domingo, 20 de junho de 2010

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Misteriosa luz azul em forma de espiral aparece 2


Uma estranha luz em forma de espiral apareceu no céu do norte da Noruega na última terça-feira (8), deixando milhares de moradores das cidades de Trøndelag e Finnmark atônitos. Testemunhas compararam o fenômeno com coisas como foguetes russos, meteoros e ondas de choque - mas, até o momento, ninguém sequer mencionou a possibilidade de ser um OVNI (objeto voador não-identificado).

O fenômeno começou com uma luz azulada que parecia sair por trás de uma montanha. No entanto, parou um pouco acima da linha do horizonte e começou a circular. Alguns segundos depois, a espiral gigante cobria o céu inteiro. Então, um raio verde-azulado saiu do centro do objeto, durando entre 10 a 20 minutos antes de desaparecer completamente.

O instituto metereológico norueguês teve as linhas telefônicas congestionadas com tantas ligações após a tempestade de luz. De acordo com o site Daily Mail, astrônomos disseram que o fenômeno "não parecia estar conectado com a aurora boreal, tão comum nessa área do mundo".

Fred Hansen, um dos moradores locais, descreveu o acontecido como "uma grande bola de fogo que ficou dando voltas, com uma grande luz dando voltas novamente". Já Axel Rose Berg, de Alta, afirmou que era "como uma espiral gigante - uma estrela candente que girava e girava", dizendo que pensava se tratar de uma projeção à princípio.

O astrônomo norueguês Knut Jørgen Røed Ødegaard disse ao VG Nett que nunca viu algo parecido. "Pensei primeiro que fosse um meteoro em forma de bola de fogo, mas demorou por tempo demais", disse. "Pode ter sido um míssil na Rússia, mas não posso garantir que seja a resposta". O controle aéreo do local disse que o fenômeno durou por dois minutos, mas admitiu que era "demorado demais para ser um fenômeno astronômico".

Grã-Bretanha libera arquivos com relatos sobre Ovnis

O Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha liberaram mais de 6 mil páginas de documentos que incluem relatos de aparições de Ovnis (objetos voadores não identificados) entre 1994 e 2000. Um deles inclui a aparição de Ovnis que sobrevoavam o Chelsea, clube de futebol de Londres, e a residência de um ex-ministro do Interior, Michael Howard.

Os relatos dão detalhes sobre a aparência dos objetos - de vários formatos e tamanhos - e incluem desenhos feitos por testemunhas.Um homem disse à polícia que vomitou e adquiriu "um distúrbio de pele" depois que um estranho "tubo de luz" envolveu o seu carro no Vale de Ebbw, no País de Gales, no dia 27 de janeiro de 1977.

Em outro caso, um Ovni visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, foi filmado. A aparição foi informada à guarda costeira, que alertou embarcações no Mar do Norte. A tripulação de um barco disse que viu mais Ovnis.
(veja o vídeo no site abaixo).


Os documentos incluem relatos verbais e desenhos de Ovnis

Força Aérea
Os documentos também incluem uma carta de um alto funcionário do Ministério da Defesa, Ralph Noyes, em que ele diz ter visto um filme com Ovnis feito por pilotos de caça da Força Aérea Real da Grã-Bretanha em 1956. Noyes alega que as imagens foram mostradas em uma sessão secreta organizada por integrantes da defesa aérea no prédio do Ministério da Defesa em 1970.

E um memorando revela como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill manifestou curiosidade sobre "discos voadores" e pediu um briefing de seus ministros sobre o assunto. Depois de um estúdio realizado pelos serviços de inteligência em 1951, concluiu-se que "discos voadores" podem ter quatro causas - fenômenos meteorológicos ou astronômicos, identificação errônea de aeronaves convencionais, ilusão de ótica e delírios psicológicos ou trotes deliberados.

Especialistas afirmam que os documentos mostram como os formatos dos Ovnis mudaram nas últimas décadas, e a explicação pode estar nas representações que a cultura popular tinha desses objetos. Vários relatos neste último lote de documentos - o quinto de um projeto de três anos para a liberação de arquivos - descrevem as supostas naves alienígenas como grandes, pretas e de formato triangular, com luzes nas pontas. Nas décadas de 1940 e 1950, o formato predominante era de disco.

"No período coberto pelos mais recentes documentos liberados, bombardeiros americanos de formato triangular e aviões espiões Aurora apareciam muito na TV, assim como em programas como Arquivo X e filmes como Independence Day, lançado em 1996, e os relatos de aparições de Ovnis são semelhantes", disse David Clarke, autor do livro The UFO Files e professor de Jornalismo da Universidade Hallam Sheffield, ao jornal britânico The Daily Telegraph.

"É impossível provar uma ligação direta entre o que as pessoas estão lendo e vendo e o que elas dizem ser Ovnis, mas uma interpretação pode ser que os mais recentes avanços na tecnologia podem estar influenciando o que as pessoas veem no céu", concluiu. Os arquivos estão disponíveis para baixar de graça por um mês a partir do website dos Arquivos Nacionais.
http://www.bbc.co.uk/portuguese/ciencia/2010/02/100218_ufofilesg.shtml

Na rota dos óvnis

Para faturar com o turismo, cidade paulista lança primeiro roteiro brasileiro para ver discos voadores. Na rota dos óvnis: para faturar com o turismo, cidade de Peruíbe lança primeiro roteiro brasileiro para ver discos voadores.

Mapa ET - Paulo Aníbal pesquisa a região há dez anos
A cada dez avistamentos de óvnis no País, três ocorrem em Peruíbe, cidade litorânea situada a 148 quilômetros de São Paulo. É o que diz um levantamento do Centro Brasileiro de Pesquisa de Discos Voadores (CBPDV), órgão que reúne os principais ufólogos brasileiros e coleta relatos de visualização dos supostos objetos não identificados. O cenário de Peruíbe, emoldurado pelo céu aberto sobre o amplo litoral e cercado por mirantes na mata da Jureia – um dos patrimônios naturais reconhecidos pela Unesco –, facilitaria a visualização dos fenômenos luminosos à noite. Talvez por isso seja raro encontrar um morador da cidade sem pelo menos uma história para contar de luzes coloridas ou bolas alaranjadas no céu estrelado.




ETs sequestraram nave da NASA, diz ufólogo


Ilustração mostra a nave Voyager 2,
da NASA, enquanto estuda os limites da heliosfera.

ETs sequestraram nave da NASA, diz ufólogo

"Ufólogo alemão afirma que alienígenas teriam seqüestrados a nave Voyager 2, da NASA, e a estariam usando para fazer contato. Segundo reportagem do Telegraph, Hartwig Hausdorf afirma que está é a melhor explicação para as estranhas mensagens enviadas pela nave desde o fim de abril.

A Voyager 2 é um veículo não tripulado enviado ao espaço em 20 de agosto de 1977, duas semanas antes de sua nave gêmea, a Voyager 1. Ela carrega saudações terrestres em 55 línguas gravadas em um disco de ouro, além de sons da natureza e músicas. Sua missão inicial era uma viagem de quatro anos a Saturno, mas ela continuou ativa durante esses 33 anos e continuou enviando dados após sua passagem por Urano e Netuno.

No entanto, desde o dia 22 de abril, o fluxo de informações mudou repentinamente. Segundo a NASA, isso seria um simples problema com um software – mas Hausdorf acredita que, como todas as outras partes da nave parecem estar funcionando normalmente, isso seria obra de extraterrestres. Em uma entrevista ao jornal alemão Bild, ele teria dito que a sensação é a de que alguém reprogramou ou seqüestrou a sonda.

Atualmente, a Voyager 2 está a cerca de 13,8 bilhões de quilômetros, enquanto a Voyager 1 está a cerca de 16,9 bilhões – o que as torna os objetos mais distantes da terra feitos pelo homem. Elas se encontram na borda da heliosfera, a “bolha” magnética criada pelos ventos solares ao redor do nosso sistema, e devem entrar no espaço interestelar nos próximos cinco anos."

Hawking: homem deveria evitar contato com eventuais ETs

Os extraterrestres podem existir, mas os homens deveriam evitar qualquer contato com eles porque as consequências poderiam ser devastadoras, advertiu o astrofísico britânico Stephen Hawking, em um programa exibido no domingo pelo canal Discovery Channel. Frederick M. Brown/AFP

Hawking: homem deveria evitar contato com eventuais ETs
LONDRES (AFP) - Os extraterrestres podem existir, mas os homens deveriam evitar qualquer contato com eles porque as consequências poderiam ser devastadoras, advertiu o astrofísico britânico Stephen Hawking, em um programa exibido no domingo pelo canal Discovery Channel.

"Se os extraterrestres nos visitassem, o resultado seria mais importante do que quando Cristóvão Colombo chegou à América, o que não foi positivo para os índios americanos", afirmou o cientista. "Extraterrestres evoluídos poderiam talvez ser nômades e querer conquistar e colonizar os planetas que forem conhecendo", completou na nova série "No Universo com Stephen Hawking".

Na hipótese da existência de vida extraterrestre, o astrofísico destacou que "o verdadeiro desafio consiste em saber com que se parecem atualmente os 'aliens'". O homem já fez várias tentativas de contato com civilizações extraterrestres. Em 2008, a Nasa, a agência espacial americana, emitiu no espaço a canção dos Beatles "Across the Universe" para mandar uma mensagem de paz a eventuais extraterrestres. A mensagem deve chegar à região de Polaris em 2439.

Stephen Hawking, 68 anos, mundialmente conhecido pelos trabalhos sobre o universo e a gravidade, é autor de "Uma Breve História do Tempo", um dos maiores êxitos da literatura científica, e de "O Universo numa Casca de Noz".

http://br.noticias.yahoo.com/s/afp/100426/saude/gb_ci__ncia_astrof__sica


Joãozinho, não fale com esse extraterrestre!



Joãozinho, não fale com esse extraterrestre!
Ivan Lessa - da BBC Brasil

Eu respeito religiosamente todas as pessoas que emprestaram suas vozes aos desenhos animados dos Simpsons. O físico britânico Stephen Hawking, agora com 68 anos, já apareceu mais de uma vez. Não tivesse nos dado o prazer de sua visita e eu continuaria a colocá-lo em minha lista de 50 pessoas favoritas no mundo inteiro. Uma lista muito mais importante, na minha pobre opinião, do que as listas das 50 ou 500 pessoas mais ricas do mundo, que essas são divulgadas semana sim, semana não.

Logo que o professor Hawking estourou nas bocas, com seu "Breve História do Tempo", coisa rara para mim, não esperei por seu lançamento em brochura. O emérito físico merecia umas librinhas a mais de minha parte. Devorei o livro e adorei cada linha. Isto não quer dizer que eu tenha entendido, fazendo por baixo, três linhas. Não entendi absolutamente nada. Patavinas, conforme se diz nas tiras do Pato Donald. Agora, que era impressionante, lá isso era. O importante, sempre ouvi dizer, é impressionar. O resto é frescura.

Dediquei-me então a uma devoção mais racional. Leria dele apenas as resenhas assinadas por gente de gabarito e as entrevistas que ele, logo na moda, costumava dar para a imprensa. Valeu a pena. Posso não entender nada de física, mas sei de coisa à beça sobre Stephen Hawking. Que, aliás, não sai dos noticiários.

Semana passada, lá estava ele fazendo manchetes, inclusive aqui neste nosso, ou vosso, sítio. A BBC Brasil deu direitinho, conforme é de seu feitio. Em uma série de documentários a ser exibida agora em maio no Discovery Channel (outro mistério para mim, embora altamente curtível), Hawking declara ser perfeitamente racional a crença de que possa existir vida fora da Terra.

E alinha seus argumentos: afinal, há 200 bilhões de estrelas em nossa galáxia, a Via Láctea; o Universo conta com pelo menos 100 bilhões de galáxias; 452 planetas fora do sistema solar podem ser discernidos simplesmente dando uma boa espiada nas estrelas; 20% das estrelas semelhantes ao nosso querido Sol devem possuir em torno, como fãs ou groupies, uma equipe de planetas. No que implica tudo isso? O excelente professor Hawking é explícito: se nossa galáxia pode ter centenas de milhões de planetas habitáveis, o Universo pode mais: deve contar com bilhões de planetas.

Em seu sereno entusiasmo de cientista, Stephen Hawking fez a advertência que rodou o mundo: atenção, cuidado, não falem com extraterrestres, mesmo que eles adotem um cognome menos ameaçador, feito alienígenas. Em vez de a Humanidade estar em obsessiva busca por outras vidas, outros mundo, o momento --todos os momentos, atuais e futuros-- exigem extrema cautela. Com rigor matemático, o ilustre professor adverte para o perigo de eles, extraterrestres, serem racionais. Implícita está a premissa de que "ser racional" é um perigo para quem passa perto. Perfeito.

Stephen Hawking lembra então no desastre que resultou para os nativos da América do Norte quando Cristóvão Colombo "abriu a porta de seus mares" e na, para ele, terra novinha em folha, desembarcou com sua patota. E o professor finaliza, ao menos numa das entrevistas que li, dizendo o seguinte:

"Tenho a suspeita de que há no universo vida e inteligência que mal conseguimos conceber. Da mesma forma que um chimpanzé e incapaz de compreender a teoria quântica. É possível que haja aspectos de realidade que foge à capacidade de nossos cérebros."

Eu não me considero extraterrestre e não entendo --serei vulgar-- bulhufas de teoria quântica. O próprio Stephen Hawking, apesar de contar com toda minha admiração, conforme deixei claro, me soa, em sua argumentação (ah, o número de vezes que eu comecei e não acabei com a "Breve História do Tempo"!), algo como alienígena.

Nem por isso, no entanto, deixarei de dirigir minha palavra a ele se, numa dessas esbarradas quânticas numa esquina da vida, eu der com ele pela proa. Enquanto não provarem o contrário, aqui ou em outras bilhões de galáxias, somos todos iguaizinhos.




Avistamento de dois OVNIs triangulares em Jeannette
Por Roger Marsh

Dois OVNIs triangulares silenciosos e se movimentando de vagar passaram na cidade de Jeannette - PA, vindos do sudoeste, e como um morador estava de pé assistiu tudo com muito medo. O aparelho tinha luzes vermelhas e verdes ao longo de sua borda e uma luz branca intensa no centro. Relatos semelhantes a este têm sido informados em outras partes do país. Jeannette é uma cidade com cerca de 10.000 habitantes e fica no sudoeste da Pensilvânia, aproximadamente há 35 milhas de Pittsburgh, no Município de Westmoreland.

O homem que tem 53 anos de idade estava caminhando com seu cachorro depois do apagão que ocorreu no dia 21 de novembro de 2008, e notou o primeiro objeto vindo em sua direção. Em seguida, percebeu que havia um segundo objeto que era idêntico ao primeiro. O primeiro OVNI estava parado no meio do ar aparentemente, enquanto o segundo objeto estava logo atrás. Com suas próprias palavras, a testemunha fez esta declaração:

"Vi algo realmente estranho nesta noite no céu que simplesmente não posso explicar. Estava levando Sadie, meu cachorro, para um passeio, e estava na rua detrás de minha casa. Vi um grupo de luzes no céu que vinha do sudoeste. Era um agrupamento de luzes, e estava se movendo inacreditavelmente lento. Quando elas se aproximaram, notei que havia muitas luzes vermelhas e verdes que formavam um diamante enorme, com uma única luz branca no centro. Fiquei totalmente pasmo, principalmente porque aquela coisa estava se movendo lentamente.

"Quando o objeto passou sobre a minha cabeça, senti o meu boné sendo puxado e minhas orelhas ficaram descobertas o que me permitiu escutar a tudo atentamente, mas o curioso é que aquela coisa não fazia nenhum tipo de som ou ruído. O estranho era que aquele objeto vinha na mesma direção do outro objeto e eram exatamente iguais, e ainda estavam seguindo a mesma rota de vôo.

"Levei meu cachorro para cima do passeio que fica ao lado de minha casa. O primeiro objeto estava se movendo para o nordeste e ainda podia vê-lo acima de uma árvore da rua, logo depois o objeto parecia estar parado, como se estivesse esperando pelo segundo objeto. Entrei em casa com meu cachorro e em 30 segundos troquei sua coleira, quando fui procurar de novo os dois objetos eles já tinham desaparecido."




Avistamento de dois OVNIs triangulares em Jeannette








Avistamento de dois OVNIs triangulares em Jeannette
Por Roger Marsh

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Ufologia - ciência do futuro.

Multi e interdisciplinaridade, termos atuais
que se aplicam ao estudo dos Discos Voadores

Paulo R. Poian
Ultimamente, muitos cientistas, pesquisadores e simpatizantes da temática extraterrestre têm-se perguntado sobre quando chegará a hora do reconhecimento oficial da Ufologia como ciência. Vamos analisar, com muita atenção e serenidade, esta questão.

Tomamos a liberdade de colocar a palavra Ciência com letra inicial maiúscula, como substantivo próprio. Assim, significará o conjunto de ciências, diferenciando-se de ciência, com letra inicial minúscula, de significado direto e indicando somente uma determinada área científica, específica.


“A ciência é uma forma bem humana de conhecimento. Cada julgamento se apóia na fronteira do erro... é um tributo ao que podemos saber embora sejamos falíveis. Um objetivo das ciências físicas era fazer um retrato fiel do mundo material e uma das conquistas da física no século XX foi provar que este intento é inatingível.” (Jacob Bronowski, filósofo e matemático inglês).
O que é a Ciência?


Simplificadamente, são conjuntos de conhecimentos e métodos sistematizados, que permitem a observação de fenômenos a fim de compreendê-los e a aplicação destas informações. Explicações científicas são feitas de fenômenos naturais em detrimento aos sobrenaturais, embora não se exija a aceitação ou rejeição do sobrenatural.

Atualmente sabemos da existência de fenômenos extrafísicos, embora ainda não haja compreensão e aplicação adequadas, muito menos metodologias compatíveis para se reproduzir tais eventos. A Ciência é formada de muitas ciências específicas, que são definidas pelo tipo e gama de acontecimentos que investigam (Ex: astronomia, biologia, física, história, etc).

Não existe um procedimento único, alguns dos métodos da Ciência envolvem lógica, tirando conclusões, deduções ou induções a partir de hipóteses, ou resolvendo implicações e relações com condições necessárias ou suficientes. Alguns são práticos, como fazer observações, experiências controladas e projetar instrumentos.


Métodos científicos são impessoais, o que um cientista seja capaz de fazer, qualquer outro deve ser apto de duplicar e quando um afirma medir ou observar algo através de técnica particular que outros não possam reproduzir é um sinal claro de erro por parte deste em alguma etapa.

Ufologia - ciência do futuro.II

Seríamos capazes de fazer um retrato fiel do mundo físico?


A Ciência não assume saber a verdade absoluta sobre o mundo prático e sim que deve descobrir seu conhecimento e conteúdo. Aqueles que afirmam o contrário não podem estar falando sobre conhecimento científico. Pressupõe uma ordem regular na natureza e assume que existam princípios fundamentais com os quais fenômenos naturais funcionam, sendo estes princípios ou leis relativamente constantes, mas não que possa saber, de forma definitiva, o que sejam estas leis ou a ordem real de qualquer conjunto de fenômenos.

Uma teoria científica é um conjunto de princípios, conhecimentos e métodos para explicar o comportamento de uma sucessão de acontecimentos específicos. Tenta-se entender e explicar o mundo das experiências observadas, sensoriais e como as coisas naturais operam e acontecem.

Algumas teorias científicas, quando são propostas e desenvolvidas pela primeira vez, são pouco mais que palpites baseados em informações limitadas, mas quando bem desenvolvidas organizam o conhecimento e nos permitem prever ou elucidar amplos eventos.


A característica que distingue uma teoria para que ela seja considerada científica é a possibilidade de ser experimentalmente testada e posteriormente confirmada. Quanto maior o número de testes rigorosos, maior seu grau de confirmação e aceitação.

Todavia, nenhuma pode ser provada com certeza absoluta. Por exemplo, a teoria da relatividade especial de Einstein é aceita como correta, mas não significa que seja infalivelmente certa. Igualmente à teoria da evolução das espécies, de Charles Darwin.

No caso dos UFOs e seus tripulantes, temos inúmeras deduções e induções, hipóteses e metodologias “emprestadas” das mais variadas disciplinas e formas de pesquisa, mas estamos ainda na fase dos palpites baseados em informações limitadas, o que é normal para uma protociência com pouco mais de meio século de existência.

O objeto de estudos se mostra multifacetado, multiforme ou, em muitos casos, simplesmente imaterial. Envolve toda uma complexidade e gama de ações e consequências antropológicas, sociais, políticas, religiosas, ideológicas e científicas, o que exige profissionais das mais variadas áreas trabalhando em conjunto e união absoluta, o tempo todo.


A história da Ciência mostra que teorias científicas não permanecem inalteradas para sempre, funcionando bem por algum tempo, depois surge a descoberta de novos fatos que não se encaixam e novas teorias acabam por substituir as antigas, parcial ou totalmente.

O conhecimento científico que temos é em relação ao saber humano e os cientistas são seres humanos, não são deuses e a Ciência pode errar ou equivocar-se. Muitas pessoas se agarram nas afirmações científicas como verdades absolutas, o que as torna uma espécie de fiéis seguindo sua religião e, neste caso, a Ciência vira doutrina e, seus representantes, os inquisidores.Estudo dos UFOs. Só isso?


A chamada Era Moderna dos Discos Voadores foi iniciada oficialmente em 24 de junho de 1947, dando espaço ao termo Ufologia - estudo dos UFOs, do inglês Unidentified Flying Objects, e também de seus tripulantes - e ufólogo para o pesquisador do assunto.

A Ufologia completou
61 anos em 24 de junho de 2008
e, no decorrer deste tempo, descobrimos, detectamos, investigamos, documentamos, fotografamos e filmamos toda uma gama de ocorrências cada vez mais sólidas e comprovadas de fenômenos e efeitos físicos, químicos, biológicos, ópticos, eletromagnéticos, elétricos, térmicos, astronômicos, sociais e históricos.

Avistamentos, pousos e abduções invariavelmente semelhantes entre si, traumas, seqüelas físicas e psicológicas em testemunhas e vítimas etc. Nunca ouvimos falar de alguém, que tenha estudado e pesquisado de modo imparcial e sem preconceitos estes fatos, concluir que tudo não passa de equívocos e devaneios.

Muito pelo contrário, indivíduos cada vez mais capacitados e formados nas mais diversas áreas científicas vêm surgindo com grande interesse e admiração pela Ufologia, sendo gradativamente incorporados e contribuindo, cada qual em sua especialidade profissional, na busca de pistas, soluções, metodologias apropriadas, tecnologia e equipamentos inovadores, teorias, respostas, formas de tratamento e recuperação de abduzidos, etc.

Ufologia - ciência do futuro.- III

Longe de uma explicação dentro da convencionalidade,
ufólogos se baseiam em conhecimento empírico aliado
às técnicas e teorias científicas.



O estudo dos Discos Voadores e seus tripulantes, ao contrário do que muita gente imagina, envolve multi e interdisciplinaridade, engloba simplesmente ‘todas’ as ciências e formas de investigação de que dispomos em termos mundiais. E para quem se espanta com esta afirmação, vamos citar, resumidamente, as ciências mais relevantes de que necessitamos e utilizamos para tratarmos do fenômeno, tendo em vista, especificamente, as partes interessantes à Ufologia.
Ufologia de A à Z.


