sábado, 8 de dezembro de 2007

Observatório dos Ets


Trabalhando em conjunto, através de um sistema digital que as interligam, as antenas se movimentam juntas e “olham” para o mesmo sentido. “Com isso aumentamos a área vasculhada e obtemos informações mais precisas”, diz Jill. Os sinais chegam em milhões de diferentes freqüências, são amplificados e, através de cabos de fibra óptica, atravessam o subsolo do observatório.

Na sala de comando, os dados das antenas são condensados. O mapeamento é distribuído para supercomputadores que o analisa. Qualquer sinal de vida inteligente fora da Terra fará soar um alarme dentro do laboratório.
Nos últimos dez anos de pesquisas, o observatório da Califórnia e demais centros de estudos astronômicos de todo o mundo detectaram a existência de 150 planetas “extra-solares”. “Sem dúvida, não estamos sozinhos, mas é preciso começar de algum ponto. É esse ponto que o laboratório está tentando fixar”, diz Jill.

Nenhum comentário: