quinta-feira, 28 de junho de 2007

Atenção - Palestras de Petit em Recife...

Atenção
Palestras de Petit em Recife neste final de semana.

Estará acontecendo neste sábado e domingo em Recife (PE), o 11º SIMPÓSIO de UFOLOGIA e ESPIRITUALIDADE do grupo NAVE, que terá em sua programação, além de outros importantes conferencistas, a nossa participação.
Estaremos proferindo duas conferências. A primeira delas sobre a ufologia militar brasileira e na segunda, abordaremos o tema de nosso quarto livro: UFOs, Espiritualidade e Reencarnação.

LOCAL: Auditório do Centro Social anexo a Igreja da Soledade
(Av.Oliveira Lima, nº 1029 - Boa Vista – RECIFE-PE.
Maiores informações podem ser conseguidas pelos telefones (81) 33272209, 34637882 (Rita) e 32418668, 32422895 (Salete).

marcoantoniopetit@gmail.com
www.marcopetit.com

Plano Nacional de Energia prevê mais...

Plano Nacional de Energia prevê mais quatro usinas nucleares até 2030 Publicidade

CLARICE SPITZ


O PNE (Plano Nacional de Energia) indicou nesta terça-feira que o Brasil precisa de outras quatro usinas nucleares, além de Angra 3, até 2030. Ontem, o CNPE (Conselho Nacional de Política Energética) aprovou a construção dessa usina, após intenso debate no governo. A construção de Angra 3 ainda depende da concessão de licenciamento ambiental prévio.

O planejamento da EPE (Empresa de Pesquisa Energética), uma das responsáveis pelo Plano, prevê que duas usinas sejam construídas no Sudeste e outras duas no Nordeste, com capacidade em torno de 1.000 MW cada uma. "Este é um cenário conservador", afirmou Maurício Tolmasquim, presidente da EPE, vinculada ao Ministério de Minas e Energia.

Segundo Tolmasquim, a construção das usinas faz parte de uma visão estratégica de diversificação das fontes energéticas do país.

"A energia nuclear, a curto prazo, pode até ser mais cara que oura fonte de energia, mas quando olhamos além de 2020, 2025, nós vemos que o Brasil precisará dessa fonte de energia. Portanto, temos que manter a capacitação tecnológica, manter os técnicos, para a época em que a energia nuclear entrar com mais peso na matriz [energética do país]", disse ele.

A EPE indica, em seu estudo, que o funcionamento das cinco plantas em 2030 vai adicionar 5.345 MW à potência instalada no país. O PNE, preparada pela Empresa de Pesquisa Energética, foi aprovado ontem em reunião do Conselho Nacional de Política Energética.

Observando o Universo há 8 bilhões de anos.

NASA /ESA /M. Davis (UC, Berkeley)/S. Faber (UC, Santa Cruz)/A. Koekemoer (STScI. *MILHARES DE GALÁXIAS – O Hubble fotografou pelo menos 50 mil galáxias como parte de uma pesquisa que observa há 8 bilhões de anos no passado do Universo. Ele utilizou 500 exposições para capturar um terço da área total do estudo. Esta imagem mostra uma pequena fração do mosaico.

Por: Richard Talcott

Oito telescópios na Terra e no espaço foram a fundo para criar um mapa colorido de uma região do céu. O projeto, de cinco anos, registrou 150 mil galáxias em uma área com a largura de duas luas cheias, próxima à Grande Concha, na Ursa Maior. “O objetivo era estudar o Universo com metade da idade atual”, diz o líder da equipe Marc Davis, da University of California, em Berkeley.

O projeto, chamado Estudo Internacional em Todos os Comprimentos de Onda da Faixa de Groth Estendida (Aegis, na sigla em inglês) pesquisou a região nos comprimentos de rádio, infravermelho, visível, ultravioleta e raios X. Olhando para o passado, os cientistas miram um tempo em que as galáxias estavam se estabilizando, depois de seus turbulentos anos iniciais.

Apesar de muitas galáxias parecerem diferentes no passado, algumas propriedades fundamentais mudaram um pouco. A equipe liderada por Susan Kassin, da University of California, Santa Cruz, descobriu que a relação entre a massa galáctica e a velocidade orbital de suas estrelas e gás permanece a mesma para todos os tipos de galáxias, por bilhões de anos de evolução cósmica.

Outros resultados incluem a descoberta de lentes gravitacionais e de uma galáxia gigante com dois buracos negros supermassivos, separados por uma distância de 4 mil anos-luz. Os pesquisadores publicaram 19 trabalhos sobre a pesquisa em uma edição especial de Astrophysical Journal Letters.

http://www2.uol.com.br/astronomy/noticias/observando_o_universo_ha_8_bilhoes_de_anos.html


Viagem aos Asteróides Gigantes

15 JUN 2006 - O Cinturão de Asteróides entre Marte e Júpiter é como um velho sótão bagunçado do sistema solar. Os objetos empoeirados e esquecidos lá são relíquias de muito tempo atrás, cada asteróide com sua própria história para contar sobre os primórdios do sistema solar.

Estas são histórias que os cientistas planetários querem ouvir. Muito pouco é conhecido sobre o passado distante do nosso sistema solar. Nós aprendemos a história básica na escola: Um vasto disco de gás e poeira em torno do sol lentamente se aglomerando em pedaços cada vez maiores, eventualmente formando os planetas que hoje conhecemos. Mas como isto aconteceu exatamente, e porque isto produziu estes tipos de planetas, incluindo um certo planeta azul bem adequado à vida?

Para responder estas perguntas, a NASA planeja lançar uma sonda robótica chamada Dawn (alvorecer em português). Sua missão: Voar até dois asteróides gigantes, Ceres e Vesta, e explorá-los de perto pela primeira vez. A decolagem está marcada para Julho de 2007.

Continua

Viagem aos Asteróides Gigantes

Imagem de Vesta obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA em maio de 1996 quando o asteróide estava a 110 milhões de milhas da Terra. Crédito: Ben Zellner (Georgia Southern University), Peter Thomas (Cornell University) and NASA

Vesta para começar

A primeira parada da Dawn é Vesta - um asteróide que pode comprovar a existência de supernovas no nascimento do sistema solar. Observações telescópicas de Vesta e estudos de meteoritos que acredita-se terem vindo de Vesta sugerem que o asteróide pode ter sido derretido nos primórdios de sua história, fazendo com que elementos pesados como o ferro afundassem e formassem um denso núcleo com uma pequena crosta em cima.

"Isto é interessante -- e um pouco intrigante," disse Chris Russell, Investigador Principal da Dawn na Universidade da Califórnia em Los Angeles. O derretimento requer uma fonte de calor tal como a energia gravitacional liberada quando o material se junta para formar um asteróide. Entretanto, Vesta é um mundo pequeno -- "muito pequeno," ele diz -- com somente cerca de 530km de diâmetro em média. "Não haveria energia gravitacional suficiente para fundir o asteróide quando ele se formou".

Uma supernova (ou duas) pode fornecer a explicação: Alguns cientistas acreditam que quando Vesta se formou inicialmente, ela era "temperada" com alumínio-26 e ferro-60 criados possivelmente por duas supernovas que explodiram por volta da época do nascimento do sistema solar. Estas formas de alumínio e ferro são isótopos radioativos que poderiam ter fornecido o calor extra necessário para fundir Vesta. Uma vez que estes isótopos radioativos decaíram, o asteróide poderia ter esfriado e solidificado ficando na forma que se encontra atualmente.

Esta idéia explicaria porque a superfície de Vesta parece apresentar marcas de fluxos de lava basáltica antigas e oceanos de magma, muito parecido com a lua da Terra. As supernovas também mudariam a seqüência de eventos envolvidos na formação planetária:

"Quando eu fui para a escola, pensava-se que a Terra se formou sozinha, se aqueceu, e o ferro foi para o centro e os silicatos flutuavam na superfície, produzindo um evento de formação do núcleo," disse Rusell. Esta visão assume que planetóides menores que colidiram e se misturaram para formar a Terra eram massas amorfas que não tinham ainda formado seus próprios núcleos de ferro. Mas se pedaços de rocha com o tamanho de Vesta puderam derreter e formar núcleos densos, "isto afetaria o modo que os planetas e seus núcleos evoluíram e cresceram".