Antropologia – Estudo científico da espécie humana, sua origem, evolução, costumes, instituições, etc. Nesta disciplina, investigamos possíveis vestígios da influência alienígena em todas as civilizações, raças e povos, sem distinção, como também suas relações com a humanidade contemporânea;

Arqueologia – Estudo das civilizações pré-históricas, utilizando-se de monumentos, objetos, documentos, ossadas, etc por elas deixados. Alguns pesquisadores se dedicam à busca e compreensão do chamado “elo perdido” entre as espécies, outros acreditam na possibilidade da coexistência entre civilizações avançadas cientificamente, habitando em pomposas metrópoles e seres primitivos morando em cavernas, isoladamente. Utiliza-se o termo Ufoarqueologia para a busca de indícios extraterrestres no passado arqueológico humano;

Astronomia – Ciência que estuda a formação, constituição, posição relativa e leis dos movimentos dos astros. Alguns deles são freqüentemente confundidos com UFOs, por isso, toda pessoa interessada no assunto deve ter noções básicas desta atividade, que desenvolve papel importante na pesquisa e localização de estrelas e planetas com chances percentuais de abrigar vida.

Praticamente toda semana, em algum meio de comunicação, surgem comentários sobre as estrelas e novos planetas descobertos. Estrelas são sóis e um sol pode abrigar vários planetas, assim como em nosso sistema solar, o que multiplica infinitamente a quantidade de planetas existentes no universo. O avanço e aprimoramento na construção, capacidade e tecnologia de telescópios nos fornecerão surpresas fascinantes;

Biologia – Ciência dos seres vivos, leis da vida e a relação com o meio ecológico. Nela também existem lacunas sem solução, mas esta disciplina é a base para melhores questionamentos e buscas sobre nossas origens e evolução, incluindo o ramo da genética, parte da biologia que estuda as leis da hereditariedade e as partículas (genes) responsáveis por esse fenômeno, mutações, hibridismo, tecnologia genômica, bioquímica, além das técnicas laboratoriais de análises utilizadas também em certas investigações ufológicas. Exobiologia e astrobiologia são exatamente o estudo das formas de vida em outros orbes;

Filosofia– Estudo que visa a compreensão da realidade em sua inteireza, especialmente da orígem e do sentido da existência. Todo ufólogo e simpatizante também é um filósofo em potencial;

Física– Ciência que estuda as propriedades e a estrutura dos corpos, dos sistemas materiais e as leis que explicam as modificações que ocorrem em seus estados e movimentos, sem que haja alteração de sua natureza. Está sempre em crescimento e expansão, surgindo novos campos de estudo, onde fenômenos que aparentavam ser independentes e sem nenhuma relação entre si mostram-se posteriormente como partes diferentes de um único fato mais complexo. Seria difícil definir com precisão seu campo de atuação, pois a física se encontra em contínua evolução, é utilizada em comunhão com as mais variadas ciências e áreas da tecnologia, sendo a responsável direta por inumeráveis conquistas, inclusive algumas controversas, como a energia atômica ou nuclear.

Divide-se em diversas partes, como acústica (estudo de fenômenos sonoros), eletromagnetismo (fenômenos elétricos e magnéticos), mecânica (fenômenos do movimento), óptica (natureza da luz e seus fenômenos), termologia (fenômenos térmicos), etc.

Ou seja, grande parte dos efeitos produzidos pelos UFOs deveria ser de total interesse aos físicos em geral, mas parece mais fácil ignorá-los, afinal são apenas objetos voadores não identificados, que desafiam a gravidade e possuem regras físicas próprias! Porém, cedo ou tarde, pelas trilhas citadas acima, perceberão por si mesmos o quão estavam enganados e quanto tempo perderam com inúteis falsas explicações e indiferença
.

Ufologia - ciência do futuro.- IV

Átomo:
significa sem partes, em grego.
Já deixou de ser indivisível há algum tempo


Além da física quântica e mecânica quântica, a direção tomada pela chamada física moderna ou nova física já está provando aos mais ortodoxos que muitos fatos, métodos, regras e teorias científicas estão rumando e indicando para novos e amplos estudos, reformulações onde uma nova visão de mundo e universo implicará indubitavelmente na constatação do óbvio.

Teorias como das super cordas – que calcula a existência de 10 a 26 dimensões, ou mesmo a possibilidade de serem infinitas – e dos buracos de minhoca (Wormholes), como sendo possíveis atalhos para outros pontos do cosmos ou mesmo universos paralelos, além de permitir superar a barreira da velocidade da luz, atuando como fendas no tempo;

Geofísica – Trata das características e propriedades físicas do planeta. De nosso interesse específico, temos a Geofísica Espacial, que busca a compreensão dos fenômenos físico-químicos que ocorrem na Terra e no espaço próximo, com estudos sobre o campo geomagnético e suas variações espaços-temporais, fenômenos elétricos na atmosfera e condutividade elétrica nas camadas internas do planeta;

Geografia –
Estudo dos aspectos físicos da superfície da Terra. Tem sua importância na investigação de campo, onde precisamos compreender a localização, tipo de relevo, vegetação, hidrografia e outros aspectos morfológicos de cidades e locais de pesquisa;

Geologia – Origem, constituição e as transformações do globo terrestre e da vida sobre ela existente. Estas modificações produzem materiais e fenômenos naturais com influência direta e indireta em nossas vidas, sendo relevantes à compreensão dos processos físicos e químicos que levaram o planeta a ser tal como o observamos;

História – Narra os fatos políticos, econômicos, culturais e sociais notáveis na vida de um povo ou da humanidade; Conjunto de obras e conhecimentos derivados dessa ciência; Estudo da origem e desenvolvimento de uma arte ou ciência.


Os acontecimentos que podem ser interpretados como ufológicos em toda dimensão da História são incomensuráveis e amplamente documentados em inúmeras publicações e na internet, com ações e reações típicas de ocorrências do gênero.


A partir do exato momento em que governantes, militares e cientistas assumirem de uma vez por todas a interação entre humanos e alienígenas como realidade, terá início uma revisão sem precedentes nesta disciplina;

Neurologia –
Parte da medicina que trata das perturbações e doenças do sistema nervoso. Tem sua importância na tentativa de compreensão dos processos cerebrais aos quais são submetidos os abduzidos ou pessoas que estiveram próximas de um UFO.

Atualmente, temos a neuroteologia, a mais recente iniciativa de cientistas para explicar os eventos místicos, antes rotulados de sobrenaturais. O rigor científico sempre foi utilizado para sepultar as tentativas de se levar a sério a ocorrência dos chamados fenômenos espirituais, que eram incluídos como patologia da mente.

Agora, novas técnicas de pesquisa tentam decifrar alguns dos maiores enigmas da humanidade, como a fé, meditação, estados alterados de consciência, viagens astrais, contatos ufológicos, etc, através de imagens obtidas na intimidade do organismo por equipamentos de última geração, como tomógrafos guiados por feixes de pósitrons, as antipartículas de elétrons. Estes pesquisadores buscam entender o relacionamento entre espiritualidade e cérebro. E nós devemos ficar de olho na neuroteologia, buscando uma aproximação com estes profissionais;

Psicanálise – Métodos de investigação psicológica dos processos mentais criado por Sigmund Freud(
1856-1939
) e que visa o tratamento das desordens emocionais. Relevante nas tentativas de compreensão das abduções, como também na identificação e separação entre real e imaginário;

Psicologia –
Estudo de fenômenos psíquicos e o comportamento humano e animal; Conjunto de disposições psíquicas e mentais de uma pessoa ou classe de indivíduos. Seriam as abduções frutos do imaginário humano? Elas acontecem em todas classes sociais, formações religiosas ou intelectuais, atingem todas as raças, povos, sendo uma anomalia global;

Psiquiatria –
Parte da medicina que abrange o estudo e tratamento de doenças mentais. Em algumas clínicas psiquiátricas, foram identificadas pessoas que, salvo algum equívoco inevitável, são portadoras de sintomas típicos aos abduzidos com seqüelas psicológicas graves;

Química –
Ciência que estuda a composição das substâncias, suas propriedades e as leis que regem suas reações, combinações e transformações. Utilizada em variados tipos de análises e testes em amostras, além da importância universal, pois os elementos químicos estão presentes em nós, nosso planeta e no cosmos.

