quinta-feira, 12 de julho de 2007

Bioenergia E Bioeletrônica

EP: Tem havido uma mudança radical na percepção do universo, em direção a uma espécie de desmaterialização. E, conseqüentemente, sua aproximação bioenergética está nessa linha. Você acredita que sua investigação está nos levando a uma futura teoria da vida, que seria muito diferente da concepção químico-molecular que tínhamos antes?

FAP: Os sistemas vivos, comparados com outros sistemas, se diferenciam no fato de que a interação com a matéria é muito estreita, são dependentes um do outro, ambos se influenciam entre si. E este é um aspecto completamente novo. Está muito longe da visão da vida do ponto de vista de que a interação entre as moléculas é baixa.

É claro que é necessário saber que as moléculas estão envolvidas, porque podem chegar a influenciar todo o campo, mas não é suficiente. Seria como se você tratasse de descrever uma moeda só por uma de suas caras. Tem-se de olhar ambos os lados para se ter uma imagem completa.

Fonte: RTVE

Parâmetros para a revolução telescópia.

DESENHOS DE GALILEU comparados com fotos dos satélites de Júpiter e da Lua

Poder coletor, poder resolvente e fator de ampliação estão na base da pequena luneta de Galileu e permanecem como referências mesmo para telescópios modernos.

Para uma abordagem histórica do telescópio certamente vale a pena começar com a consideração de que o olho humano é um órgão tão fantástico que milhares de anos se passaram antes que pudéssemos perceber que ele tem limites e que esses limites podem ser superados.

O telescópio foi o primeiro instrumento usado para tornar visíveis coisas antes invisíveis. Ao longo de quatro séculos essa extensão do olho se expandiu em muitas direções: tamanho, acuidade, faixa espectral, rapidez de resposta e tempo de acumulação de luz.

Hoje ela opera em separado do corpo, de modo robótico, transmitindo imagens a distâncias de bilhões de quilômetros. Para compreender o funcionamento de um telescópio é preciso conhecer seu princípio, dado por Galileu. Deixando uma série de detalhes (técnicos e históricos) de lado, vamos nos concentrar nos três parâmetros que propiciaram essa revolução: poder coletor, poder resolvente e fator de ampliação.

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Parâmetros para a revolução telescópia.

A luz da maioria dos astros é tão fraca que é preciso coletar mais que a capacidade do olho para enxergá-los. Para isso, usa-se uma lente (também chamada de objetiva), que obviamente tem de ser maior que a pupila na entrada no olho. O poder coletor é simplesmente o número de vezes que a área da objetiva é maior que a pupila. (Lembre-se de que a área de uma figura circular é proporcional ao quadrado do diâmetro).

Uma pessoa de visão média, olhando para o alto do céu numa noite límpida, sem a presença da Lua ou de luzes artificiais, enxerga estrelas de até magnitude 6. Isso equivale a enxergar a sétima estrela do aglomerado das Plêiades. Por isso, no interior do Brasil, esse asterismo é chamado de “setestrelo”.

Galileu não tinha uma visão particularmente boa, pois a olho nu só enxergava seis das sete estrelas desenhadas em claro e negrito. As demais, representadas por pontos, ele só observou porque a objetiva da luneta tinha um poder coletor maior que o de sua pupila. Quanto teria sido esse fator?

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Parâmetros para a revolução telescópia.

ESBOÇO FEITO POR GALILEU mostra seis das sete estrelas de Plêiades visíveis a olho nu. À direita, fotografia astronômica desse asterismo


Não sabemos com qual de suas lunetas Galileu fez essas observações, mas podemos deduzir. Comparando esse desenho de Galileu com os catálogos atuais de brilho de estrelas, nota-se que ele enxergou estrelas de até magnitude 9 através da luneta. Como o ganho em magnitudes = 2,5 x logaritmo do ganho em luminosidade, isso significa que a objetiva da luneta coletou 16 vezes mais luz que o olho nu, o que dá um diâmetro quatro vezes maior que o da pupila.

Como a pupila à noite tem 0,6 cm de abertura, deduz-se que a objetiva da luneta de Galileu tinha 2,5 cm de diâmetro. De fato, esse era o diâmetro das primeiras lunetas galileanas. Seguindo esse mesmo raciocínio, não é difícil mostrar que se Galileu tivesse um telescópio como o Soar, cujo espelho primário tem 4,1 metros de diâmetro, conseguiria observar astros 467 mil vezes mais fracos que a olho nu (ganho de 14 magnitudes), o que implica um limite de magnitude 20.

Através do Soar, se poderia enxergar uma estrela como o Sol a 37 mil anos-luz, enquanto a olho nu o limite de visibilidade do Sol seria de apenas 65 anos-luz. Esses cálculos mostram por que o poder coletor, ou seja, o diâmetro da objetiva é o parâmetro mais importante de um telescópio / luneta, e isso é bem exemplificado por uma imagem moderna das Plêiades, que mostra que esse aglomerado contém mais de uma centena de estrelas, em vez das apenas 35 vistas por Galileu. O poder coletor permite revelar astros de brilho mais fraco que o limite detectado pelo olho humano.

O segundo parâmetro de uma luneta /telescópio é o poder resolvente, homólogo à acuidade na visão humana. Quanto menor as coisas que se enxerga, maior o poder resolvente. Desenhe dois pontinhos bem próximos entre si numa folha de papel. Pregue-a na parede e se afaste até não conseguir mais distinguir um do outro. A esta distância, a separação angular entre eles é de 2 minutos de arco, se você tiver uma acuidade visual típica.

Conhecimentos elementares de geometria permitem calcular o poder resolvente de seu olho usando um triângulo tendo como base os dois pontos na folha e sua distância até a parede. Com esse poder resolvente conseguimos distinguir uma pessoa a uma distância de 3,5 km (separar um ponto localizado na cabeça de outro nos pés).

As primeiras lunetas de Galileu permitiam um fator quatro vezes maior, ou seja 15 km. Foi isso que encantou seus patrocinadores. Eles podiam avaliar quantos soldados e quantas armas havia no convés dos navios inimigos muito antes que entrassem no porto.

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Parâmetros para a revolução telescópia.

ESQUEMA DE UMA LUNETA, mostrando a objetiva, a imagem no plano focal, a ocular e o fator de aumento

Limite do olho
O poder resolvente de uma lente cresce proporcionalmente ao seu diâmetro. Para a luz visível, uma objetiva de 10 cm tem poder resolvente de 1 segundo de arco (1”), o que é 120 vezes melhor que a vista desarmada. Com uma lunetinha menor que essa, Galileu revelou as crateras e as montanhas da Lua, as fases do planeta Vênus, as manchas solares, as luas de Júpiter etc. O poder resolvente permite ver coisas menores que o limite do olho humano.

A objetiva projeta a imagem em um plano focal, a uma certa distância (distância focal). Se colocarmos o olho no plano focal da objetiva, o brilho da imagem do astro será maior que a olho nu, mas não necessariamente enxergaremos mais detalhes. Isso porque a imagem no plano focal é, em geral, muito pequena e precisamos ampliá-la para enxergar os detalhes.