Se tudo correr como o planejado, Dawn irá chegar em Vesta e entrar em órbita em outubro de 2011. Imagens detalhadas da superfície de Vesta irá revelar traços de seu passado derretido, enquanto os espectrômetros catalogarão os minerais e elementos que formam sua superfície. O campo gravitacional de Vesta será mapeado pelos movimentos da própria Dawn enquanto a sonda órbita o asteróide, e isto determinaria de uma vez por todas se Vesta tem ou não um núcleo ferroso.

Continua


Viagem aos Asteróides Gigantes

Imagem de Ceres obtida pelo Telescópio Espacial Hubble da NASA
em 30 de dezembro de 2003.
Créditos: NASA, ESA, J. Parker (Southwest Research Institute), P. Thomas (Cornell University), L. McFadden (University of Maryland, College Park), and M. Mutchler and Z. Levay (STScI)

A Caminho de Ceres

Após orbitar Vesta por 7 meses, a Dawn irá tentar uma manobra nunca antes tentada: deixar a órbita de um corpo distante, e voar para outra órbita. Este tipo de "salto de asteróides" seria praticamente impossível se a Dawn usasse combustível convencional de foguete. "Nós precisaríamos dos maiores foguetes que os EUA tem para carregar todo o propelente," disse Marc Rayman, Engenheiro de Sistemas do Projeto Dawn do Laboratório de Propulsão a Jato.

Ao invés disto, a Dawn usa propulsão iônica, que requer somente um décimo de todo o propelente. Os motores da Dawnforam testados numa espaçonave experimental conhecida como Deep Space 1 (em português Espaço Profundo 1, gerenciada pelo programa Novo Milênio da NASA. Os motores iônicos eficientes da Dawn irão empurrar a nave de Vesta, chegando em Ceres por volta de fevereiro de 2015.

Medindo 950 km de diâmetro, Ceres é de longe o maior objeto no cinturão de asteróides. Extraordinariamente, ele não um mundo rochoso como Vesta, mas sim coberto de gelo ed água. "Ceres irá ser uma grande surpresa para nós," disse Russell. Devido aparentar que possui uma camada de gelo com algo em torno de 60 e 120 km de espessura, a superfície de Ceres provavelmente mudou mais dramaticamente ao longo do tempo que a de Vesta, apagando muito de sua história recente.

Mas enquanto Ceres não pode fornecer uma janela para o passado da formação planetária, ele poderá ensinar aos cientistas sobre o papel que a água desempenhou na evolução planetária desde então. Por exemplo, por quê alguns mundos rochosos como Ceres e Terra abrigam uma grande quantidade de água, enquanto outros, como Vesta, terminaram secos?

"Vesta nos dirá sobre o passado longínquo, e Ceres irá nos falar sobre o que aconteceu depois," disse Russell. Juntos, eles oferecem duas histórias singulares do passado do nosso sistema solar e muitas lições sobre como os planetas se formaram.
Texto traduzido do site da NASA
(
http://science.nasa.gov)


Marte era parecido com a terra há 2 bilhões de anos

Imagem mostra como seria Marte há dois bilhões de anos
Uma imagem divulgada por um grupo de cientistas americanos e canadenses mostra como seria o planeta Marte há dois bilhões de anos. Segundo os especialistas, ele tinha um grande oceano que ocupava um terço de sua superfície, o que deixava o planeta parecido com a Terra.

As formas longas e onduladas nos planaltos no norte de Marte são provavelmente as marcas remanescente das margens de um oceano. As estruturas geológicas, que se estendem por milhares de quilômetros, foram mostradas em imagens da sonda Viking, nos anos 1980.

Mas dados topográficos coletados pela sonda da Nasa Mars Global Surveyor, na década de 1990, lançaram dúvidas sobre a possibilidade de elas serem marcas de um litoral. Cientistas afirmaram, em trabalho publicado na revista Nature, que o movimento dos pólos de Marte e o eixo de rotação teriam deflagrado a deformação de estruturas da superfície semelhantes às das supostas linhas costeiras.

"O pólo se mexe e dobra as linhas costeiras", disse numa o cientista Taylor Perron, da Universidade de Harvard. "Não temos a confirmação direta de que havia oceanos, porque a água não está mais lá. Mas o que fizemos foi eliminar uma das principais razões para duvidar que ela tenha um dia estado lá."

Os pólos da Terra também já se moveram no passado. Em algum momento, uma grande alteração de massa em Marte fez com que seu pólo norte avançasse 50 graus, para sua posição atual, e a mudança na orientação do planeta modificou a topografia das costas, disse o físico Jerry Mitrovica, da Universidade de Toronto, que participou do trabalho.

O oceano pode ter coberto um terço da superfície de Marte durante a primeira metade da história do planeta, e teria desaparecido pelo menos há 2 bilhões de anos, por motivos desconhecidos, afirmaram os pesquisadores. "Proporcionalmente ao tamanho do planeta, o oceano teria sido para Marte o equivalente ao que o oceano Pacífico é para a Terra", disse Perron. Ainda há alguma água em forma de gelo nos pólos marcianos, e alguns cientistas acreditam que haja mais embaixo da terra.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1685656-EI302,00.html

Ufologia completa 60 anos de pesquisa

Por Edison Boaventura Júnior - especial

No mês de junho de 2007, a Ufologia ou paraciências que estuda o fenômeno dos discos voadores e objetos voadores não identificados, completa seis décadas de pesquisas.

O dia 24 de junho é comemorado anualmente por pesquisadores de vários países, por ser o marco histórico a partir do qual, no ano de 1947, o assunto foi popularizado, pois o piloto civil norte-americano Kenneth Arnold, relatou à Imprensa o seu avistamento sobre o Monte Rainer em Washington de um esquadrão de nove objetos voadores não identificados (OVNIS).

Na época, devido ao formato dos objetos voadores, Arnold usou a expressão “Flying Saucer” (pires voador), que mais tarde foi adaptada para língua portuguesa como “disco voador”. Nos dias atuais muitos céticos contestam esta histórica ocorrência e inclusive, muitos pesquisadores de Ufologia já admitem como hipótese que àqueles objetos estranhos seriam uma formação de aeronaves super secretas dos Estados Unidos.

Entretanto, desde então, o mundo passou a conhecer um volume cada vez maior de relatos e registros estranhos, que hoje somam cerca de oito milhões de ocorrências registradas em 180 nações do mundo, sendo que milhares destes registros são de contatos diretos com seus tripulantes.

No início dos estudos da Ufologia acreditava-se que os tripulantes e o aparecimento de suas naves eram manifestações divinas, onde, segundo alguns pesquisadores, estes seres seriam uma espécie de “anjos salvadores”. Outros ufólogos já adotavam a linha científica e preferiam acreditar em fatos palpáveis. Aos poucos, o fenômeno mostrou-se mais complexo e já apresentava inclusive, aspectos de violência em alguns casos.

Paulatinamente ficou esclarecido que os fenômenos eram antigos, pois foram registrados desde os tempos mais remotos da humanidade por várias culturas. No folclore de vários países, inclusive no Brasil, também foram encontradas citações que poderiam indicar que se tratariam do mesmo fenômeno ufológico.


Hoje a Ufologia vive um grande drama, pois até este momento os pesquisadores não conseguiram dar à humanidade a conclusão sobre a existência do fenômeno e sua origem, se é extraterrestre ou não. Perguntas básicas ainda estão no ar: Quem e o que são? De onde e porque vêm? Por que não se mostram abertamente?