A química teve sua origem graças à alquimia e muita gente se esquece desta verdade pregressa, em que “malucos” pioneiros buscavam cura para as doenças, o elixir da vida, fórmulas mágicas para se transformar qualquer material em ouro, entre outras excentricidades que acabaram se tornando a base da medicina e farmacologia modernas;

Teologia –
Estudo ou tratado das questões religiosas relativas à divindade e a sua relação aos homens. Nem é necessário comentar, não acham? Além destes tópicos, embrenhamo-nos nas doutrinas, textos sagrados, hipnose, parapsicologia, ações e procedimentos militares, serviços secretos, enfim, onde quer que o ser humano tenha se manifestado inteligentemente - ou nem tanto - sempre houve espaço para as pesquisas e descobertas ufológicas.


Por esse motivo, este humilde autor pede desculpas antecipadas por alguma falha ou esquecimento na descrição e relação das áreas de atuação em Ufologia moderna. Estagnação ou Transição?


Hilariante, estimados leitores! Existem pessoas que dizem-se militantes da Ufologia, mas na verdade somente atrapalham, torcem e atuam contra os avanços na área. Se fosse por elas, poderíamos abandonar tudo e retornar a vida simples e corriqueira, à labuta do dia-a-dia, em nossas profissões e trabalhos que nos sustentam e à família, afinal, a pesquisa dos Discos Voadores e seus tripulantes chegou ao limite, não sai mais do lugar e não há mais o que fazer.

Realmente, seria bem mais fácil e conveniente abandonar o navio com esta desculpa, pois somente levamos prejuízos financeiros e nenhum reconhecimento. Ou então, retirar da pauta as pesquisas sérias e deixar caminho livre para fraudes, ufolatria, charlatanismo e messianismo ufológicos. Seria esse o fim de tudo?


Uma visão bitolada e simplista, eu diria. Na verdade, a Ufologia mundial - não somente a nossa - está claramente numa fase de transição e reorganização, onde é necessário separar o joio do trigo, unificar-se, esclarecer e concluir trabalhos e projetos em andamento, difundir-se de maneira definitiva entre o meio acadêmico e ser oficializada.

Isso não será possível a curto prazo, portanto, há muito trabalho pela frente. É uma fase de ajustes, decisões, meditações, reflexões e ações, de onde sairá fortalecida e pronta para seguir em frente. A Ufologia brasileira é uma das melhores e mais eficientes, respeitada no mundo todo.

Faz-se muito com pouco ou nenhum recurso financeiro e some-se a isso nossa precária situação econômica num país em desenvolvimento. Ponto negativo ainda é a falta de união entre ufólogos e as ervas daninhas que sequer merecem atenção, pois fazem de tudo, menos Ufologia. Graças a esta falta de organização dos pesquisadores sérios e isso urge de reformas.Igualmente, muitos cientistas, profissionais de outras áreas e curiosos que absolutamente nada sabem sobre o assunto, dentro de suas limitações ortodoxas e verdadeiras crendices científicas, atacam a Ufologia, como pseudociência (pseudes significa falso!).


Nenhum pesquisador da área pode aceitar este termo, sem explanar sobre ele. Falsa ciência? De modo algum! Ufologia é uma protociência (protos = primeiro, inicial) ou paraciência (para = ao lado).


E quem não entende sobre determinado assunto, deveria, no máximo, ausentar-se de comentários. Exemplificando, se não entendemos nada de geodésia - e por incrível que pareça trata-se uma ciência, que estuda formas e dimensões da Terra -, então como iremos comentar ou opinar sobre a mesma?


Antes de mais nada, se necessário fosse, iríamos estudar e informarmo-nos sobre o assunto antes de qualquer posição. Ética, moral, bom senso e coerência são princípios básicos que se aprende no primeiro ano de graduação, em qualquer universidade.


Não poderia deixar de citar também o papel da mídia, como fonte de desinformação e sensacionalismo dos fatos. Sem generalizar, é claro. A falta de discernimento e conhecimento dos profissionais da área no tema atrapalha muito, faltam estudos e pesquisas para a maioria dos representantes da imprensa.

Por que não cometem gafes em matérias científicas tradicionais? Porque estudam, pesquisam antes, ou ao menos consultam especialistas! Infelizmente, pensa-se em ibope e venda de jornais impressos nestas horas, independentemente da confiabilidade ou credibilidade das fontes.






Ufologia - ciência do futuro.- IV

Deveríamos abandonar as pesquisas e virar as
costas ao fenômeno e casuística?

A sociedade de um modo geral mostra-se aberta e receptiva sobre a presença de outras civilizações pelo cosmos. A mídia influencia a vida e cultura de todos, é como um espelho para muita gente. Noticiários deveriam se preocupar mais com as informações reais e fundamentadas da Ufologia, deixando de lado, finalmente, a mistificação e negligência que se fazem presentes ainda nos dias atuais.

Mais lamentável ainda é o que presenciamos há pouco tempo, quando um amigo ufólogo que possui o maior acervo de informações sobre a disciplina no país, repassou excelentes materiais para um jornalista de um importante jornal impresso de ampla circulação.

O profissional dizia-se interessado no assunto e pedia material sério e confiável para publicação. Resultado: acabou não utilizando quase nada enviado e ainda acabou caindo no sensacionalismo de sempre. Este é somente um caso, existem muitos, inclusive de grandes emissoras de TV que mostram filmagens e imagens de UFOs sem sequer informar a fonte, que geralmente é de algum ufólogo, que gentilmente cedeu as imagens.

Concluímos que muitas matérias boas são moldadas pelos jornalistas antes da veiculação, e como adoram o sensacionalismo na Ufologia, vertem para este lado. Talvez seja exatamente por este motivo que muita gente de peso, como cientistas e pessoas públicas bem informadas evitam falar sobre UFOs.

Mudanças devem ser cobradas neste setor, através da boa informação, conscientização e parcerias produtivas com os meios de comunicação, com prioridade aos profissionais idôneos e realmente interessados em fatos reais. Aos poucos e efetivamente, sem tréguas, chegaremos ao objetivo sugerido neste artigo, não há dúvidas.

Como citado anteriormente, trata-se de uma multi e interdisciplina, ainda jovem, descobrindo-se como tal e percebendo a necessidade de crescer, amadurecer, profissionalizar-se. Depois de reconhecida e aceitada pela comunidade científica moderna, a Ufologia pode se ramificar em novas e revolucionárias vertentes científicas.

Assim como já existem a astrofísica, exobiologia, exopaleontologia, por exemplo, poderão surgir especialidades do tipo exoantropologia, exopsicologia. exozoologia, exomedicina e por esses caminhos adentro. Acontecerá como no passado, onde o termo ciências se ramificou em tantas especialidades atuais.

Isso é estagnação? Quem ainda apostar no fim da Ufologia, depois de tanta elucidação de metas e compromissos, pode procurar outra coisa para fazer, de fato. Contanto que deixem os que continuarão atarefados em paz e concentrados nestes projetos.

Saibam que estamos todos participando de uma gestação, uma fase embrionária que dará a luz às ciências ufológicas e mundiais do futuro. As ciências atuais estão caminhando e comprovando o que muitos ufólogos defendiam, teorizavam há décadas! Como os wormholes (buracos de minhoca), teoria das cordas (universos paralelos), velocidades superiores a da luz, teletransporte, enfim, genética, implantes, etc...


Acobertamento, questão vital.
Já nos anos
20 do século passado temos registros de pessoas idôneas que procuravam as autoridades para tentar repassar informações sobre os perigos da energia nuclear para fins bélicos e os efeitos da poluição desenfreada, relatando que foram alertadas por seres extraplanetários.

Interessante salientar que não havia sequer noção do que era esta tal energia entre a população civil antes de Hiroshima e Nagasaki (1945), e muito menos no que poderiam resultar os poluentes na atmosfera e superfície terrestre. Começaram a ser taxadas propositalmente de mentirosas, loucas, inconsequentes.

Hoje em dia sabe-se que por essa época se começava o chamado acobertamento, a desinformação, porque foram alguns governantes, cientistas e militares que começaram a acusar essas pessoas de insanidade, de mentirosas e a população absorveu, sem questionar. Alguns governos começaram a investigar o que estava acontecendo e perceberam que os UFOs eram reais e que provavelmente não eram terrestres.