Isso porque a imagem no plano focal é, em geral, muito pequena e precisamos ampliá-la para enxergar os detalhes. Para isso, usa-se uma segunda lente, de menor distância focal que a objetiva, a chamada ocular. O fator de ampliação (ou aumento) da ocular é determinado pela razão entre a distância focal da objetiva da ocular.

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Parâmetros para a revolução telescópia.

Assim, uma ocular de 10 cm de distância focal, acoplada a uma objetiva de 1 metro de distância focal permite aumento de 10 vezes. Outra, de 1 cm dá aumento de 100 vezes. Jogando com esses dois números é possível obter fatores de aumento de até milhares de vezes. Esse fator não tem a menor importância para os astrônomos profissionais, desde que passaram a coletar as imagens sobre detectores e só depois, durante o dia, se dão ao trabalho de ampliá-las.

O “aumento” é um número que os vendedores geralmente usam para impressionar os compradores novatos de lunetas. Note que uma ocular com mil vezes de aumento é imprestável para a observação com lunetas. Entre os diversos motivos está o fato de que a atmosfera deforma as imagens dos astros, transformando estrelas puntiformes em pequenos borrões de alguns segundos de arco.

De nada adianta ter o poder resolvente da óptica de um telescópio maior se o fator limitante é a atmosfera. Por isso, embora os telescópios tenham aumentado surpreendentemente em poder coletor desde a luneta de Galileu, a nitidez das imagens não melhorou muito nesses 400 anos, pois esteve limitada pela atmosfera terrestre e não pela óptica do telescópio. Só recentemente a tecnologia vem conseguindo superar o limite atmosférico, mas isso é história para um próximo artigo.

sábado, 7 de julho de 2007

COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Foto cedida Alien-UFOs.com






Fotografia de uma nave triangular vista por muitas pessoas nos céus da Bélgica entre 1989 e 1990



Introdução
Em 9 de dezembro de 1965, centenas de testemunhas viram um estranho objeto cair em uma floresta nos arredores de Kecksburg, Michigan. Na manhã de 27 de dezembro de 1980, dois patrulheiros da Força Aérea dos EUA viram um objeto metálico brilhante pairando sobre Rendlesham Forest em Suffolk, Inglaterra.



Entre 1989 e 1990, centenas de enormes objetos triangulares foram vistos nos céus da Bélgica. Em 5 de janeiro de 2000, um empresário e vários policiais em Illinois viram um enorme objeto brilhante e iluminado cortar o céu em alta velocidade.


Milhares de pessoas em todo o mundo descreveram ocorrências como essas: objetos voadores não identificados e estranhos que pairam no ar ou aterrissam no chão. Será que esses objetos voadores não identificados (OVNIs), como são chamados, são naves espaciais alienígenas nos visitando de planetas distantes?




Ou são apenas aeronaves militares de altíssima tecnologia, balões meteorológicos ou outras aparições facilmente explicáveis?
Este artigo analisa os mitos e os mistérios que cercam os OVNIs, enfatizando as descobertas que os pesquisadores fizeram até agora e o mistério que ainda cerca esses estranhos objetos voadores.


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COMO FUNCIONAM OS OVNIs


Em meados do século XX, a Força Aérea dos EUA (em inglês) inventou a expressão "OVNI" como termo geral para qualquer "objeto voador não identificado" - luzes e objetos desconhecidos vistos no céu. Mas entre os ufólogos (pesquisadores e entusiastas dos OVNIs), o termo se tornou sinônimo de espaçonave alienígena.

O falecido astrônomo
J. Allen Hynek (em inglês) definiu um OVNI como:
"A aparente percepção de um objeto ou luz visto no céu ou na terra; o aparecimento, a trajetória, a dinâmica geral e o comportamento luminescente de algo que não suscita uma explicação lógica e convencional e que, além de ser misterioso para quem o viu, permanece não identificado depois de exame cuidadoso de todos os indícios disponíveis por pessoas tecnicamente capazes de fazer uma identificação lógica, se isso for possível".

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Na maioria das vezes, descobre-se que os OVNIs são algo conhecido: um balão meteorológico ou luzes de um avião, por exemplo. Mas em 5 a 10% dos casos de OVNIs, o objeto continua sendo um mistério.
Foto cedida por HBCC UFO Research /Brian Vike, UFO Evidence.
Foto tirada do céu sobre uma praia na Carolina do Norte



Foto cedida www.circlemakers.orgCírculo na plantação descoberto em Alton Barnes na Inglaterra, em junho de 2004





As aparições de OVNIs estão associadas às chamadas abduções por alienígenas, em que as pessoas dizem ter sido transportadas para uma nave espacial extraterrestre e submetidas a vários exames físicos - até mesmo experimentos de cruzamento com alienígenas. Os OVNIs são relacionados aos círculos nas plantações, padrões estranhos e às vezes inexplicados que se formam da noite para o dia nos campos.

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs








Os OVNIs são acusados de mutilações de animais - cavalos, cabras, vacas, veados e outros encontrados sem sangue e sem as vísceras. A teoria alienígena surge porque, de modo geral, não há pegadas ao redor do animal para indicar que um ser humano foi responsável pelo fato.

Durante a aparição de um OVNI, descrevem-se fenômenos estranhos como interferências no
rádio e na TV ou problemas na ignição de carros. Muitos OVNIs deixam estranhos cartões de visita, como por exemplo: recortes no solo, vegetação queimada ou aplainada, cordões parecidos com teias de aranha que pendem de postes telefônicos e árvores e que se desintegram ao toque, além de escombros não identificados.

Então, eles realmente são objetos alienígenas?

COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Foto cedida Alien-UFOs.com
Fotografia tirada ao pôr-do-sol, na Espanha, em 1978: parecem luzes estranhas no céu


Os OVNIs são reais ou ficção científica?
Será que os OVNIs são naves espaciais alienígenas pilotadas por seres extraterrestres ou são objetos terrestres que apenas não foram identificados adequadamente? A questão gera muita polêmica, contrapondo aqueles que acreditam em OVNIs contra aqueles que dizem que precisam de mais provas científicas.

Pesquisas mostram que a grande maioria dos americanos acredita que há vida inteligente em outro lugar do universo. Mais de 60% dos entrevistados por uma pesquisa da
CNN (em inglês), em 1997, disseram acreditar que alienígenas fizeram contato com seres humanos; aproximadamente 50% disseram que acham que alienígenas abduziram humanos e 80% acreditam que o governo está escondendo algo sobre o contato com alienígenas.

As pessoas que alegam ter visto OVNIs têm certeza de que o que viram é real. Elas dizem que esses seres alienígenas vieram à Terra estudar a raça humana, criar uma nova espécie híbrida ou simplesmente se comunicar com os humanos. Mas os céticos dizem que existe uma falta incrível de indícios científicos reais para provar - ou contestar - o fenômeno do OVNI. Eles argumentam que a maioria dos OVNIs acaba sendo um conjunto de fenômenos identificáveis que vão de balões meteorológicos,
chuvas de meteoros (em inglês) a fraudes.