A única resposta existente é que os “discos voadores” existem! Não há dúvidas quanto a esta afirmação. Quem ainda duvida é porque desconhece as informações existentes sobre o tema. Há literalmente milhões de registros ufológicos nos arquivos das forças armadas de vários países, até mesmo aqui no nosso País, que confirmam que algo está acontecendo, embora os dados quantitativos não forneçam indicativos para diferenciarmos os registros causados por aeronaves convencionais, fenômenos naturais ou os verdadeiramente ufológicos.

Entretanto, em 2007, os ufólogos têm muito a comemorar, pois desde o início deste ano ocorreram importantes revelações. Por exemplo, a Agência Espacial Francesa noticiou que disponibilizaria arquivos de OVNI na Internet. Cerca de 1600 ocorrências documentadas e 6000 relatórios dos últimos 30 anos serão colocados no site do CNES - Centre National d’Etudes Spatiales (
www.cnes.fr ou www.cnes-geipan.fr).

Também na edição de 01 de maio do jornal londrino “The Guardian” foi noticiado que o Governo inglês liberará, ainda este ano, informações sobre casos ufológicos acontecidos na Inglaterra desde 1967 e pesquisados pelos militares britânicos.

No passado, já tivemos liberações de documentos oficiais em países como, por exemplo, a Espanha, Chile, Uruguai, Bélgica e em parte até nos Estados Unidos - neste caso por meio de processos judiciais com base na Lei de Liberdade de Informação (FOIA), quando foram liberados mais de 15 mil documentos.

Estas atitudes trazem esperança quanto à abertura dos arquivos secretos do Governo brasileiro, principalmente os pertencentes às nossas Forças Armadas. Daqui para frente, urge buscarmos a verdade dos fatos! Os ufólogos devem continuar a estudar objetivamente esse intrigante fenômeno, procurando através de pesquisas, conjecturas e comparação de dados, utilizando metodologia científica, para compreenderem suas enigmáticas manifestações.

E continuem divulgando suas pesquisas seriamente para conscientização da população! É importante também que os ufólogos separem o joio do trigo e combatam os mistificadores e charlatães pois, durante anos, estas pessoas perniciosas semeiam a confusão, inserem fraudes de vários tipos e inventam todo tipo de estória para desacreditar o fenômeno.

Particularmente eu diria que, sem querer ser um tanto pessimista, vou morrer sem descobrir a verdade sobre os “discos voadores”! Espero que eu esteja errado... Mas se temos 60 anos de pesquisa ininterrupta e sistemática e até então não tivemos uma resposta conclusiva, não acredito que esta resposta esteja tão próxima de acontecer. Entretanto, se esta conclusão vier, será muito bem vinda.

Finalizando, gostaria de dar os parabéns a todos os ufólogos por mais um dia 24 de junho e por suas jornadas obstinadas em desvendar os mistérios deste complexo e espetacular fenômeno de massa.

Edison Boaventura Júnior é Pesquisador
26 anos, fundador e atual presidente do GUG – Grupo Ufológico de Guarujá. Possui diversos trabalhos publicados em revistas, jornais e periódicos de vários países. Realizou e participou de vários congressos nacionais e internacionais.

Participou de vários programas de televisão e rádio. Como pesquisador adota a linha científica de investigação, tendo investigado centenas de casos de abdução, pousos e contatos com OVNIS, principalmente nom Litoral Paulista. Participou intensamente da investigação do “Caso Varginha”, em Minas Gerais. Atualmente vem desenvolvendo levantamentos sobre a atuação de militares brasileiros em pesquisas relacionadas com o Fenômeno Disco Voador. Endereço para contato:
boaventura_gug@hotmail.com ou pelo telefone 11-8424-6925.

http://www.jornaluniao.com.br/NDet.asp?idN=8846&selID=4

sexta-feira, 22 de junho de 2007

Vídeos Do Blog - Assunto:

- Exibido pelo History Channel na série... Exibido pelo History Channel na série Arquivos Extraterrestres, o documentário "Segredos de OVNIs das Caixas Prestas" retrata registros de encontros de pilotos e astronautas com os UFOs nos céus e no espaço. Embora algumas caixas pretas e gravadores de voz tivessem sido usados em aviões militares, na Segunda Guerra Mundial, foi somente após um grave acidente aéreo nos Estados Unidos, em 1956, que gravadores de bordo se tornaram obrigatórios. Entre os muitos incidentes ufológicos, o filme mostra o encontro ocorrido no dia 17 de novembro de 1986, com um Boeing 747 da Japan Airlines, enquanto sobrevoava o Alasca, e foi perseguido por três objetos aéreos desconhecidos.
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-
A noite em que o Brasil foi invadido por OVNIS.
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- Após rumores de que ÓVNIS sobrevoaram recentemente a cidade de Votorantim,
ambientalistas que captavam imagens a serem usada numa pesquisa sobre animais noturnos levam grande susto, com vulto inesperado no meio da mata. "Estávamos distraídos, quando de repente ouvimos um barulho e quando todos olhamos vimos o vulto branco que nos encarou", disse um dos ambientalistas. Especialistas da revista brasileira UFO, após confirmarem a autenticidade do vídeo disseram que os ambientalistas tiveram muita sorte, pois a situação que se encontravam é muito comum em relatos de vítimas seqüestradas por extraterrestres. E que provavelmente tratava-se de um ser ainda jovem e indefeso.
Fonte: Site UFO Brasil
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- Reportaje periodístico del paso de una flotilla de OVNIS
el Domingo 20 de Mayo del 2007 a las 14:00 horas (Local), 19:00 (Greenwich) sobre la ciudad de Lima.


quinta-feira, 21 de junho de 2007

Desvedando os "orbs"


Por Fernando Manfredi

Orbs são pequenas esferas luminosas, semitransparentes, que aparecem em fotos, e estão sendo largamente creditadas a supostos fantasmas que aparecem e somem como um relâmpago. Vendo várias fotos do fenômeno, examinando-as, a primeira coisa que constatei foi a iluminação: todas as fotos foram tiradas em locais com iluminação deficiente ou até nula, tendo como única fonte de luz o flash da câmera. No entanto isso não trouxe nada consistente, o que seriam aquelas esferas flutuantes?

Comecei realmente a entender o que ocorre quando tirei uma foto em casa, dentro de um quarto, tendo como única iluminação um aparelho de TV ligado e o flash da câmera que estava ativado, a foto foi feita com uma câmera digital Polaroid, modelo PDC 330, na resolução máxima, não é nem de longe uma câmera profissional, por isso o foco é automático. Alem de mim, no quarto estava minha irmã. Depois de "descarregar" a foto no computador, lá estava: um "orb". Mal pude acreditar que uma coisa que cheguei a acreditar que era falsa estava em minha foto, e era grande, se estava no quarto no momento em que tirei a foto, deveria tê-la visto.

Comecei a refazer os passos no momento da foto, e a primeira coisa que me ocorreu: a iluminação deficiente. Mas o que isso significa? Os orbs somente aparecem no escuro, ou só são visíveis no escuro? Detalhe: a foto foi tirada por volta das 15:00h. Por vários dias tentei achar alguma ligação, alguma explicação, mas nada foi plausível o suficiente. Parti para o próximo passo: tentar repetir o feito.

Para meu espanto, não foi preciso muitas fotos, após quatro ou cinco tentativas no mesmo quarto sem iluminação, e lá estavam eles: dois orbs, dessa vez pequenos, mas bem visíveis na foto, as a explicação veio por acaso, muito por acaso. Poucos segundos antes da foto em que apareceram os dois orbs, eu tinha mexido em um grande cobertor de casal que fica no quarto, e logo após ter mexido nesse cobertor, meu nariz começou a coçar (sou alérgico), e isso indica que o cobertor estava empoeirado e o fato de ter mexido nele, levantou poeira no ambiente, o que irritou meu nariz.

Pois bem, o ambiente estava empoeirado no momento da foto, mas isso por si não diz (ou dizia) nada. Voltei ao quarto e abri uma pequena "fresta" na janela, por onde o sol entrou, iluminando a poeira no ambiente, mexi no cobertor, e a poeira aumentou consideravelmente (juntamente com minha insistente irritação alérgica), o próprio raio de sol iluminou a questão (com o devido trocadilho), pois a poeira fica extremamente destacada com o feixe de luz.