A partir daí, quem falava em Disco Voador era totalmente ridicularizado. Isso fez com que todos tivessem medo de contar suas experiências, guardando tudo apenas em família, mesmo assim com muito cuidado. Na própria constituição americana, existe um artigo dos anos 60 determinando o isolamento e a quarentena de qualquer cidadão suspeito de ter tido contato próximo com um UFO, sem haver necessidade de ordem judicial ou mandado de busca e prisão (como se faz atualmente com algum suspeito de terrorismo).

Ora, mas por que isso se Discos Voadores não existem? Obviamente todos nós sabemos da política de acobertamento mundial, não é necessário exemplificar e relembrar tantos casos envolvendo autoridades e o sigilo ufológico perante a humanidade, os governos mundiais estão conscientes e aceitam o fenômeno UFO. Contudo, algumas questões vêm sempre à tona e é sobre elas que pretendemos explanar:Quais seriam os grandes motivos para o acobertamento? Por que não se fala tudo o que se sabe, afinal? Por que não abrem o jogo?

1) Na modesta opinião deste autor, o principal motivo para a continuidade destas mentiras hoje em dia é a imensa bola de neve que isto se tornou. A questão é: por onde começar a contar a verdade? Como? Quais seriam os efeitos políticos e militares perante a população revoltada com tantas mentiras assumidas publicamente? Quem pagaria e responderia judicialmente por isso, quem seria culpado?

2) A vulnerabilidade norte-americana. Isso foi exposto ao mundo em 11 de setembro de 2001, todos viram que os EUA não é indestrutível nem invencível. Isso foi uma desmoralização ao controle norte-americano sobre o mundo.

3) A fragilidade mundial perante os UFOs. Imaginem os principais líderes mundiais numa rede internacional de rádio e TV, assumindo publicamente a realidade extraterrestre! Imaginem Barack Obama, falando aos americanos e ao resto do planeta: “-Olha, é tudo verdade.

Os extraterrestres existem realmente, pilotam suas naves entrando e saindo da Terra na hora em que quiserem e nós não podemos fazer nada. Nada pode detê-los, não há leis que proíbam ets de viajarem por nosso espaço aéreo e mesmo que houvesse, quem iria impor isso a eles???”
O que mudaria caso fosse aceita oficialmente a presença alienígena?

Parece que muita coisa. Para a Igreja (religião), nós fomos criados à imagem e semelhança de Deus (Criacionismo) e pronto, é isso. Com a aceitação da Ufologia, nós, na verdade, poderíamos ter a confirmação de que somos frutos de um processo de colonização como nós mesmos estamos começando a fazer, indo a outros planetas e, no futuro, começaremos a gerar ou recriar vida em outros orbes.

Nós mesmos teremos que migrar para outros planetas devido à superpopulação. Ou resultado de algum tipo de experimento genético, igualmente como já estamos fazendo com animais e plantas (clones e trangênicos). Isso acertaria em cheio a Igreja, além de outros fatores.

Para a Ciência, somos frutos da evolução natural das espécies (Evolucionismo), isso nos coloca como resultado do acaso, aconteceu o ser humano e é só. Surgir uma célula pensante e consciente (ser humano) é algo que coloca quase em xeque a teoria evolucionista. Não há como o macaco, somente pela ação da natureza, descer da árvore e sair pensando, do nada.

O próprio Charles Darwin assumia humilde e sabiamente a existência de lacunas em sua obra. Seria o humano uma aberração genética, causada por mutações muito rápidas e em séries? Somente nós somos conscientes e sabemos disso, as outras espécies do planeta não. Ou fomos gerados a partir de testes científicos realizados por cientistas não terrestres.

Isso daria um belo nó e uma rasteira na Ciência como ainda a conhecemos de modo geral. E, claro, questões militares, afinal, ficariam sem sentido as guerras, equipamentos bélicos, armas, divisões imaginárias entre países, domínio de uns sobre os outros (para que tudo isso se somos uma só nação, uma só civilização chamada Humanidade?).

Acabaria até o sentido do dinheiro, pois por que não produzirmos única e exclusivamente para sermos então iguais, fornecendo tecnologia, saúde e alimentação a todos, se é de todos? Isso traria uma evolução real à Humanidade e isso governantes, militares e magnatas não vão permitir. Preferem gastar bilhões de dólares combatendo os pobres (não a pobreza), em armas, projetos de guerra e jogando esse “lixo intelectual” que nós vemos todos os dias na TV justamente para continuarmos na ignorância e dependentes.

Conseguiram perceber por que há tanta necessidade de se ocultar o fenômeno UFO por parte de nossas autoridades? Negar a presença extraterrestre é negar a verdade e fazer com que a mentira, a falsidade e a tirania nunca tenham fim. Aquilo que chamamos erroneamente de Humanidade apenas parte de algo mais complexo, espalhado pelo Cosmos.

Compreender isso pode ser a chave para entendermos nosso comportamento e o dos seres extraterrestres, dimensionais, qualquer que seja o local de onde possam originar-se. Não adquirimos a maturidade suficiente para respeitar e ser respeitados e, por causa disso, não passaremos de um grande laboratório para sermos estudados, analisados. E se não nos cuidarmos ou não acordarmos logo, poderemos descobrir tarde demais que a vida terrestre não vale nada e que tão cedo não teremos chances de participar da elite cósmica
.

Em busca da liberdade de informações.
Muitos países que já reconheceram a gravidade e realidade do problema, como Chile, Bélgica, Espanha, Uruguai, China, França, Inglaterra, Dinamarca, Canadá, entre outros, buscam agora, através dos ufólogos e simpatizantes, maneiras fidedignas e sob o manto da lei de resgatar e divulgar documentos sigilosos relativos à presença extraterrestre, de maneira efetiva e definitiva.

Aqui no Brasil, a retomada da campanha
UFOs: Liberdade de Informação Já mostra o caminho legal e sob os parâmetros da lei para ações legítimas contra parte do acobertamento imposto por nossos governantes. Agora está estruturada em cima de uma petição oficial ao Governo Federal, entregue aos titulares da Comissão de Averiguação e Análise de Informações Sigilosas (CAAIS), pedindo formalmente o fim do acobertamento ufológico em nosso país, com base na lei número 11.111/2005.

Resultados e novidades começaram a surgir, graças a Ufologia de qualidade, que está diversificando seus ramos de estudo pela própria necessidade de entendimento do fenômeno, mas que nunca abandonou seu trabalho investigativo. É este tipo de estudo concatenado e dinâmico que mostra, agora, seus resultados e derruba mais uma parede do acobertamento. Veja detalhes e saiba tudo sobre a fase 2009 da campanha clicando ao lado:
A TÃO ESPERADA ABERTURA UFOLÓGICA BRASILEIRA JÁ COMEÇOU .



Ufologia - ciência do futuro.- V

Antes intransponíveis, algumas barreiras
começam a ser superadas

“Quando uma documentação mostra que há vários de nós que trabalham para a abertura do assunto, devemos debater, questionar e compartilhar informações. E, assim, mais pessoas compartilharão suas experiências e logo o assunto virá à tona". (Dra. Ruth Hover, Ph.D. em Psicologia).

O que era fantasia, mostra-se provável. O que era delírio e psicopatologia, revela-se como uma grata possibilidade, um trampolim para o futuro das pesquisas em todos os campos da humanidade. O fim revela-se como um gigantesco princípio. Como sempre digo aos amigos: “Vamos em frente!”.

http://www.ufo.com.br/index.php?arquivo=notComp.php&id=4151

As hipóteses sobre atividades alienígenas na Terra.

Paulo Rogério Alves
O que os extraterrestres buscam em nosso planeta e na espécie humana?
Uma análise da questão à luz de novas hipóteses de trabalho
Resistiríamos à tentação de abduzir alguns
espécimes de uma nova forma de vida em outro planeta,
como fazemos com nossos animais terrestres?