A equação de Drake
Há vida inteligente em outros planetas? Em 1961, o Dr. Frank Drake, presidente do Instituto SETI (Busca de Inteligência Extraterrestre), desenvolveu uma equação matemática para determinar essa probabilidade. Sua equação se baseia em sete variáveis, dentre as quais o número de estrelas em nossa galáxia e a porcentagem de estrelas que têm sistemas planetários. Quando se multiplica todas as sete variáveis, a resposta é o número provável de civilizações no espaço que seriam capazes de se comunicar conosco.

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Como os pesquisadores estudam os OVNIs?

Na década de 40, o governo dos Estados Unidos estava muito interessado na pesquisa sobre OVNIs. A Força Aérea dos EUA começou a investigá-los em 1948, com um programa denominado Project Sign. Posteriormente, o nome mudou para Project Blue Book e, entre 1948 e 1969, o governo investigou mais de 12 mil aparições de OVNIs.

Dessas, descobriu-se que 11.917 eram objetos terrestres como balões meteorológicos e
satélites; fenômenos climáticos como relâmpagos e reflexos; ocorrências astronômicas, ou farsas. Os 701 casos restantes ficaram sem explicação.

Em 1969, a Força Aérea encerrou o projeto Blue Book, alegando falta de provas conclusivas. O projeto Blue Book concluiu que:

- Nenhum OVNI descrito, investigado e avaliado pela Força Aérea deu qualquer indicação de ameaça à segurança nacional;
-Não há provas enviadas ou descobertas pela Força Aérea de que as aparições classificadas de "não identificadas" representem avanços ou princípios tecnológicos além do limite dos conhecimentos científicos atuais;
-Não há nenhuma prova indicativa de que as aparições classificadas como "não identificadas" sejam veículos extraterrestres.


As pesquisas sobre OVNIs continuam no setor privado. O Instituto SETI (Busca de Inteligência Extraterrestre) monitora regularmente os céus, procurando sinais oriundos de planetas distantes. No final da década de 90, eles acharam algo - um padrão repetitivo originário de um ponto a 1,6 milhão de quilômetros de distância. Mas em poucas horas, os cientistas do SETI identificaram o padrão como um sinal de um observatório solar denominado SOHO, que está em órbita a 1,6 milhão de quilômetros da Terra.

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

O governo está escondendo alguma coisa?

Em uma noite de verão, em 1947, moradores dos arredores de Roswell, Novo México, viram luzes estranhas no céu e depois ouviram um barulho ensurdecedor. Na manhã seguinte, depois de forte tempestade com trovões, o administrador de uma fazenda chamado Mac Brazel saiu para ver as ovelhas e encontrou escombros estranhos.

Ele entrou em contato com o delegado da cidade, que avisou o governo. Os escombros foram levados ao Roswell Army Air Field e depois ao Wright Field em Dayton, Ohio. No dia 8 de julho de 1947, o coronel William Blanchard do 509th Bomb Group, em Roswell, divulgou um boletim de imprensa declarando que os militares tinham recolhido os escombros de um "disco voador".

Algumas horas depois, o general Roger Ramey, comandante da Eighth Air Force em Fort Worth Army Air Field no Texas, divulgou um segundo boletim de imprensa negando o primeiro. Segundo Ramey, os escombros que os homens de Blanchard apanharam nada mais eram do que um balão meteorológico e seu detector de radar.

Qual boletim de imprensa era verdadeiro? Pessoas que acreditam em OVNIs dizem que o primeiro era verdadeiro e que o segundo fazia parte de uma complexa operação para encobrir os fatos e que se estende há mais de meio século. Eles acreditam que o governo realmente apanhou uma nave e sua tripulação alienígena.

Testemunhas oculares dizem ter visto corpos cobertos sendo levados pelos militares. Algumas pessoas disseram ter assistido a uma autópsia alienígena. Os teóricos de Roswell dizem que o governo se reúne secretamente com alienígenas desde a queda em um lugar chamado Área 51 em uma região distante no estado de Nevada.

Autópsia de alienígena
Um empresário inglês chamado Ray Santilli alega que enquanto pesquisava cópias de filmes para um vídeo musical, ele se deparou com um filme que mostrava a autópsia de um alienígena, encontrado depois da queda de um OVNI em Roswell, Novo México, em 1947. Subseqüentemente, o filme foi transmitido em um especial da Fox TV, em 1995: "Autópsia de alienígena - realidade ou ficção?" Posteriormente, a Fox se pronunciou e admitiu que o filme era uma farsa filmada em 1994 com atores.

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Foto cedida Amazon.comOs homens de preto apareceram pela primeira vez no livro de Gray Barker, em 1956, "They Knew Too Much about Flying Saucers" e foram o assunto do famoso filme "Homens de Preto", de 1997




Outra teoria relacionada à suposta operação do governo para encobrir fatos reais diz respeito ao silenciosamente de testemunhas. Várias testemunhas de OVNIs dizem que receberam a visita de homens trajando ternos pretos que tentaram intimidá-las para que se calassem.

Esses chamados "Homens de Preto", que se tornaram conhecidos do público através do livro de Gray Barker, de 1956, "They Knew Too Much about Flying Saucers", são alienígenas que ocultam suas próprias provas ou agentes do governo que tentam esconder aterrissagens alienígenas.

Segundo a maioria das referências, o livro de Barker é uma obra de ficção. A mitologia que cerca os homens de preto deu origem a dois filmes famosos, uma série de TV e um videogame.

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Abduzido por alienígenas?

Será que os alienígenas realmente abduzem as pessoas e fazem experimentos com elas? Muitos dizem que sim. Provavelmente, o primeiro relato de uma abdução alienígena veio de um casal em New Hampshire chamado Barney e Betty Hill. O casal relata que, em 19 de setembro de 1961, enquanto dirigia pela zona rural na região central de New Hampshire, notou uma luz se movendo no céu.

Quando o objeto se aproximou, eles viram que era grande e achatado, com luzes multicores e muitas fileiras de janelas. Quando Barney olhou a nave com o binóculo, aparentemente viu criaturas em seu interior, sendo que uma delas parecia ser o líder. Assustado, o casal foi para casa. Vários dias depois da aparição, Betty começou a ter pesadelos em que estava dentro da nave. Depois, sob
hipnose, o casal se lembrou de ter sido levado ao OVNI e ser submetido a experimentos.

Será que o casal Hill e as milhares de outras pessoas que dizem ter sido abduzidas desde então estavam dizendo a verdade? Céticos alegam que os alienígenas "com olhos enormes e alongados" que Barney descreveu apareceram em um episódio de "
Outer Limits" (em inglês) apenas 12 dias antes da sessão de hipnose em que ele os descreveu.

Mas as histórias de abduzidos são extraordinariamente semelhantes. Muitas pessoas se lembram de ficar banhadas em luz e de se sentir paralisadas. Depois, há a sensação de serem transportadas em um raio de luz até a nave espacial alienígena. Elas descrevem uma sala de exames em que seu corpo é analisado, investigado e estudado de vários modos. Muitos dizem que seu esperma ou óvulos foram removidos e usados para produzir prole humano-alienígena, que algumas pessoas dizem ter encontrado quando retornaram à nave posteriormente.