Continua

Desvendando os "orbs"




Voltei a ver algumas fotos dos orbs e tudo se esclareceu, os orbs se parecem muito com luzes distantes fora de foco, e é exatamente isso que são (ou quase isso): são grãos de poeira, iluminados pelo flash, e pertos da lente da câmera, por isso aparecem sempre fora de foco, estão pertos demais para ficarem nítidos, e como estão fora do foco, parecem muito maiores e semitransparentes.

Após a constatação, o próximo passo foi a reprodução: com a fresta da janela aberta, pude controlar o volume de poeira, e quanto mais poeira no ambiente, mais orbs apareciam na foto, após um tempo, quando a poeira baixou, os orbs simplesmente desapareceram. Tentei mais diversas vezes, em ambientes diferentes, sempre com o mesmo resultado.

A conclusão é essa: os orbs não passam de poeira, iluminada fortemente pelo flash da câmera fotográfica, isso explica, entre outras coisas, porque em ambientes abandonados ou pouco freqüentados, os casos dos orbs são mais comuns, é nesses locais que a concentração de poeira é maior.

Mas existem os casos de orbs que apresentam figuras, e até mesmo rostos, mas isso é facilmente explicado com uma palavra: pareidolia, que consiste em reconhecer rostos e objetos definidos a partir de formas caóticas e aleatórias. Essa habilidade garante que possamos diferenciar nossa mãe de uma cadeira desde que somos bebês, mas também dá margem a peças que nosso cérebro nos prega.
As imagens de orbs nesta página também foram produzidas por Manfredi, com a câmera fotográfica digital IPQ-530 de seu celular, Siemens M55. Ela produz fotografias na resolução máxima de 640x480 -- e possui flash).

http://www.ceticismoaberto.com/referencias/orbs.htm

Sintomas projetivos

Wagner Borges

A projeção da consciência (viagem astral, projeção astral, desprendimento espiritual, desdobramento espiritual, emancipação da alma, viagem fora do corpo) é uma experiência mais comum do que se pensa, e muitas pessoas passam por algo assim sem saber realmente do que se trata.

Alguns pensam que é loucura, outros dizem que isso é algo obscuro, mas trata-se de uma experiência espiritual que ocorre com as pessoas independente de raça, idade, sexo, ou condição social. Inclusive, até mesmo para situar melhor os leitores, posso relacionar aqui alguns dos sintomas clássicos dessa experiência:


Catalepsia projetiva: Esse fenômeno causa medo em muitas pessoas, mas é muito mais comum do que se pensa. A pessoa acorda no meio da noite (ou mesmo numa soneca durante o dia) e descobre que não consegue se mexer. Parece que uma paralisia tomou conta do corpo. Ela não consegue mexer um dedo sequer. Tenta gritar para chamar alguém, mas não sai voz nenhuma.

A pessoa luta tenazmente para sair desse estado, mas parece que uma força invisível tolheu-lhe os movimentos. Inclusive, pode ter alguém deitado do lado e não perceber nada do que está acontecendo. Dominada por aquela paralisia, a pessoa grita mentalmente: "Eu tenho que acordar! Isso deve ser um pesadelo!" Mas ela já está acordada, só não consegue se
mover.

Devido ao pânico que a pessoa sente, seus batimentos cardíacos se aceleram. A adrenalina se espalha pela circulação e estimula o corpo. O resultado disso é que a pessoa recupera os movimentos abruptamente, normalmente com um solavanco físico (espasmo muscular). Em poucos momentos, seu cérebro racionaliza o fato e dá a única resposta possível: "Foi um pesadelo!" Algumas pessoas mais impressionáveis podem fantasiar algo e jogam a culpa da paralisia em demônios ou seres espirituais. Na verdade, a pessoa acordou no meio de um processo vibratório decorrente da mudança do padrão de vibrações do corpo espiritual em relação ao corpo físico.

Ela acordou em um estado transicional dos corpos. Simplesmente, ela despertou para uma situação que ocorre todas as noites quando ela dorme. Antes, ocorria com ela adormecida, e naquela situação ela acordou bem no meio da transição. Se a pessoa ficar quieta e não tentar se mover, sentirá uma sensação de flutuação por sobre o corpo.

Ocorrerá um desprendimento espiritual consciente! E então ela poderá comprovar na prática de que aquilo é realmente uma saída do corpo. Verificará por ela mesma de que não se trata de doença ou coisa do demônio. Se ela não quiser tentar a experiência, é só tentar mover o dedo indicador de uma das mãos ou uma das pálpebras, assim ela recupera o movimento tranqüilamente.

Continua

Sintomas projetivos

Ballonemant: A pessoa acorda e sente a sensação de estar inflando (semelhante a um balão inflando). Na verdade, é sua aura que está dilatando, mas como ela não sabe disso, pensa que é o corpo que está crescendo e inchando em todas as direções. Se a pessoa ficar quieta e deixar a sensação continuar, ela se projetará suavemente para fora do corpo. Não há perigo algum. Inclusive, essa sensação é muito familiar a sensitivos e médiuns em geral, pois eles têm forte tendência de soltura energética.

Sensação de falsa queda durante o sono ou cochilo:
Quase todo mundo já sentiu isso alguma vez. A pessoa está deitada cochilando (hipnagogia) e, repentinamente, tem a sensação de estar escorregando ou caindo abruptamente da cama. Então, ela desperta com um solavanco físico e um pequeno susto. O que aconteceu? Simplesmente seu corpo espiritual deslocou-se uma polegada para fora do alinhamento vibratório com o corpo físico e foi tracionado vigorosamente para dentro, pois o metabolismo ainda estava ativo e impediu uma soltura maior. Quando eu era pequeno, minha vó dizia que isso acontecia comigo porque eu estava crescendo. Só que não cresci muito (tenho 1,67m de altura) e até hoje isso acontece comigo.

Estado vibracional: a pessoa desperta no meio do sono e sente uma série de vibrações (descargas energéticas) propagando-se pelo seu corpo. Parece que ela tem uma tempestade elétrica percorrendo seu corpo, às vezes acompanhada de fortes zumbidos dentro da cabeça. Isso ocorre porque o corpo espiritual acelera suas vibrações para escapar das lentas vibrações do corpo denso. Se a pessoa ficar quieta e deixar a sensação continuar, ela se projetará em instantes. Há outras sensações decorrentes da soltura do corpo espiritual em relação ao físico, mas estas são as mais comuns.

Substâncias induzindo a projeção astral...

Substâncias induzindo a projeção astral - Riscos e Vantagens

Então eu pergunto: Forçar projeções "diariamente" não acabaria sendo um pouco prejudicial também? Afinal, de médico e de louco....(rs)

Sim, especialmente quando esta forçada projetiva é acompanhada de algo pra se fumar, ou beber... Cogumelos, por exemplo, tem LSD. Eu estava relendo, lá na casa do Dalton em Curitiba, sobre os trabalhos do Stanilav Grof (autor de Além do Cérebro, e um dos papas da psicologia transpessoal pós- junguiana) com pessoas que haviam tomado LSD, em suas pesquisas de como o estado alterado era claramente um conteúdo do inconsciente catalizado. Com a proibição do uso do LSD em suas pesquisas, ele passou a usar técnicas, digamos, mais meditativas, buscando estados paranormais...

Mesmo num chá dos que andam tomando por aí - sem querer julgar - o que há é, no mínimo, um acesso DIRETO ao inconsciente. Pode ser que alguns não sejam tóxicos. Mesmo que a gente não julgue o que cada um faz da vida, ou o caminho através do chá, ainda assim é inegável (pude ver alguns casos próximos) que há uma aceleração do acesso a psique, e não apenas o surgimento de fenômenos paranormais.

