempo perdido.

TRANSLOCAÇÃO — Sensação de transporte instantâneo a qualquer lugar. Em alguns casos, abduzidos ou contatados atravessam luzes, fumaças etc, surgindo em locais distantes ou inimagináveis.

PARALISIA — Um curioso estado de slow motion também está entre as coincidências entre as abduções alienígenas e as experiências fora do corpo.

DESORIENTAÇÃO — Sensação de estar em locais fora de padrão, sem arestas, cantos ou linhas retas também é relatada tanto por abduzidos e contatados, quanto por pessoas que exercitam viagens astrais.

CURVATURAS — Vários ambientes visitados pelos abduzidos, desde discos voadores e naves-mãe até outros planetas, apresentam uma conformação física ou arquitetura com superfícies curvilíneas. Parece que os alienígenas têm predileção por tais formas.

HUMANÓIDES — Os seres observados em viagens astrais e em abduções são ligeiramente ou muito diferentes do ser humano, mas mesmo assim humanóides. Praticamente 99% dos relatos mostram que a anatomia alienígena é composta de cabeça, tronco e membros.

TELEPATIA — A maioria dos contatos entre humanos e ETs acontece via telepática, assim como ocorre com pessoas, conhecidas ou não, que se encontram em suas experiências fora do corpo. Raramente, mas há registros, viajantes astrais encontram ETs em suas experiências e se comunicam com eles telepaticamente.

DISTÂNCIA — Abduzidos e viajantes extrafísicos compartilham uma visão da Terra de um ponto externo a ela, à grande distância.

Como são as abduções

Grande parte das abduções ocorrem durante a noite ou nas primeiras horas da manhã


Por: John E. Mack, Ph.D.

Normalmente os contatos começam nos lares ou em automóveis. Em alguns casos, o abduzido pode estar caminhando pela rua. O primeiro indicativo de que está para ocorrer uma abdução pode ser uma inexplicável luz azul ou branca que inunda o quarto, um estranho zunido, apreensão, sensação de uma presença estranha ou até mesmo o avistamento direto de um ou mais humanóides e, é claro, da própria nave. Quando uma abdução ocorre durante a noite ou, como é comum, durante as primeiras horas da manhã, o abduzido pode a princípio achar que se trata de um sonho. Mas um cuidadoso interrogatório revelará que o protagonista não estava dormindo e que a experiência teve início num estado consciente, após ter acordado.

Ao começar o processo, a vítima pode sentir uma sutil mudança de consciência, mas esse estado é real, ou, melhor ainda, maior do que o normal. Há um momento de choque e tristeza quando o seqüestrado descobre, na entrevista ou durante uma sessão de hipnose, que aquilo que pensava ser um sonho e o fazia sentir-se mais confortável foi, na verdade, uma experiência bizarra e apavorante, que lembra ter acontecido, mas para a qual não tem explicação. Após o contato inicial, o abduzido normalmente flutua pelo corredor, através de paredes, janelas ou teto de carro.

Em geral se espanta ao descobrir que atravessou um objeto sólido, sentindo apenas uma leve sensação vibratória. Na maioria dos casos, o raio de luz parece servir como uma fonte de energia para transportar o abduzido do local onde ele estava até um estranho veículo que se encontra à espera dele. Geralmente a vítima é acompanhada por um, dois ou mais humanóides que a guiam até a nave. Nesse ponto, descobre que foi dominada ou paralisada por um toque de mão ou por um instrumento manejado por um dos seres.

O abduzido consegue mover a cabeça e geralmente pode ver o que está se passando, apesar de freqüentemente fechar os olhos, numa tentativa de negar ou evitar a realidade. O terror associado à impotência mescla-se com a natureza apavorante dessas experiências. Quando a abdução se dá no quarto, a vítima pode inicialmente não ver a nave, que é a fonte de luminosidade e se encontra do lado de fora da casa. De tamanhos variados, os UFOs emanam fortes luzes de cores branca, azul, alaranjada ou vermelha, de sua parte inferior e das aberturas laterais, com a forma de escotilhas, que contornam sua borda exterior.