A idéia deste texto é fazer uma pequena análise dos motivos que existem por trás das chamadas abduções. Mas antes de entrarmos diretamente neste assunto, é interessante olharmos um pouco melhor este importante aspecto do Fenômeno UFO. Primeiramente, o que é uma abdução?

No dicionário Aurélio encontramos a seguinte definição: “Rapto com violência, fraude ou sedução”. Já no meio ufológico definimos como abdução os relatos de pessoas que afirmam ter sido levadas para o interior de naves extraterrestres, sem seu consentimento ou por persuasão.

Muitas vezes, as vítimas passam por algum tipo de experiência a bordo dos veículos, na maioria das vezes traumáticas. Também há alguns casos onde as incursões são feitas na própria casa e até na cama do abduzido. Como não poderia deixar de ser, esses relatos são abordados pelos pesquisadores de duas maneiras radicais.

Uma delas afirma que existe explicação científica e simples para todos esses casos, enquanto a outra garante que só a única resolução é a ação de alienígenas. Aqueles que defendem a explicação científica das abduções têm várias teorias para apresentar, que vão desde traumas causados nos abduzidos por abusos sexuais na infância até distúrbios no sono, que são capazes de fazer com que uma pessoa confunda sonhos com a realidade, misturando um ao outro e criando uma nova verdade na qual ela acredita sem dúvidas.

No primeiro caso, o relato dos abduzidos seria uma forma de a pessoa exteriorizar seu trauma e o medo que sentiu durante o abuso, na infância, transpondo-o para algo fora do seu controle, assim como a figura alienígena. Outras teorias conjecturam que em seções de hipnose, com hipnotizadores mal intencionados ou preparados, estes acabam por influenciar o hipnotizado, “criando” nele lembranças que na verdade não existem – entre elas, as abduções.

Há muitos casos documentados sobre os fatos ditos acima. Existe um estudo feito pela Força Aérea Norte-Americana (USAF) e pela própria NASA sobre os efeitos da falta de oxigênio no cérebro, que conduz a resultados semelhantes a uma abdução.

Ao se submeter um piloto a ação da poderosa força gravitacional até que perca a consciência, ao voltar a ela seu relato do que passou guarda muita semelhança com aqueles de abdução e experiências de pós-morte. Análises feitas em seções de hipnose também mostram que realmente alguns hipnotizadores conduziam seus pacientes.

E assim por diante. Essa introdução nos mostra que existem relatos de abdução que podem na verdade não ser nada do que parecem. Também não podemos simplesmente pegar o resultado destas experiências e supor que todos os casos de abdução se encaixem nelas, porque são aparentemente iguais, e assim concluir que o rapto por alienígenas não existe. Mas outra atitude equivocada parte daqueles que advogam essa tese. Muitos pesquisadores acreditam em qualquer relato de abdução ou contato com ETs pura e naturalmente, desprezando por completo a possibilidade de que existam casos com explicação convencional.

Para estes, qualquer esclarecimento lógico é contestado porque, em sua forma de ver a verdade, ele seria uma maneira de acobertar a realidade. Agem segundo o ditado de que “quem crê na verdade não precisa de provas, e quem pede provas é porque ainda não enxergou a verdade”. Aí então tudo se torna possível. Mas existe um ditado ainda velho e sábio que diz que “a verdade se encontra no ponto médio entre dois extremos”.


O que se busca mostrar neste artigo é que existem relatos de abdução que realmente são frutos de experiências normais. Mas ainda assim existem também os legítimos raptos por civilizações de outros planetas (ou até mesmo do nosso). Uma circunstância não anula a outra, e as duas situações podem acontecer independentes uma da outra.

Existe um tipo clássico de relato de abdução que ilustra bem o que estamos argumentando. Vamos apresentar um relato genérico deste fenômeno e depois analisar explicações encontradas. Inicialmente, é importante se dizer que as narrativas de abdução existem desde tempos mais remotos, na idade média e talvez até antes.

O único fator que muda nesses casos é o abdutor, mas a maneira como o abduzido é abordado e como se processa a abdução continuam as mesmas. Primeiro, uma luz invade o ambiente em que o abduzido está e ele é paralisado, às vezes fica horrorizado e, sem poder se mexer, consegue apenas observar e entender o que está acontecendo a sua volta.

Geralmente vê seres estranhos fazerem experiências com seu corpo e, apesar da dor, nada pode fazer. Nas antigas lendas, eram os demônios que faziam isso para possuir a alma das pessoas. Em alguns lugares da Europa – e curiosamente onde a religião católica não prosperava –, estas lendas contam ainda que bruxas vinham à noite buscar a alma das pessoas, utilizando-se deste método. Nos dias de hoje são supostamente os grays que fazem esse trabalho.

As hipóteses sobre atividades alienígenas na Terra -II

Disturbios, paralisia do sono, traumas e sequelas vindas da infância etc.
Para grande parcela da ciência, abduções não existem

Alguns cientistas encontraram uma explicação realmente satisfatória para estes relatos. Em documentário exibido pelo canal Discovery é explicado que existe um distúrbio do sono que causa paralisia nos movimentos da pessoa, que ocorre geralmente no estágio intermediário entre a vigília e o despertar.

Como ela não está efetivamente acordada, mas também não está dormindo, os sonhos se confundem com a realidade, acontecendo uma mescla entre ambos. E o fato de existirem descrições de diferentes tipos de abdutores é explicado como sendo frutos do subconsciente, sendo que em cada cultura, em cada época, as alucinações assumem formas diferentes.

Em experiências com vítimas deste distúrbio conseguiu-se relatos que foram quase idênticos aos dos abduzidos. Daí a conclusão de uma parcela da comunidade científica de que a abdução não existe. Para ela, todas as pessoas que relataram fatos como estes sofriam, na verdade, de uma doença que existe desde a remota idade media até os dias de hoje.

várias situações podem acontecer conjugadamente,
há que se separar o joio do trigo


Feitas estas pequenas considerações, e admitindo-se que alguns relatos de abdução realmente envolvem raptos e experiências com seres humanos, vamos partir para examinar os motivos que estariam por trás destes fatos. Por que um membro de uma civilização dita superior viria até a Terra para seqüestrar e fazer experiências conosco? Vamos analisar algumas das teorias mais difundidas.
Buscando o ponto médio.
Os ufólogos, por sua vez, atribuem os relatos a abduções feitas por seres de outros planetas ou dimensões, conforme sua corrente de pensamento. Raptam seres humanos com o objetivo principal de fazerem experiências diversas, cujos propósitos ainda nos escapam.

Entre seus métodos, paralisam-nos com um raio de luz sólida que impede de nos movermos, manipulam nossos corpos e depois vão embora. Para validar estas teorias existem os depoimentos de pessoas confiáveis, que afirmam estarem plenamente acordadas quando os fatos se deram.

O mais impressionante é que em alguns casos os abduzidos apresentam marcas no corpo, sem causa conhecida, e até mesmo objetos estranhos implantados em seus organismos. Estas são evidências difíceis de serem causadas por doenças do sono...


A explicação desta vez para a variação entre os tipos de abdutores não é muito diferente da anterior: como o abduzido não reconhece seu algoz, interpreta-o como sua cultura o permite. E por acreditar que está sendo torturado e maltratado, o perpetrador do ato só pode ser alguém hostil – antigamente eram demônios e bruxas os agentes do mal.

Um grande número de ufólogos atribui os atuais relatos, assim como os antigos, a uma espécie de alienígena que teria interesses pouco nobres para conosco, os temidos grays ou “cinzentos”, como exposto. Temos ainda uma outra interpretação para esse fato, feita por algumas correntes de igrejas protestantes.

Para elas, na verdade os UFOs não são naves de outros planetas, mas sim satã e seus seguidores, que estariam voltando à Terra para uma batalha final. Segundo seu entendimento, eles estariam também usando estórias sobre alienígenas maus para afastar o povo cristão da verdade e ajudar, assim, a derrotar Jesus e Deus... Estes demônios se fariam passar por aliens e perverteriam as almas das pessoas durante estas abduções.