A questão é: Qual o estado do inconsciente que você está acessando de uma hora pra outra, sucessivamente, sem freios?

Estou lançando outros olhos sobre catalizadores químicos para EFC´s. Talvez o risco de um cha - daime e derivados, por exemplo - nem seja o que poderíamos julgar a primeira vista. Mas algo bem mais psicológico.

Continua

Substâncias induzindo a projeção astral...

Que tipo de conteúdo a pessoa está COM CERTEZA acessando?

Se ela usar uma ou duas vezes, tudo bem. Mas supondo que alguém continuamente lance mão de substancias, digamos que BOAS (não vamos julgar, apenas avaliar) que a coloquem em contato direto com o inconsciente, não vão entrar em contato também com sua sombra? Não vão forçar uma integração do ego com o animus/anima que tiver lá, estando este pronto ou não para esta fusão?

Mas este acesso, esta invasão (possessão) de arquétipos mal elaborados de lá sobre o ego consciente aqui não era JUSTAMENTE a definição clínica de certas neuroses e psicopatologias?

Eu vi alguns casos em que o uso de substancias assim REALMENTE não pareceu gerar efeitos tóxicos, nem assédios espirituais. Mas nestes casos, olhando com olhos mais psi, me parece claro e inequívoco que o acesso prematuro gerou, em dois casos, esquizofrenia, e em outro mais recente provocou a clara manifestação de um transtorno bipolar.

Não estou condenando... Segundo Jung, a própria neurose já é um esforço da psique por sua cura. Pode ser que revelar algo assim seja uma boa forma de tratar, não sei... Mas o que noto é que - voltando a msg - os lugares onde vejo este "risco" da projeção diária é justamente, quase sempre, com pessoas que o fazem ou fizeram associados a substancias psicoativas geradoras de estados alterados, ou mirações, ou efc´s.

Chá, baseado, daime, lsd, ectasy... Tá, eu sei que são coisas diferentes. Mas podem ser usadas para tentar facilitar uma experiência "espiritual", que na verdade é um relaxamento das fronteiras entre consciente e inconsciente. O que, dá pra deduzir, vai ser tão "perigoso" quando o que tiver jogado pra lixeira do inconsciente em questão.

Já para os que se projetam todos os dias usando uma prática bioenergética (desde que não seja dependente de alguma droga de religião), um incensozinho (dispense o sabor canabis) e uma música (desde que não seja a droga do bonde do tigrão), não há risco algum...

www.voadores.com.br

Cientistas irão criar telecópio de espelho líquido

Telescópio tem uma precisão muito maior do que a de qualquer outro já criado até hoje

Cientistas do Reino Unido, Canadá e Estados Unidos conseguiram encontrar a mistura de materiais adequada para a fabricação de um telescópio lunar de espelho líquido, aparelho ainda não desenvolvido que permitiria um conhecimento mais completo sobre a origem do universo.

A descoberta, divulgada na última edição da revista científica britânica Nature, pode ser o ponto de partida para a fabricação desse tipo de instrumento de visão à distância, a ser incluído nos telescópios espaciais de nova geração. Se a fabricação for concretizada, a ferramenta astronômica seria mais potente que o telescópio espacial James Webb, projeto conjunto das agências espaciais dos Estados Unidos, da Europa e do Canadá e com o qual os cientistas pretendem estudar a formação e a evolução das galáxias.

"Um telescópio lunar de espelho líquido poderia nos mostrar o espectro luminoso das estrelas das primeiras galáxias com um nível de detecção maior que o do telescópio espacial James Webb", afirmam os especialistas, no artigo da revista. Segundo os cientistas, isto permitiria investigar a idade das primeiras estrelas, assim como a abundância relativa de elementos mais pesados que o hélio em sua composição.

O fato de os pesquisadores terem conseguido recobrir com prata o líquido iônico do telescópio e fazer a mistura permanecer estável durante meses é o que alimenta as possibilidades de fabricação deste tipo de instrumento astronômico. "Os espelhos líquidos têm excelentes propriedades ópticas.

Os telescópios de espelho líquido são instrumentos simples, por isso, seu transporte e sua montagem serão mais fáceis que os dos espelhos sólidos", dizem os cientistas. De acordo com os especialistas, o líquido iônico embaixo da prata não evaporaria no vazio e permaneceria em estado líquido até uma temperatura de -98°C.

Outro telescópio desse tipo proposto anteriormente, baseado em uma liga de metais líquidos, não era apto para aplicações infravermelhas, que requerem que o líquido seja mantido a uma temperatura superior a -143°C. "Um telescópio óptico de infravermelhos de entre 20 m e 100 m de abertura localizado na Lua poderia oferecer imagens de objetos até mil vezes menos luminosos que a nova geração de telescópios espaciais proposta", afirmam os especialistas, no artigo.

http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1701202-EI301,00.html


Isaac Newton previu o fim do mundo para 2060...


Isaac Newton previu o fim do mundo para 2060, aponta manuscrito
France Presse, em Jerusalém

Isaac Newton (1643-1727), um dos cientistas mais importantes de todos os tempos, previu o fim do mundo para 2060, segundo manuscritos do famoso físico apresentados no domingo (17) pela Universidade Hebraica de Jerusalém.

Os manuscritos estão sendo exibidos ao público pela primeira vez desde 1969, durante a exposição intitulada "Os Segredos de Newton".

Em uma carta datada de 1704, Newton, físico e astrônomo inglês que era interessado em teologia e alquimia, fez um cálculo baseado em um fragmento da Bíblia, retirado do Livro de Daniel. Segundo ele, 1.260 anos se passariam entre a refundação do santo Império Romano por Carlos Magno, no ano 800, e o final dos tempos. A Biblioteca Nacional da Universidade Hebraica herdou de um colecionador diversos manuscritos do sábio, mais conhecido por suas descobertas racionais sobre a gravidade terrestre.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u305205.shtml

Plutão é relegado ao segundo da...

Plutão é relegado ao segundo lugar da categoria de planetas-anões
France Presse, em Washington

Plutão, que já perdeu seu status de planeta integrante do Sistema Solar em 2006 e se tornou um planeta-anão, acaba de ser relegado ao segundo lugar dessa nova categoria --a liderança fica com seu vizinho maior Eris, anunciaram astrônomos americanos.

Depois do descobrimento de Eris, próximo a Plutão, em 2006, a União Astronômica Internacional (UAI) decidiu modificar a definição de um planeta do Sistema Solar e criar a categoria de planetas-anões, que estão nos confins do Sistema Solar, no cinturão de Kuiper. O cinturão de Kuiper é uma vasta região do Sistema Solar com asteróides e corpos celestes congelados que se estende até a órbita de Netuno.

Com a descoberta de Dysnomia, um satélite de Eris, Michael Brown e Emily Schaller, dois astrônomos do Instituto de Tecnologia da Califórnia, puderam medir de maneira precisa a massa do Eris com ajuda do telescópio espacial Hubble. Eris tem aproximadamente 27% mais massa que Plutão segundo os pesquisadores, que tiveram os trabalhos publicados na edição da revista "Science" de 15 de junho.

Mais de 300 astrônomos, principalmente americanos, que se pronunciaram contra a mudança do status de Plutão na votação da UAI em Praga, em 2006, lançaram pouco depois uma contra-ofensiva com uma petição para reabilitar Plutão como planeta do Sistema Solar.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u304712.shtml

Nasa corre para corrigir falhas de sonda marciana

RAFAEL GARCIA

A Nasa está tentando resolver na última hora uma série de problemas que podem comprometer a missão da Phoenix, a próxima sonda a ser enviada a Marte. A programação da espaçonave robótica, que deverá analisar o solo da região para conhecer o histórico da água no planeta, ainda está passando por uma série de alterações quase às vésperas da decolagem, marcada para 3 de agosto.