Após serem levados de casa, os abduzidos quase sempre avistam um pequeno veículo que pode estar apoiado sobre longas pernas. Inicialmente, são levados para esse objeto, que então segue para a nave-mãe. Em outras ocasiões, experimentam ser transportados para o alto, diretamente para a nave maior – também conhecida como nave-mãe –, e vêem a casa ou o chão lá embaixo diminuindo velozmente. Normalmente, o abduzido reage nessa e em ocasiões posteriores para deter a experiência, mas isso de nada adianta, a não ser para dar ao paciente uma sensação vital de que ele não é apenas uma vítima passiva. Entretanto, há pequenas variações sobre o que é experimentado durante essa fase da abdução.

http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=698


Rios de vida entre as estrelas

A vida no Universo pode ser um fenômeno muito mais estendido do que pensam os mais otimistas, pois se confirma uma nova teoria que acaba de apresentar Thomas Dehel, um engenheiro que trabalha na Administração Federal de Aviação dos Estados Unidos.

Dehel terá proposto que a ação dos campos elétricos da Terra sobre baterias que estão descarregadas eletricamente poderiam lançar mais alem do campo gravitacional no nosso planeta. O mesmo fenômeno físico que provoca as Auroras – Boreais, é segundo Dehel o propulsor dos, micro – organismos.

De acordo com as suas teorias, as baterias se vão ascendendo e se reproduzem na alta atmosfera, com o que dá tempo de se adaptar ás mais duras condições ambientais e á radiação ultravioleta e á ausência de atmosfera. Alguns investigadores teriam proposto que um impacto de um grande asteróide pode lançar para o espaço, micro – organismos terrestres, que podem alcançar assim outros planetas.

Sem embargo mostra que estes choques são pouco freqüentes, a propulsão elétrica é contínua. Mediante a propulsão elétrica os micróbios terrestres podem chegar alcançar todos os planetas e satélites do nosso sistema Solar e prosperar vida em determinadas condições ambientais, como Marte. O processo pode ser similar em outros planetas, como pelos hipotéticos micróbios do Planeta Marte também poderem chegar á Terra. Dehel considera que diversos fenômenos fiscos podem acelerar a velocidade dos micróbios basta os tirar do nosso sistema solar. Potencialmente um só planeta que tenha seres vivos poderá semear vida em toda a Galáxia
.

Análise das atividades alieníenigenas na Terra


O que os extraterrestres buscam em nosso planeta e na espécie humana?
Uma análise da questão à luz de novas hipóteses de trabalho.

Por:Paulo Rogério Alves

A idéia deste texto é fazer uma pequena análise dos motivos que existem por trás das chamadas abduções. Mas antes de entrarmos diretamente neste assunto, é interessante olharmos um pouco melhor este importante aspecto do Fenômeno UFO. Primeiramente, o que é uma abdução?

No dicionário Aurélio encontramos a seguinte definição: “Rapto com violência, fraude ou sedução”. Já no meio ufológico definimos como abdução os relatos de pessoas que afirmam ter sido levadas para o interior de naves extraterrestres, sem seu consentimento ou por persuasão. Muitas vezes, as vítimas passam por algum tipo de experiência a bordo dos veículos, na maioria das vezes traumáticas. Também há alguns casos onde as incursões são feitas na própria casa e até na cama do abduzido.

Como não poderia deixar de ser, esses relatos são abordados pelos pesquisadores de duas maneiras radicais. Uma delas afirma que existe explicação científica e simples para todos esses casos, enquanto a outra garante que só a única explicação é a ação de alienígenas. Aqueles que defendem a explicação científica das abduções têm várias teorias para apresentar, que vão desde traumas causados nos abduzidos por abusos sexuais na infância até distúrbios no sono, que são capazes de fazer com que uma pessoa confunda sonhos com a realidade, misturando um ao outro e criando uma nova verdade na qual ela acredita sem dúvidas. No primeiro caso, o relato dos abduzidos seria uma forma de a pessoa exteriorizar seu trauma e o medo que sentiu durante o abuso, na infância, transpondo-o para algo fora do seu controle, assim como a figura alienígena.

CONTINUA