Essas lembranças podem parecer imaginação, mas alguns pesquisadores dizem que os abduzidos por alienígenas apresentam os mesmos sintomas de distúrbio do estresse pós-traumático que os veteranos de guerra. O pesquisador da Harvard University, Richard McNally e seus colegas, na edição de julho de 2004 da publicação
Psychological Science (em inglês) informaram que quando os abduzidos ouvem fitas de áudio com sons que imitam suas experiências, apresentam sintomas físicos - palmas das mãos suadas, músculos contraídos e freqüência cardíaca elevada.

Além disso, o momento das histórias de abdução parecem coincidir com o aparecimento de OVNIs nas proximidades. Muitos dos abduzidos são dados como desaparecidos quando alegam ter sido abduzidos e, quando retornam, têm cortes e hematomas estranhos no corpo.

Lugares famosos
Há lugares ao redor do mundo, entre os quais Gulf Breeze, Flórida (EUA) e Warminster, Wiltshire (Inglaterra) que são famosos pela freqüência de aparições de OVNIs. Esses lugares registram um conjunto de aparições durante um período de vários meses ou anos. Essas fotografias de Ed Walters mostram o que parece ser um OVNI visto sobre Gulf Breeze, Flórida.

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Encontros imediatos através da história

Embora as aparições de OVNIs tenham se tornado mais comuns na segunda metade do século passado, há relatos de estranhos objetos voadores registrados no decorrer dos tempos. Erich Von Daniken escreveu mais de duas dúzias de livros, dentre os quais "Chariots of the Gods? - Unsolved Mysteries of the Past", alegando que alienígenas visitam a Terra há dezenas de milhares de anos.

A Bíblia, segundo ele, está repleta de referências aos visitantes alienígenas. Ele argumenta que os alienígenas ajudaram a construir as pirâmides, apresentaram a ordem social e a arte aos antigos humanos e até mesmo se cruzaram com nossos ancestrais para criar nossa espécie moderna.


Antigos textos sânscritos supostamente descrevem máquinas voadoras, denominadas vimanas, usadas pelos deuses para combates no céu. Em determinado texto, descreve-se a construção da vimana (tradução):

"... como um grande pássaro voador de material leve. Dentro, coloca-se o motor de mercúrio com seu aparato para aquecimento de ferro abaixo. Por meio da potência latente no mercúrio que coloca em movimento o aparato de propulsão, um homem sentado em seu interior pode percorrer uma grande distância no céu. Os movimentos da vimana são tais que ela pode ascender e descer verticalmente, mover-se obliquamente para frente e para trás".

Provavelmente o primeiro encontro imediato moderno com nave espacial alienígena ocorreu em 24 de junho de 1947. Um piloto particular chamado Kenneth Arnold voava perto do Monte Rainier no estado de Washington quando viu nove objetos voadores em forma de meia-lua. Ele observou os objetos se moverem a bem mais de de 1.600km/h, muito mais rápido do que qualquer aeronave feita pelo homem poderia voar na época. Um repórter que escreveu sobre o evento referiu-se aos objetos como "discos voadores".

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COMO FUNCIONAM OS OVNIs

Foto cedida UFO Evidence.
Foto de "luzes estranhas" no céu próximo ao Capitol em Washington, DC, em
1952








Foto cedida Alien-UFOs.com
Foto de um OVNI sobre a cidade do México, supostamente tirada em 1997

sexta-feira, 6 de julho de 2007

Parceria de Luz

Anel acelerador de partículas do LNLS

Laboratório de luz síncrotron brasileiro estabelece intercâmbio com maior laboratório do gênero no Reino Unido

Por: Ana Paula Corradini


No dia 27 de junho, o Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), localizado em Campinas (SP), e o Diamond Light Source, maior laboratório do mesmo tipo no Reino Unido, assinaram um memorando para fixar uma parceria de pesquisas.

Os projetos científicos utilizam a luz síncrotron, que abrange uma ampla faixa do espectro eletromagnético, emitindo raios X, ultravioletas e infravermelhos, além de luz visível. Os feixes funcionam como um poderoso microscópio, permitindo que os pesquisadores tenham uma visão molecular e até mesmo atômica dos objetos. O acordo foi firmado pelo diretor do LNLS, José Antônio Brum, e Gerhard Materlik, CEO do Diamond.


Neste primeiro momento, o intercâmbio dos usuários, nem os projetos que deverão ser compartilhados foram definidos ainda. Mas após dois dias de workshops com membros dos dois laboratórios, os diretores chegaram à conclusão de que a maioria das pesquisas deve ser voltada para a biologia estrutural e cristalografia de proteínas, em estudos de agentes patogênicos e desenvolvimento de medicamentos, possivelmente em parceria com a indústria farmacêutica.


Por enquanto, o Diamond, recém-inaugurado e o maior investimento do Reino Unido em ciência nos últimos 40 anos, espera aprender com os 10 anos de experiência do LNLS. “Estamos interessados em saber mais sobre recursos humanos em ciência”, afirmou Materlik. Brum também chamou a atenção para o intercâmbio de informações sobre o gerenciamento desse tipo de laboratório:

“O síncrotron é uma tecnologia sofisticada, e trocar experiências com outro laboratório do mesmo gênero é muito importante, mas também é vital aprender mais sobre o dia a dia da operação do Diamond". O memorando de entendimento assinado entre o LNLS e o Diamond Light Source é a quinta parceria estabelecida entre institutos de pesquisa do Brasil e Reino Unido por iniciativa do Ano Brasileiro-Britânico da Ciência & Inovação. O acordo foi oficializado durante a visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Reino Unido em 2006.

http://www2.uol.com.br/sciam/noticias/parceria_de_luz.html


Marte descida arriscada

Cabo de São Vicente, um dos muitos promontórios que se projetam das paredes da Cratera Victoria.

28 JUN 2006 - O explorador de Marte Opportunity está programado para começar a descer uma ladeira rochosa para dentro da enorme cratera do planeta vermelho, Cratera Victoria. Isto trás um risco real para o explorador robótico, mas a NASA e o time de ciências dos Exploradores de Marte forneça valiosos dados científicos.

A Opportunity já tinha explorado rochas em penhascos ao redor da Cratera Victoria. A equipe planejou cuidadosamente a descida para possibilitar uma eventual saída, mas a Opportunity poderia ficar presa dentro da cratera ou perder algumas de suas capacidades. O explorador já operou mais que 12 vezes o seu tempo de vida previsto que era de 90 dias.

O atrativo científico é a chance de examinar e investigar as composições e texturas dos materiais expostos nas profundezas da cratera, em busca de pistas sobre um passado com água. À medida que o explorador for descendo a ladeira, ele estará apto a examinar rochas cada vez mais antigas expostas nas paredes das crateras.

"Enquanto consideramos seriamente a incerteza da Opportunity poder subir de volta a ladeira, o potencial valor das investigações que parecem possíveis dentro da cratera me convenceram a autorizar a equipe a ir em frente com a descida na Cratera Victoria," disse Alan Stern, Administrador da NASA, Diretor da missão científica, na Sede da NASA, Washington. "É um risco calculado, principalmente por que esta missão excedeu seus objetivos iniciais."

O geólogo robótico irá entrar na Cratera Victoria através de uma alcova chamada "Duck Bay". A cratera erodida tem uma borda cheia de voltas como se fossem promontórios ou cabos, alternando com ladeiras mais suaves, chamadas de alcovas ou baías.