O principal risco, dizem os cientistas, é a espaçonave não conseguir pousar num lugar liso, adequado para ela se equilibrar e fazer seu trabalho com sucesso. "A espaçonave tem um metro de altura. Se houver pedras maiores que isso e ela aterrissar em cima de uma, a missão acaba antes de começar", disse à Folha Nilton Rennó, cientista brasileiro da Universidade de Michigan (EUA), que a Nasa encarregou de apontar problemas e propor soluções.

No caso da descida, o orçamento apertado para a tecnologia de aterrissagem não deixou muitas opções. "O que a gente fez foi procurar o lugar mais plano e com o menor número possível de pedras, dentro da região de interesse para o pouso", diz Rennó. "Vamos cruzar os dedos e esperar".

O fantasma que assombra os encarregados da missão tem nome e sobrenome: Mars Polar Lander, a sonda lançada em 1999 que a Nasa perdeu em Marte. Essa foi a última vez que os americanos tentaram fazer um pouso barato no planeta vermelho. Tanto a Phoenix quanto a Polar Lander tiveram orçamento na faixa dos US$ 400 milhões, enquanto a bem-sucedida missão dos jipes robóticos Spirit e Opportunity custou pelo menos o dobro.

A semelhança da Phoenix com a malfadada Polar Lander, porém, não é só o orçamento baixo. O módulo de aterrissagem --a proteção que a espaçonave usa para penetrar a atmosfera marciana-- das duas é o mesmo, mas tem alguns aperfeiçoamentos. "O pessoal estudou cuidadosamente todos os detalhes para corrigir as falhas", diz Rennó.

O segundo risco que a missão envolve, diz o cientista brasileiro, é o de os propulsores da Phoenix espalharem toda a poeira do local na hora do pouso. Se isso acontecer, a espaçonave não conseguirá cumprir um de seus objetivos: o de coletar partículas de solo soltas para analisar a possibilidade de a superfície polar de Marte abrigar vida.

E, mesmo que isso não aconteça, ainda há o risco de a Phoenix contaminar com seu próprio combustível as amostras coletadas. Rennó está conduzindo uma série de experimentos para simular o espalhamento de poeira no pouso da Phoenix, mas o resultado de alguns deles só vai sair quando a espaçonave já estiver a caminho do planeta. Algumas correções podem ser feitas agora --outras não.

Quando a gente percebeu que ia levantar bastante poeira, o que a Lockheed Martin [empresa contratada para montar a sonda] fez foi, em vez de programá-la para aterrissar totalmente na vertical, colocar um certo movimento horizontal, que evita que ela tire toda a poeira do local", diz Rennó.

O espalhamento de poeira, contudo, não compromete o principal objetivo da missão, que é raspar e coletar o gelo de superfície para analisar o passado hidrológico e climático do planeta. A espaçonave possui equipamentos internos que farão isso e transmitirão os resultados à Terra.

A Phoenix pertence à classe de missões que a Nasa apelidou de "batedoras", mais rápidas e baratas, e totalmente programadas por cientistas. Para Rennó, é um risco que vale a pena correr, pois são elas que abrem caminho para as sondas "capitânias", mais caras e robustas, como o Mars Science Laboratory, um grande jipe-robô que deve partir em 2009.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u305829.shtml

Gigantoraptor: É um pássaro éum dinossauro...

Pássaro esquisito: o Gigantoraptor tinha várias características estranhas, como um fêmur comprido, parecido com o de uma ave.

Gigantoraptor: é um pássaro, é um dinossauro...
é um mistério
Dinossauro descoberto na China pode ter sido a maior ave de todos os tempos e suas características colocam em cheque a evolução da linhagem dos dinos até os pássaros de hoje.

Por: David Biello

Essa sim era uma ave ameaçadora. O Gigantoraptor erlianensis tinha quase 5 m de altura e pesava cerca de 1.500 kg. Com um bico sem dentes e uma cauda curta para manter o equilíbrio, esse enorme dinossauro que parecia um pássaro tinha mais de 8 m de comprimento, e viveu há mais 65 milhões de anos no Período Cretáceo.

No entanto, a descoberta desse grande precursor das aves ajudou a complicar ainda mais a compreensão da evolução da linhagem de dinossauros que teria dado origem aos pássaros: a tendência dos animais era encolherem, e não aumentarem de tamanho.

O paleontólogo Xing Xu, do Instituto de Paleontologia de Vertebrados e Paleoantropologia de Pequim, e sua equipe descobriram o animal na Bacia de Erlian, no Deserto de Gobi, região norte-central da China. Com base no tamanho da criatura, os cientistas a classificaram inicialmente como um membro da linhagem dos tiranossauros.


No entanto, fragmentos de seu bico, pernas e outros ossos revelaram que ele provavelmente pertencia ao grupo dos oviraptores, um conjunto de dinossauros pequenos e com penas – mas que pesavam apenas alguns quilos. “Trata-se do maior dinossauro com bico que já existiu”, afirma Xu.


A descoberta complica a linha de descendência dos pássaros para os dinossauros. “A partir dos terópodes mais avançados, os animais foram ficando cada vez menores, até chegar às aves”, diz o paleontólogo Mark Norell, do Museu Americano de História Natural, em Nova York. No entanto, “parece que ocorreu um gigantismo secundário".


Ninguém sabe ao certo a razão. “Ser grande tem algumas vantagens, como ter que se preocupar com menos predadores e ter mais fontes de alimentos, não disponíveis para animais menores”, ressalta Xu. Mas ele afirma que os primeiros oviraptores, os ancentrais do Gigantoraptor, “estão entre os menores dinossauros”.

Continua

Gigantoraptor: É um pássaro éum dinossauro...

Dino enorme: O dinossauro com jeito de pássaro, mostrado aqui ao lado de um homem de 1,70 m, era tão alto quanto o temível T. rex, e talvez fosse carnívoro também
“Talvez seja algo relacionado ao ambiente”, especula Norell. “Ainda é muito cedo para começar a entender a dinâmica evolutiva do animal". Enquanto isso, o Gigantoraptor revela outras peculiaridades, de acordo com o estudo que detalha a descoberta, publicado na revista de divulgação científica Nature.


Ele tem um úmero (osso do braço) enorme, jamais observado antes em um dinossauro, e também um fêmur muito grande, mais parecido com o de um pássaro. “Talvez ele tivesse algum mecanismo de corrida parecido com o das aves”, diz Xu. Norell afirma que “Não sabemos que vantagem biomecânica isso poderia oferecer, mas acho que com esse tamanho todo, ele não saía saltitando por aí".


Ainda também não está claro se a criatura tinha penas, apesar de Xu especular que ele fosse parecido com a maioria dos animais em sua linhagem. Se o Gigantoraptor fosse realmente emplumado, seria o maior animal com penas de todos os tempos, com o triplo da massa do pato carnívoro Dromornis stirtoni, que vivia na Austrália há cerca de 8 milhões de anos, e é considerado até hoje a maior ave que já existiu. “Os filhotes com certeza precisavam ter penas até atingirem um equilíbrio de temperatura com o ambiente”, afirma Norell.


E o que esse grande pássaro pré-histórico comia? Trata-se de mais um mistério, já que o animal não tinha dentes na mandíbula, possuía uma cabeça pequena e um pescoço comprido (comum entre herbívoros), mas também garras afiadas (comuns entre carnívoros). “Ele poderia ser onívoro”, diz Xu. Norell completa: “Muitos animais que não possuem dentes, como falcões e águias, são carnívoros bem eficientes”.

segunda-feira, 11 de junho de 2007

FALSO CHOQUE ASTRONÔMICO CRIA ALERTA NA WEB

Site com falsa notícia tem até ilustração (Foto: Reprodução)

Informação repassada por e-mail faz parte de uma campanha para divulgar carro. Falsa notícia prevê colisão de forte impacto entre asteróide e planeta Terra.

Juliana Carpanez e Reinaldo José Lopes
Do G1, em São Paulo

O e-mail chega aos usuários com as características de exagero típicas dos boatos virtuais: “um asteróide vai se chocar com a Terra em 2007” e “a colisão trará mudanças sem precedentes na existência humana na Terra” são algumas das frases alarmantes que, na realidade, fazem parte de uma campanha de marketing.