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Marte descida arriscada

Acima: Duck Bay, onde gentis ladeiras fornecem acesso relativamente fácil ao interior da Cratera Victoria


O impacto de um meteoro milhões de anos atrás escavou Victoria, que fica aproximadamente 4 milhas (6 quilômetros) ao sul de onde a Opportunity pousou em janeiro de 2004. A bacia criada pelo impacto tem 750 metros de diâmetro e cerca de 5 vezes a largura da Cratera Endurance, onde a Opportunity gastou mais do que seis meses explorando em 2004.

O explorador começou a viagem da Endurance para a Victoria há 30 meses atrás. Ele chegou à borda em Duck Bay há nove meses atrás. A Opportunity então deslocou-se um quarto do caminho no sentido anti-horário ao redor da borda, examinando as camadas rochosas visíveis nos promontórios e possíveis rotas de entrada nas alcovas. Agora, o explorador voltou ao ponto de entrada mais favorável .

"Duck Bay" parece ser o melhor candidato para entrar," disse John Callas, gerente de projeto do explorador, no JPL. Ele tem ladeiras com inclinação entre 15 e 20 graus e pedras expostas para uma direção segura."

Se todas as seis rodas continuarem a funcionar, os engenheiros esperam que a Opportunity esteja apta a sair da Cratera. Entretanto, o explorador gêmeo da Opportunity, o Spirit, perdeu o uso de uma das rodas há mais de um ano, diminuindo a capacidade de escalar.

"Estes exploradores já passaram em muito do tempo de vista previsto, e uma outra roda pode apresentar defeito," disse Callas. "Se a Opportunity perder uma das rodas dentro da Cratera Victoria, tornaria muito difícil, talvez impossível, escalar de volta."

"Nós não queremos que seja uma viagem de ida sem volta," disse Steve Squyres, investigador principal dos instrumentos científicos dos exploradores, da Universidade de Cornell, Ithaca, NY. "Nós ainda temos alguns excelentes objetivos científicos nas planícies que gostaríamos de visitar após Victoria. Mas se o Opportunity ficar preso lá, será inestimável o conhecimento adquirido."

http://www.sentandoapua.com.br/astronomia/index.php?id=7,61,0,0,1,0

Cientistas pedem busca por vida 'estranha'

Luas de Saturno podem abrigar vida

Academia Nacional de Ciências dos EUA quer aprofundar busca por vida fora da Terra. Alienígenas podem ser muito diferentes do que imaginamos, dizem pesquisadores.

A vida extraterrestre pode ser tão estranha a ponto de não ser imediatamente reconhecível, e os cientistas que buscam alienígenas devem procurar formas familiares e também inesperadas, segundo especialistas. Eles acham que a atual abordagem da Nasa, de "seguir a água", funciona bem sob a premissa de que em todo lugar a vida é como na Terra -- baseada em água, carbono e DNA. Mas a procura pela "vida tal qual a conhecemos" pode acabar ignorando algo exótico, disse uma comissão da Academia Nacional de Ciências dos EUA na sexta-feira (6).

"O objetivo do relatório era poder procurar vida em outros planetas e luas com uma mente aberta, e talvez não perder alguma outra forma de vida porque estamos procurando uma forma óbvia", disse John Baross, professor de Oceanografia da Universidade de Washington, em Seattle, que presidiu a comissão, que incluía bioquímicos, cientistas planetários, geneticistas e outros especialistas, que consideraram todas as formas de vida existentes.

Recentes descobertas de extremófilos -- organismos que vivem em condições antes consideradas incompatíveis de calor, frio, escuridão ou contato com substâncias químicas -- mudaram as idéias sobre como a vida pode sobreviver.

Como bioquímico, Baross disse que experiências em laboratório mostram que a água não necessariamente precisa ser a base da vida -- seria possível um organismo usar metano, etano, amônia ou até substâncias mais bizarras. "Há muitas teorias sobre o que é vida e o que pode ser um sistema vivo", disse Baross por telefone.

Atualmente, a principal pista na busca por vida no espaço vem de telescópios que buscam uma assinatura espectral de planetas que possa sugerir a existência de água na superfície. Em Marte, robôs buscam sinais de que há ou houve água.

"Queríamos na verdade pensar um pouco fora daquela caixa e pelo menos tentar articular algumas das outras possibilidades além da vida água-carbono", disse Baross.

"Toda forma de vida terrestre usa algum DNA ou RNA para codificar a informação básica para sua replicação e mudança, mas talvez existam outras formas que usem um método diferente", diz o relatório.

A comissão também recomendou que a Nasa volte a olhar para alguns lugares promissores no nosso próprio Sistema Solar, como Titã e Encelado, que são luas de Saturno, ou mesmo para o caloroso vizinho Vênus.

"Se você é um bioquímico, Titã é de enorme interesse, porque é uma lua de carbono. Claramente tem alguns lagos ou piscinas de metano ou etano líquidos. Poderia haver reações ocorrendo que seriam favoráveis para a produção de bioquímicos complexos", disse Baross.

"A exploração que poderia levar a uma nova forma de vida seria a mais profunda descoberta já feita", acrescentou ele, para quem uma tragédia de proporções equivalentes seria tropeçar nessa forma de vida e ignorá-la ou, ainda pior, destruí-la por considerar que não parece vida.


Especialistas: vida extraterrestre pode ser estranha

A vida extraterrestre pode ser tão estranha a ponto de não ser imediatamente reconhecível, e os cientistas que buscam alienígenas devem procurar formas familiares e também inesperadas, segundo especialistas. Eles acham que a atual abordagem da Nasa, de "seguir a água", funciona bem sob a premissa de que em todo lugar a vida é como na Terra - baseada em água, carbono e DNA. Mas a procura pela "vida tal qual a conhecemos" pode acabar ignorando algo exótico, disse uma comissão da Academia Nacional de Ciências dos EUA na sexta-feira.

"O objetivo do relatório era poder procurar vida em outros planetas e luas com uma mente aberta, e talvez não perder alguma outra forma de vida porque estamos procurando uma forma óbvia", disse John Baross, professor de Oceanografia da Universidade de Washington, em Seattle, que presidiu a comissão, que incluía bioquímicos, cientistas planetários, geneticistas e outros especialistas, que consideraram todas as formas de vida existentes.

Recentes descobertas de extremófilos - organismos que vivem em condições antes consideradas incompatíveis de calor, frio, escuridão ou contato com substâncias químicas - mudaram as idéias sobre como a vida pode sobreviver. Como bioquímico, Baross disse que experiências em laboratório mostram que a água não necessariamente precisa ser a base da vida - seria possível um organismo usar metano, etano, amônia ou até substâncias mais bizarras. "Há muitas teorias sobre o que é vida e o que pode ser um sistema vivo", disse Baross por telefone.

Atualmente, a principal pista na busca por vida no espaço vem de telescópios que buscam uma assinatura espectral de planetas que possa sugerir a existência de água na superfície. Em Marte, robôs buscam sinais de que há ou houve água.