Apesar de falsa, muitos internautas acreditaram na informação criada por uma fabricante de carros e passaram para frente a “notícia” sobre o asteróide Pallas. O site
Observatório de Asteróides, que divulga a informação bombástica (e falsa), está registrado sob o nome da Peugeot-Citroën do Brasil Automóveis. Faz sentido, já que a Citroën prepara para a primeira quinzena de julho o lançamento no Brasil do modelo C4 Pallas.

Procurada pelo G1, a assessoria de imprensa da Citroën confirmou se tratar de um projeto de marketing, mas não respondeu à solicitação de entrevista até a publicação desta reportagem.

Continua


FALSO CHOQUE ASTRONÔMICO CRIA ALERTA NA WEB

No pé da página falsa, em letras miúdas, o internauta pode ler que aquele é um informe publicitário. No entanto, de forma bem mais visível, está divulgada na área superior a informação de que o site é associado a um suposto International Astronomy Center (IAC, ou Centro Internacional de Astronomia). Assim, é provável que os menos atentos se detenham à falsa parceria e ignorem o fato de aquela ser uma página publicitária.

Esse tipo de campanha -- também chamada de marketing viral -- tem como objetivo fazer com que os próprios internautas repassem as informações para seus contatos da web, aumentando a atenção sobre um determinado produto ou acontecimento, como no caso do asteróide. Uma alternativa que facilita muito a propagação dessas campanhas é a ferramenta “enviar por e-mail”, já que muitos dos visitantes da página clicam nesse ícone para repassar a informação, criando assim uma corrente.

Em março deste ano, o senador Arthur Virgílio (PSDB) foi vítima de uma campanha desse tipo e chegou a protagonizar uma
gafe no Senado. Em meio a um discurso, ele afirmou aos demais senadores que tinha uma notícia, "da maior gravidade", citando a página de internet de uma empresa que, supostamente, defendia privatização da Amazônia. Tratava-se, na realidade, de uma campanha do Guaraná Antarctica.

Um dos casos mais célebres sobre notícias falsas consideradas verdadeiras pelo público aconteceu em 30 de novembro de 1938, quando Orson Welles narrou pela rádio a “Guerra dos Mundos”. A história de ficção científica tinha o estilo de um boletim de notícias e, por isso, causou pânico entre milhares de ouvintes. Cerca de 70 anos depois, diversos internautas enviaram mensagens ao G1 perguntando se a história do asteróide Pallas era verdadeira.

Sem chances
No mundo real, não há a menor chance de que o 2 Pallas venha a colidir com a Terra. Sua localização longínqua, no cinturão de asteróides entre Marte e Júpiter, torna muito difícil que algum cataclismo o desvie para a nossa vizinhança. Para se ter uma idéia, o asteróide está a 415 milhões de quilômetros do Sol, enquanto a Terra está a “apenas” 150 milhões de quilômetros dessa estrela.

Ao contrário do que diz a falsa notícia, o 2 Pallas é o terceiro, e não o segundo maior asteróide do cinturão, com cerca de 500 km de diâmetro. Se o impacto acontecesse mesmo, ele seria definitivamente devastador: o corpo celeste que acabou com os dinossauros há 65 milhões de anos tinha apenas 10 km de diâmetro.

http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL50412-6174,00.html

Seminário Especial

Ufologia – Ciência – Espiritualidade
Data – 23 e 24 de Junho de 2007 – Abertura: Sábado 09h30
Local – Sindicato dos Químicos, Rua Tamandaré, 348 – Liberdade
Valor Único – R$
50,00
São Paulo - SP

Conferencistas Convidados:
Dia 23 – Sábado
10h00 - NELSON VILHENA GRANADO (SP) - Professor de física, conferencista, autor dos livros “Dimensionalis” e “Omniversalis”, diretor da Phisiom, grupo de estudos voltados à temática científico-espiritualista.

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SEMINÁRIO ESPECIAL...

Tema – Cura física e extra-física: Uma abordagem quântica e multidimensional.
11h20 - ROSANA BENI (SP) – Apresentadora do programa Dimensões pela TVA de São Paulo Canal 18, o programa vai ao ar todas as segundas às 21h, com reprises durante a semana e no domingo às 12h30, a apresentadora sempre foi uma entusiasta no campo da pesquisa e divulgação da ufologia e de temas espiritualistas e para-científicos.

Tema – Narrativa de uma experiência pessoal de contato com extraterrestres.
12h20 – Intervalo para o almoço
14h00 - PROF. SALVATORE DE SALVO (SP) – Formado em Engenharia Industrial e Química, estudou engenharia na academia da aeronáutica na Itália, estudioso de radiônica, astrologia, transmutações biológicas e baixa energia, pesquisador de geobiologia há mais 30 anos, área que lhe rendeu o título de “Cientista Internacional do ano de 2001 em Geobiologia, concedido pelo International Biographical Centre, Cambridge - Inglaterra, onde concorreu com mais de dois mil candidatos, um dos mais destacados pesquisadores de ufologia do Brasil, autor de diversos livros, entre eles: “Sinfonia da Energética” e “A Energia Cósmica e Você”.

Tema – Tunguska: O mistério do vale da morte.
15h15 - MARCO ANTONIO PETIT (RJ) – Diretor da Associação Fluminense de Estudos Ufológicos (AFEU), co-editor da Revista UFO, diretor do Jornal Vimana, membro da Comissão Brasileira de Ufologia (CBU), autor de vários livros, sendo seu mais recente lançamento “UFOs na Serra da Beleza”.

Tema – Ufologia: 60 anos de pesquisas - Uma abordagem geral
16h30 - Intervalo
16h45 - PAULO IANNUZZI (RJ) - Economista, consultor em física, professor, autor de inúmeros artigos no campo da ufologia, astronomia, holismo, ciências ocultas, conferencista, concedeu dezenas de entrevistas em programas de rádio e televisão, sempre abordando assuntos científico-espiritualistas, fundador do “Pilares de Hermes – Escola de Mistérios”, estudioso e pesquisador de temas como antigo Egito, geometria sagrada, kabbalah, expansão da consciência, auto-conhecimento, civilizações antigas e ufologia.

Continua

Seminário Especial

Tema – Ufologia: Evidências físicas.
13h00 – Intervalo para o almoço
14h30 - LUIZ GONZAGGA S. DE PAULA (PR) - Arquiteto, escritor, conferencista, sensitivo, autor de diversos livros entre eles: “Contagem Regressiva” e “A Herança de Elisa”, diretor do IPTA – Instituto Projeto Aurora, entidade que congrega uma rede aquariana de estudos, pesquisas e vivências em Amasofia, idealizador do CEDEP – Centro de Ecotecnologias e Projetos Sociais e do CEPEP – Centro Aquariano de Estudos e Pesquisas Paracientíficas.

Tema – A verdadeira história da Terra e dos terrestres
15h45 - WAGNER BORGES (SP) - Escritor, conferencista, radialista, colunista, consultor das revistas Sexto Sentido e Espiritismo & Ciência, autor de vários livros, entre eles a trilogia “Viagem Espiritual”, projetor extrafísico, sensitivo e espiritualista, apresentador do programa Viagem Espiritual na Rádio Mundial de São Paulo.

Tema – Experiências fora do corpo e presenças extraterrestres
17h00 - Intervalo
17h15 - AMÉRICO CANHOTO (SP) - Médico da Família, pesquisador, educador, escritor e orador espírita, colaborador e participante do Grupo Espírita Dr. Eduardo Monteiro em São Bernardo do Campo, também é colaborador do Centro Espírita Francisco de Assis, autor dos livros “Saúde ou Doença: A escolha é sua” e “Chegando à casa espírita”.

Tema – Nova era: A nova geração está chegando.
18h30 – Encerramento do segundo dia

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SEMINÁRIO ESPECIAL...

Inscrições para o Congresso
A taxa única para participação integral no congresso é de R$ 50,00. Solicite sua inscrição indicando o código TI 1.