"Queríamos na verdade pensar um pouco fora daquela caixa e pelo menos tentar articular algumas das outras possibilidades além da vida água-carbono", disse Baross. Toda forma de vida terrestre usa algum DNA ou RNA para codificar a informação básica para sua replicação e mudança, mas talvez existam outras formas que usem um método diferente, diz o relatório.

A comissão também recomendou que a Nasa volte a olhar para alguns lugares promissores no nosso próprio sistema solar, como Titã e Encelado, que são luas de Saturno, ou mesmo para o caloroso vizinho Vênus.

"Se você é um bioquímico, Titã é de enorme interesse, porque é uma lua de carbono. Claramente tem alguns lagos ou piscinas de metano ou etano líquidos. Poderia haver reações ocorrendo que seriam favoráveis para a produção de bioquímicos complexos", disse Baross.

"A exploração que poderia levar a uma nova forma de vida seria a mais profunda descoberta já feita", acrescentou ele, para quem uma tragédia de proporções equivalentes seria tropeçar nessa forma de vida e ignorá-la ou, ainda pior, destruí-la por considerar que não parece vida.

quinta-feira, 28 de junho de 2007

Atenção - Palestras de Petit em Recife...

Atenção
Palestras de Petit em Recife neste final de semana.

Estará acontecendo neste sábado e domingo em Recife (PE), o 11º SIMPÓSIO de UFOLOGIA e ESPIRITUALIDADE do grupo NAVE, que terá em sua programação, além de outros importantes conferencistas, a nossa participação.
Estaremos proferindo duas conferências. A primeira delas sobre a ufologia militar brasileira e na segunda, abordaremos o tema de nosso quarto livro: UFOs, Espiritualidade e Reencarnação.

LOCAL: Auditório do Centro Social anexo a Igreja da Soledade
(Av.Oliveira Lima, nº 1029 - Boa Vista – RECIFE-PE.
Maiores informações podem ser conseguidas pelos telefones (81) 33272209, 34637882 (Rita) e 32418668, 32422895 (Salete).

marcoantoniopetit@gmail.com
www.marcopetit.com

Plano Nacional de Energia prevê mais...

Plano Nacional de Energia prevê mais quatro usinas nucleares até 2030 Publicidade

CLARICE SPITZ


O PNE (Plano Nacional de Energia) indicou nesta terça-feira que o Brasil precisa de outras quatro usinas nucleares, além de Angra 3, até 2030. Ontem, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) aprovou a construção dessa usina, após intenso debate no governo. A construção de Angra 3 ainda depende da concessão de licenciamento ambiental prévio.

O planejamento da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), uma das responsáveis pelo Plano, prevê que duas usinas sejam construídas no Sudeste e outras duas no Nordeste, com capacidade em torno de 1.000 MW cada uma. "Este é um cenário conservador", afirmou Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Segundo Tolmasquim, a construção das usinas faz parte de uma visão estratégica de diversificação das fontes energéticas do país.

"A energia nuclear, a curto prazo, pode até ser mais cara que oura fonte de energia, mas quando olhamos além de 2020, 2025, nós vemos que o Brasil precisará dessa fonte de energia. Portanto, temos que manter a capacitação tecnológica, manter os técnicos, para a época em que a energia nuclear entrar com mais peso na matriz [energética do país]", disse ele.

A EPE indica, em seu estudo, que o funcionamento das cinco plantas em 2030 vai adicionar 5.345 MW à potência instalada no país. O PNE, preparada pela Empresa de Pesquisa Energética, foi aprovado ontem em reunião do Conselho Nacional de Política Energética.

Observando o Universo há 8 bilhões de anos.

NASA /ESA /M. Davis (UC, Berkeley)/S. Faber (UC, Santa Cruz)/A. Koekemoer (STScI. *MILHARES DE GALÁXIAS – O Hubble fotografou pelo menos 50 mil galáxias como parte de uma pesquisa que observa há 8 bilhões de anos no passado do Universo. Ele utilizou 500 exposições para capturar um terço da área total do estudo. Esta imagem mostra uma pequena fração do mosaico.

Por: Richard Talcott

Oito telescópios na Terra e no espaço foram a fundo para criar um mapa colorido de uma região do céu. O projeto, de cinco anos, registrou 150 mil galáxias em uma área com a largura de duas luas cheias, próxima à Grande Concha, na Ursa Maior. “O objetivo era estudar o Universo com metade da idade atual”, diz o líder da equipe Marc Davis, da University of California, em Berkeley.

O projeto, chamado Estudo Internacional em Todos os Comprimentos de Onda da Faixa de Groth Estendida (Aegis, na sigla em inglês) pesquisou a região nos comprimentos de rádio, infravermelho, visível, ultravioleta e raios X. Olhando para o passado, os cientistas miram um tempo em que as galáxias estavam se estabilizando, depois de seus turbulentos anos iniciais.

Apesar de muitas galáxias parecerem diferentes no passado, algumas propriedades fundamentais mudaram um pouco. A equipe liderada por Susan Kassin, da University of California, Santa Cruz, descobriu que a relação entre a massa galáctica e a velocidade orbital de suas estrelas e gás permanece a mesma para todos os tipos de galáxias, por bilhões de anos de evolução cósmica.

Outros resultados incluem a descoberta de lentes gravitacionais e de uma galáxia gigante com dois buracos negros supermassivos, separados por uma distância de 4 mil anos-luz. Os pesquisadores publicaram 19 trabalhos sobre a pesquisa em uma edição especial de Astrophysical Journal Letters.

http://www2.uol.com.br/astronomy/noticias/observando_o_universo_ha_8_bilhoes_de_anos.html


Viagem aos Asteróides Gigantes

15 JUN 2006 - O Cinturão de Asteróides entre Marte e Júpiter é como um velho sótão bagunçado do sistema solar. Os objetos empoeirados e esquecidos lá são relíquias de muito tempo atrás, cada asteróide com sua própria história para contar sobre os primórdios do sistema solar.

Estas são histórias que os cientistas planetários querem ouvir. Muito pouco é conhecido sobre o passado distante do nosso sistema solar. Nós aprendemos a história básica na escola: Um vasto disco de gás e poeira em torno do sol lentamente se aglomerando em pedaços cada vez maiores, eventualmente formando os planetas que hoje conhecemos. Mas como isto aconteceu exatamente, e porque isto produziu estes tipos de planetas, incluindo um certo planeta azul bem adequado à vida?

Para responder estas perguntas, a NASA planeja lançar uma sonda robótica chamada Dawn (alvorecer em português). Sua missão: Voar até dois asteróides gigantes, Ceres e Vesta, e explorá-los de perto pela primeira vez. A decolagem está marcada para Julho de 2007.

Continua

Viagem aos Asteróides Gigantes

Imagem de Vesta obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA em maio de 1996 quando o asteróide estava a 110 milhões de milhas da Terra. Crédito: Ben Zellner (Georgia Southern University), Peter Thomas (Cornell University) and NASA

Vesta para começar

A primeira parada da Dawn é Vesta - um asteróide que pode comprovar a existência de supernovas no nascimento do sistema solar. Observações telescópicas de Vesta e estudos de meteoritos que acredita-se terem vindo de Vesta sugerem que o asteróide pode ter sido derretido nos primórdios de sua história, fazendo com que elementos pesados como o ferro afundassem e formassem um denso núcleo com uma pequena crosta em cima.

"Isto é interessante -- e um pouco intrigante," disse Chris Russell, Investigador Principal da Dawn na Universidade da Califórnia em Los Angeles. O derretimento requer uma fonte de calor tal como a energia gravitacional liberada quando o material se junta para formar um asteróide. Entretanto, Vesta é um mundo pequeno -- "muito pequeno," ele diz -- com somente cerca de 530km de diâmetro em média. "Não haveria energia gravitacional suficiente para fundir o asteróide quando ele se formou".

Uma supernova (ou duas) pode fornecer a explicação: Alguns cientistas acreditam que quando Vesta se formou inicialmente, ela era "temperada" com alumínio-26 e ferro-60 criados possivelmente por duas supernovas que explodiram por volta da época do nascimento do sistema solar. Estas formas de alumínio e ferro são isótopos radioativos que poderiam ter fornecido o calor extra necessário para fundir Vesta. Uma vez que estes isótopos radioativos decaíram, o asteróide poderia ter esfriado e solidificado ficando na forma que se encontra atualmente.

Esta idéia explicaria porque a superfície de Vesta parece apresentar marcas de fluxos de lava basáltica antigas e oceanos de magma, muito parecido com a lua da Terra. As supernovas também mudariam a seqüência de eventos envolvidos na formação planetária:

"Quando eu fui para a escola, pensava-se que a Terra se formou sozinha, se aqueceu, e o ferro foi para o centro e os silicatos flutuavam na superfície, produzindo um evento de formação do núcleo," disse Rusell. Esta visão assume que planetóides menores que colidiram e se misturaram para formar a Terra eram massas amorfas que não tinham ainda formado seus próprios núcleos de ferro. Mas se pedaços de rocha com o tamanho de Vesta puderam derreter e formar núcleos densos, "isto afetaria o modo que os planetas e seus núcleos evoluíram e cresceram".

Se tudo correr como o planejado, Dawn irá chegar em Vesta e entrar em órbita em outubro de 2011. Imagens detalhadas da superfície de Vesta irá revelar traços de seu passado derretido, enquanto os espectrômetros catalogarão os minerais e elementos que formam sua superfície. O campo gravitacional de Vesta será mapeado pelos movimentos da própria Dawn enquanto a sonda órbita o asteróide, e isto determinaria de uma vez por todas se Vesta tem ou não um núcleo ferroso.

Continua


Viagem aos Asteróides Gigantes

Imagem de Ceres obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA
em 30 de dezembro de 2003.
Créditos: NASA, ESA, J. Parker (Southwest Research Institute), P. Thomas (Cornell University), L. McFadden (University of Maryland, College Park), and M. Mutchler and Z. Levay (STScI)

A Caminho de Ceres

Após orbitar Vesta por 7 meses, a Dawn irá tentar uma manobra nunca antes tentada: deixar a órbita de um corpo distante, e voar para outra órbita. Este tipo de "salto de asteróides" seria praticamente impossível se a Dawn usasse combustível convencional de foguete. "Nós precisaríamos dos maiores foguetes que os EUA tem para carregar todo o propelente," disse Marc Rayman, Engenheiro de Sistemas do Projeto Dawn do Laboratório de Propulsão a Jato.

Ao invés disto, a Dawn usa propulsão iônica, que requer somente um décimo de todo o propelente. Os motores da Dawnforam testados numa espaçonave experimental conhecida como Deep Space 1 (em português Espaço Profundo 1, gerenciada pelo programa Novo Milênio da NASA. Os motores iônicos eficientes da Dawn irão empurrar a nave de Vesta, chegando em Ceres por volta de fevereiro de 2015.

Medindo 950 km de diâmetro, Ceres é de longe o maior objeto no cinturão de asteróides. Extraordinariamente, ele não um mundo rochoso como Vesta, mas sim coberto de gelo ed água. "Ceres irá ser uma grande surpresa para nós," disse Russell. Devido aparentar que possui uma camada de gelo com algo em torno de 60 e 120 km de espessura, a superfície de Ceres provavelmente mudou mais dramaticamente ao longo do tempo que a de Vesta, apagando muito de sua história recente.

Mas enquanto Ceres não pode fornecer uma janela para o passado da formação planetária, ele poderá ensinar aos cientistas sobre o papel que a água desempenhou na evolução planetária desde então. Por exemplo, por quê alguns mundos rochosos como Ceres e Terra abrigam uma grande quantidade de água, enquanto outros, como Vesta, terminaram secos?

"Vesta nos dirá sobre o passado longínquo, e Ceres irá nos falar sobre o que aconteceu depois," disse Russell. Juntos, eles oferecem duas histórias singulares do passado do nosso sistema solar e muitas lições sobre como os planetas se formaram.
Texto traduzido do site da NASA
(
http://science.nasa.gov)


Marte era parecido com a terra há 2 bilhões de anos

Imagem mostra como seria Marte há dois bilhões de anos
Uma imagem divulgada por um grupo de cientistas americanos e canadenses mostra como seria o planeta Marte há dois bilhões de anos. Segundo os especialistas, ele tinha um grande oceano que ocupava um terço de sua superfície, o que deixava o planeta parecido com a Terra.

As formas longas e onduladas nos planaltos no norte de Marte são provavelmente as marcas remanescente das margens de um oceano. As estruturas geológicas, que se estendem por milhares de quilômetros, foram mostradas em imagens da sonda Viking, nos anos 1980.

Mas dados topográficos coletados pela sonda da Nasa Mars Global Surveyor, na década de 1990, lançaram dúvidas sobre a possibilidade de elas serem marcas de um litoral. Cientistas afirmaram, em trabalho publicado na revista Nature, que o movimento dos pólos de Marte e o eixo de rotação teriam deflagrado a deformação de estruturas da superfície semelhantes às das supostas linhas costeiras.

"O pólo se mexe e dobra as linhas costeiras", disse numa o cientista Taylor Perron, da Universidade de Harvard. "Não temos a confirmação direta de que havia oceanos, porque a água não está mais lá. Mas o que fizemos foi eliminar uma das principais razões para duvidar que ela tenha um dia estado lá."

Os pólos da Terra também já se moveram no passado. Em algum momento, uma grande alteração de massa em Marte fez com que seu pólo norte avançasse 50 graus, para sua posição atual, e a mudança na orientação do planeta modificou a topografia das costas, disse o físico Jerry Mitrovica, da Universidade de Toronto, que participou do trabalho.

O oceano pode ter coberto um terço da superfície de Marte durante a primeira metade da história do planeta, e teria desaparecido pelo menos há 2 bilhões de anos, por motivos desconhecidos, afirmaram os pesquisadores. "Proporcionalmente ao tamanho do planeta, o oceano teria sido para Marte o equivalente ao que o oceano Pacífico é para a Terra", disse Perron. Ainda há alguma água em forma de gelo nos pólos marcianos, e alguns cientistas acreditam que haja mais embaixo da terra.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1685656-EI302,00.html

Ufologia completa 60 anos de pesquisa

Por Edison Boaventura Júnior - especial

No mês de junho de 2007, a Ufologia ou paraciências que estuda o fenômeno dos discos voadores e objetos voadores não identificados, completa seis décadas de pesquisas.