Hotel Conveniado
FREE PALACE
Rua Tamandaré, 246 – Fica ao lado do local do evento.
Apto Single – R$ 70,00 - Apto Duplo – R$ 90,00 - Apto Triplo –
R$ 110,00
Já estão inclusos nos valores acima – taxa de serviço e café da manhã
Atenção: Reservas de Hotel através de nossa Central de Informações.
Telefones (41) 3324-0805 Fone/fax (41) 3324-1003
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Associação Nacional dos Ufólogos do Brasil – ANUB
Revista UFO.

Apoio
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Programa Dimensões
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Rádio Mundial
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sábado, 9 de junho de 2007

Ufo -Coloquei este poema porque...

Coloquei este poema porque eu achei e gostei
do escrito e da imagem - (Poeta Portugês)

UFO
Jorge Humberto

Do nada ao nada regressamos,em toda a nossa incongruência.
Fator de pouca inteligência…
Fica a questão: por que pensamos?

Somos observados dos confinsDo Universo – experiências repetidas,
que não podem ser desmentidas,nem quais os seus subtis fins.

Velhos medos se apossam do homem,como o desconhecido e o vazio,
forças atrozes que nos consomem.

E assim vamos caminhando inermes,tendo por trás um vento frio,
estendendo a teia flexível da epiderme.

03/06/07



Exoplanetas descoberto à volta de uma estrela

Exoplanetas descobertos à volta de uma estrela que não devia possuir planeta
Dados observacionais (pontos verdes) permitem ver a variação da velocidade radial da estrela com o tempo, permitindo determinar que a curva que melhor se ajusta às observações (linha a cheio) corresponde a um sistema duplo de planetas com determinadas características. As contribuições individuais dos dois planetas descobertos podem ser analisadas no gráfico de baixo.
Crédito: Cochran et al 2007.

Uma equipa de astrônomos da Universidade do Texas em Austin, liderada por W. Cochran e M. Endl, monitoriza a estrela - Uma estrela é um objeto celeste gasoso que gera energia no seu núcleo através de reações de fusão nuclear. Para que tal possa suceder, é necessário que o objeto possua uma massa superior a 8% da massa do Sol. Existem vários tipos de estrelas, de acordo com as suas temperaturas efetivas, cores, idades e composição química.

HD 155358, desde 2001, com o Telescópio Hobby-Eberly (HET), de 9,2 m, situado no Observatório McDonald (Texas). Os espectros que obtêm permitem determinar a velocidade radial da estrela e a sua variação ao longo do tempo. Foi a análise da variação periódica da velocidade radial da estrela que mostrou a presença de companheiros da estrela.

HD 155358 é ligeiramente mais quente que o Sol. - O Sol é a estrela nossa vizinha, que se encontra no centro do Sistema Solar. Trata-se de uma estrela anã adulta (dita da seqüência principal) de classe espectral G. A temperatura na sua superfície é aproximadamente 5800 graus centígrados e o seu raio atinge os 700 mil quilômetros, mas possui menos massa. A massa é uma medida da quantidade de matéria de um dado corpo. A característica mais importante desta estrela é o seu conteúdo de elementos químico pesados metal. Em Astronomia, todos os elementos químicos de número atômico superior ao do hélio são designados por metais, ou por elementos pesados : apenas cerca de 20% da quantidade existente no Sol. Esta é uma das estrelas com menos "metais" que se conhece. Em Astronomia, todos os elementos químicos.

Elemento químico - Elemento composto por um único tipo de átomos. Os elementos químicos constituem a Tabela Periódica. Mais pesados que o hidrogênio e o hélio são designados genericamente por metais, de forma que se classificam estas estrelas como estrelas de baixa metalacidade.

Abundância de metais - A abundância de metais de um dado objeto celeste é a abundância química de todos os seus elementos, excepto o hidrogênio e o hélio. Para os astrônomos, todos os elementos com número atômico superior ao do hélio são considerados metais. A análise dos espectros revelou ainda que esta estrela tem cerca de 10 mil milhões de anos.

Continua


Exoplanetas descoberto à volta de uma estrela

Um dos planeta -Um planeta é um objeto que se forma no disco que circunda uma estrela em formação e cuja massa é superior à de Plutão (1/500 da massa da Terra) e inferior a 10 vezes a massa de Júpiter. Ao contrário das estrelas, os planetas não produzem luz, apenas refletem a luz da estrela que orbitam.

Descobertos tem um período orbital - O tempo necessário para que um corpo descreva uma órbita completa e fechada em torno de outro corpo.

De 195 dias, dista aproximadamente 0,6 unidade astronômica (UA) -Unidade de distância, definida como a distância média entre a Terra e o Sol, que corresponde a 149 597 870 km, ou 8,3 minutos-luz da estrela e possui, pelo menos, 90% da massa de Júpiter é o quinto planeta mais próximo do Sol. Com um diâmetro cerca de 11 vezes maior do que a Terra e uma massa mais de 300 vezes superior, é o maior planeta do Sistema Solar e o primeiro dos planetas gigantes gasosos. O outro planeta órbita a HD 155358 em 530 dias à distância de 1,2 UA e tem no mínimo metade da massa de Júpiter.

Com a ajuda de super computadores, os astrônomos calcularam as órbitas. A órbita de um corpo em movimento é a trajetória que o corpo percorre no espaço dos dois planetas descobertos e verificaram que são suficientemente próximas uma da outra, para que a interação gravitacional entre eles seja significativa. Por essa razão, as suas órbitas vão se alterando com o tempo e ora são mais excêntricas, ora mais circulares. A importância desta descoberta ultrapassa a descoberta em si mesma, pois pode ter conseqüências nas teorias de formação de planetas agora vigentes.

http://www.utexas.edu/opa/news/2007/05/mcdonald23.html

Nebulosas


Por Thiago Guimarães (dragunovsvd.09@gmail.com)

Definição: São nuvens de poeira e gás interestelar que se localizam, na maioria das vezes, no interior das galáxias. Ela só se torna visível se o gás brilha, se uma nuvem reflete a luz das estrelas ou se ela própria encobre a luz dos objetos distantes. A maioria das nebulosas estão em intensa atividade de formação estelar. Existem quatro tipos de nebulosas:

Nebulosa de emissão:
São nebulosas que brilham em diferentes cores, pois o gás delas emite luz quando estimulado pela radiação de estrelas jovens quentes que emitem fótons altamente energéticos. Entre os diferentes tipos de nebulosas de emissão estão as regiões H II, nas quais a formação estelar decorre e jovens, massivas estrelas são a fonte destes fótons.

Apenas estrelas grandes e quentes podem libertar a quantidade de energia necessária para ionizar uma parte significativa da nuvem. Muitas das vezes, este trabalho é feito por um inteiro enxame de jovens estrelas. A cor da nebulosa depende da sua composição química e quantidade de ionização. Devido à alta prevalência de hidrogênio no gás interestelar, e à sua relativamente baixa energia necessária, muitas nebulosas de emissão são vermelhas.

Se mais energia estiver disponível, outros elementos podem ser ionizados e então aparecem as cores verde e azul. A maioria das nebulosas de emissão contém cerca de 90% de hidrogênio, sendo os restantes 10% hélio, oxigênio, nitrogênio e outros elementos. As nebulosas de emissão têm freqüentemente manchas escuras que resultam do bloqueio da luz por nuvens de pó.

A combinação entre a nebulosa de emissão e o pó origina objetos muito interessantes, e muitas destas nebulosas têm o nome dos objetos a que se parecem, tal como a Nebulosa da América (NGC 7000) do Norte ou a Nebulosa do cone (NGC 2264). Algumas nebulosas são constituídas de componentes que refletem e emitem, tal como a Nebulosa da Trífida (M20). Algumas das mais espantosas nebulosas de emissão visíveis do hemisfério Norte, são: a Nebulosa da Lagoa (M8) e a Nebulosa de Órion
(M42).

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