O dia 24 de junho é comemorado anualmente por pesquisadores de vários países, por ser o marco histórico a partir do qual, no ano de 1947, o assunto foi popularizado, pois o piloto civil norte-americano Kenneth Arnold, relatou à Imprensa o seu avistamento sobre o Monte Rainer em Washington de um esquadrão de nove objetos voadores não identificados (OVNIS).

Na época, devido ao formato dos objetos voadores, Arnold usou a expressão “Flying Saucer” (pires voador), que mais tarde foi adaptada para língua portuguesa como “disco voador”. Nos dias atuais muitos céticos contestam esta histórica ocorrência e inclusive, muitos pesquisadores de Ufologia já admitem como hipótese que àqueles objetos estranhos seriam uma formação de aeronaves super secretas dos Estados Unidos.

Entretanto, desde então, o mundo passou a conhecer um volume cada vez maior de relatos e registros estranhos, que hoje somam cerca de oito milhões de ocorrências registradas em 180 nações do mundo, sendo que milhares destes registros são de contatos diretos com seus tripulantes.

No início dos estudos da Ufologia acreditava-se que os tripulantes e o aparecimento de suas naves eram manifestações divinas, onde, segundo alguns pesquisadores, estes seres seriam uma espécie de “anjos salvadores”. Outros ufólogos já adotavam a linha científica e preferiam acreditar em fatos palpáveis. Aos poucos, o fenômeno mostrou-se mais complexo e já apresentava inclusive, aspectos de violência em alguns casos.

Paulatinamente ficou esclarecido que os fenômenos eram antigos, pois foram registrados desde os tempos mais remotos da humanidade por várias culturas. No folclore de vários países, inclusive no Brasil, também foram encontradas citações que poderiam indicar que se tratariam do mesmo fenômeno ufológico.


Hoje a Ufologia vive um grande drama, pois até este momento os pesquisadores não conseguiram dar à humanidade a conclusão sobre a existência do fenômeno e sua origem, se é extraterrestre ou não. Perguntas básicas ainda estão no ar: Quem e o que são? De onde e porque vêm? Por que não se mostram abertamente?

A única resposta existente é que os “discos voadores” existem! Não há dúvidas quanto a esta afirmação. Quem ainda duvida é porque desconhece as informações existentes sobre o tema. Há literalmente milhões de registros ufológicos nos arquivos das forças armadas de vários países, até mesmo aqui no nosso País, que confirmam que algo está acontecendo, embora os dados quantitativos não forneçam indicativos para diferenciarmos os registros causados por aeronaves convencionais, fenômenos naturais ou os verdadeiramente ufológicos.

Entretanto, em 2007, os ufólogos têm muito a comemorar, pois desde o início deste ano ocorreram importantes revelações. Por exemplo, a Agência Espacial Francesa noticiou que disponibilizaria arquivos de OVNI na Internet. Cerca de 1600 ocorrências documentadas e 6000 relatórios dos últimos 30 anos serão colocados no site do CNES - Centre National d’Etudes Spatiales (
www.cnes.fr ou www.cnes-geipan.fr).

Também na edição de 01 de maio do jornal londrino “The Guardian” foi noticiado que o Governo inglês liberará, ainda este ano, informações sobre casos ufológicos acontecidos na Inglaterra desde 1967 e pesquisados pelos militares britânicos.

No passado, já tivemos liberações de documentos oficiais em países como, por exemplo, a Espanha, Chile, Uruguai, Bélgica e em parte até nos Estados Unidos - neste caso por meio de processos judiciais com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), quando foram liberados mais de 15 mil documentos.

Estas atitudes trazem esperança quanto à abertura dos arquivos secretos do Governo brasileiro, principalmente os pertencentes às nossas Forças Armadas. Daqui para frente, urge buscarmos a verdade dos fatos! Os ufólogos devem continuar a estudar objetivamente esse intrigante fenômeno, procurando através de pesquisas, conjecturas e comparação de dados, utilizando metodologia científica, para compreenderem suas enigmáticas manifestações.

E continuem divulgando suas pesquisas seriamente para conscientização da população! É importante também que os ufólogos separem o joio do trigo e combatam os mistificadores e charlatães pois, durante anos, estas pessoas perniciosas semeiam a confusão, inserem fraudes de vários tipos e inventam todo tipo de estória para desacreditar o fenômeno.

Particularmente eu diria que, sem querer ser um tanto pessimista, vou morrer sem descobrir a verdade sobre os “discos voadores”! Espero que eu esteja errado... Mas se temos 60 anos de pesquisa ininterrupta e sistemática e até então não tivemos uma resposta conclusiva, não acredito que esta resposta esteja tão próxima de acontecer. Entretanto, se esta conclusão vier, será muito bem vinda.

Finalizando, gostaria de dar os parabéns a todos os ufólogos por mais um dia 24 de junho e por suas jornadas obstinadas em desvendar os mistérios deste complexo e espetacular fenômeno de massa.

Edison Boaventura Júnior é Pesquisador
26 anos, fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá. Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos de vários países. Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais.

Participou de vários programas de televisão e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente nom Litoral Paulista. Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha”, em Minas Gerais. Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno Disco Voador. Endereço para contato:
boaventura_gug@hotmail.com ou pelo telefone 11-8424-6925.

http://www.jornaluniao.com.br/NDet.asp?idN=8846&selID=4

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Vídeos Do Blog - Assunto:

- Exibido pelo History Channel na série... Exibido pelo History Channel na série Arquivos Extraterrestres, o documentário "Segredos de OVNIs das Caixas Prestas" retrata registros de encontros de pilotos e astronautas com os UFOs nos céus e no espaço. Embora algumas caixas pretas e gravadores de voz tivessem sido usados em aviões militares, na Segunda Guerra Mundial, foi somente após um grave acidente aéreo nos Estados Unidos, em 1956, que gravadores de bordo se tornaram obrigatórios. Entre os muitos incidentes ufológicos, o filme mostra o encontro ocorrido no dia 17 de novembro de 1986, com um Boeing 747 da Japan Airlines, enquanto sobrevoava o Alasca, e foi perseguido por três objetos aéreos desconhecidos.
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A noite em que o Brasil foi invadido por OVNIS.
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- Após rumores de que ÓVNIS sobrevoaram recentemente a cidade de Votorantim,
ambientalistas que captavam imagens a serem usada numa pesquisa sobre animais noturnos levam grande susto, com vulto inesperado no meio da mata. "Estávamos distraídos, quando de repente ouvimos um barulho e quando todos olhamos vimos o vulto branco que nos encarou", disse um dos ambientalistas. Especialistas da revista brasileira UFO, após confirmarem a autenticidade do vídeo disseram que os ambientalistas tiveram muita sorte, pois a situação que se encontravam é muito comum em relatos de vítimas seqüestradas por extraterrestres. E que provavelmente tratava-se de um ser ainda jovem e indefeso.
Fonte: Site UFO Brasil
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- Reportaje periodístico del paso de una flotilla de OVNIS
el Domingo 20 de Mayo del 2007 a las 14:00 horas (Local), 19:00 (Greenwich) sobre la ciudad de Lima.