Se olharmos com cuidado, veremos que, de fato, a febre de ETs está gerando movimentos que se assemelham a uma nova religião. Algumas correntes defendem até que Jesus tenha sido um extraterrestre, enquanto outras alegam que nem sequer existiu, e que seria apenas uma invenção para se dominar a população.

Mas não vamos entrar nestas questões. Diferentemente das situações anteriores, não existem provas para sustentar estas afirmações e o que as valida mesmo é a fé de cada um. Como vemos, temos o mesmo tipo de relato de abdução sendo utilizado para a defesa de três teorias radicalmente diferentes, sendo que cada um de seus defensores se acha plenamente com razão e, os demais, errados.

Será que alguém está mentindo para acobertar fatos e não divulgar a verdade sobre os alienígenas? Seriam fanáticos seguidores de seitas ufológicas aqueles que tudo fazem para comprovar que os aliens existem? Ou será que algumas religiões temem perder seus seguidores e estão tentando intimidá-los para que não se afastem delas?

O ponto a ser entendido desse questionamento é que várias situações podem acontecer conjugadamente. Ou seja, ao mesmo tempo em que existe uma doença do sono capaz de fazer a pessoa sofrer uma alucinação parecida com uma abdução, um alienígena pode estar efetuando o rapto de um ser humano a título de estudo, e também – por que não? – algum espírito malévolo pode estar atormentando a cabeça de algum pobre coitado...

O que não se pode fazer é partir de um único exemplo e generalizar sua aplicação a todos os relatos de abdução, ignorando seus detalhes porque não condizem com o que acreditamos. Temos que estudar cada caso e separar o joio do trigo, porque, é claro, também existem os enganadores que se aproveitam da boa-fé alheia apenas para obter lucro material.

As hipóteses sobre atividades alienígenas na Terra -III

Viajantes do tempo:
hipótese não descartada por completo




Muitos dos ETs que nos abordam, durante abduções ou não, referem-se claramente a cataclismos futuros e nos advertem quanto à maneira como tratamos o planeta e nossos semelhantes. De qualquer forma, estes seres não seriam ruins, nem estariam nos abduzindo por hostilidade, mas sim para nos ajudar, mesmo que não compreendamos e nos revoltemos com sua atitude de nos seqüestrarem e fazerem conosco suas experiências, ainda que isso não vise nos prejudicar.


Implantação de vida e capacitação de seu desenvolvimento.
Para entender qual civilização extraterrestre seria a responsável pelas abduções, de acordo com esta segunda teoria, vamos antes fazer alguns comentários sobre descobrimentos de nossa própria ciência. Isso nos ajudará a perceber fatos que podem acontecer, e usamos como exemplo dois acontecimentos publicados pela Agência Estado e a revista Istoé, ambos em 1999.


A primeira reportagem tratava de experiências com comunicação entre seres humanos e macacos. Isto não é fato novo. Há muito tempo cientistas tentam este tipo de estudo, desde a gorila Koko, que já era capaz de entender uma forma de comunicação com sinais, algo parecido com a linguagem dos surdos-mudos.

Porém, desta vez as experiências nos mostraram algo novo: a linguagem usada nos testes foi falada e não através de sinais. Como antes com a gorila, agora também os pesquisadores provam que os animais não repetem apenas sons, como fazem os papagaios, mas são capazes de expressar sentimento e vontade, constroem frases e realmente compreendem o que estão dizendo.

Esta experiência foi realizada com duas gerações de macacos, a mãe e sua filha, e a segunda já era capaz de reconhecer mais palavras que a primeira. O que mais surpreendeu os pesquisadores foi que, quando a mais nova também teve sua cria, ela passou a ensinar-lhe o que aprendeu. Em pouco tempo, ele já apresentava a mesma capacidade de comunicação que a mãe!

A conclusão dos pesquisadores é de que a consciência é genética, ou seja, dentro de alguns milhares de anos podemos ter outra espécie de primata evoluindo para patamares próximos ao nosso. A segunda matéria foi sobre a descoberta do chamado “gene da inteligência”, responsável pela capacidade de aprendizado e armazenamento de informações, segundo o grupo de cientistas que o descobriu.

Quando foram realizados testes com ratos de laboratório, aqueles que tinham sua carga genética alterada aprendiam a sair de um labirinto na metade do tempo que os ratos normais, e guardavam esta informação por muito mais tempo. Não se sabe ainda se esta mesma alteração teria efeito igual nos seres humanos, mas a mera possibilidade já faz os cientistas do projeto teorizarem que poderiam encontrar a cura para alguns tipos de demência e deficiências mentais.

Claro, todos sabemos que antes de se testar isso nos humanos as próximas cobaias serão os chimpanzés, porque são os primatas mais próximos de nós. Juntando um fato com outro, vemos que a capacidade de se desenvolver a consciência e a comunicação, mais uma ajuda proveniente de uma alteração genética, pode adiantar muito o processo evolutivo de uma espécie. Agora, suponhamos que isto seja feito e que outro primata evolua e ganhe consciência mais ou menos igual a que tínhamos há uns quatro ou
5.000 anos, e comece a interagir conscientemente com nossa sociedade atual. Vamos agora usar essas informações em beneficio de nossa teorização.

Pensemos por um instante que uma irresponsabilidade de nossa humanidade – coisa muito mais que provável – gere uma guerra de proporções apocalípticas daqui a alguns anos. E que esse cataclismo dizime quase toda a população terrestre, sobrevivendo apenas algumas espécies de macacos.

Ou mesmo que uma praga letal destrua o ser humano e resulte inofensiva para os primatas. Como será que depois de
4.000
mil anos de evolução estes macacos, que poderiam então constituir uma sociedade organizada, nos enxergariam? Será que em suas futuras lendas nós seríamos os deuses que rasgavam o céu com carruagens de fogo, tal como nossos antepassados bíblicos e hindus viam os UFOs de então?

Provavelmente seríamos para eles seres mitológicos, que brigavam em guerras controlando raios e trovões. Ou ainda os tais gigantes que andavam pela terra e que um dia subiram aos céus, como hoje nós vemos certos registros bíblicos. O que pensariam estes futurísticos primatas sobre nossas curas milagrosas, em que não morríamos? Sobre possuirmos leis que, mesmo se desobedecidas, não nos traziam castigos?

As hipóteses sobre atividades alienígenas na Terra -IV

Seriamos para eles seres mitológicos, que brigavam
em guerras controlando raios e trovões



São interessantes hipóteses, e muito menos fictícias do que imaginamos. O que parece apenas um exercício de ficção científica, para muitos é algo em que acreditam com naturalidade. Existe uma corrente de pensamento dentro da Ufologia que defende que há muitos milhares de anos existiu na Terra uma sociedade mais avançada do que a presente, e que nós somos os macacos daquela civilização.

Aquela sociedade já possuía a capacidade de viajar pelas estrelas, tendo postos espalhados pelo sistema solar, talvez na Lua ou em Marte, já que estes orbes têm estranhos vestígios de terem sido usados com essa finalidade. Tal corrente crê ainda que, depois de ter praticamente destruído nosso planeta, tal civilização busca reconstruí-lo e acompanhar o progresso que estamos fazendo hoje.

Segundo essa teoria, a abdução seria apenas uma continuidade das experiências deste povo, usando-nos como cobaias para atingirem seus objetivos e acompanhando nosso desenvolvimento para, de vez em quando, darem um empurrão na natureza. Talvez estejam nos preparando para termos o mesmo nível de consciência que eles. Ação de militares e cientistas.


Esta é realmente uma hipótese diferente das anteriores, que tem uma grande quantidade de seguidores e se baseia principalmente nas teorias conspiratórias vigentes. Segundo ela, na verdade as abduções não seriam feitas por extraterrestres, mas seriam experiências conduzidas por cientistas tão terrestres como qualquer um de nós.

Segundo advogam os defensores dessa hipótese, governos de países mais desenvolvidos, como os Estados Unidos, por exemplo, estariam conduzindo testes secretos com seres humanos nos mesmos moldes das abduções, que devem ser escondidas por variados motivos.

Talvez por serem parte de pesquisas polêmicas e antiéticas, como a clonagem, criação de super soldados ou o desenvolvimento de algum vírus para fins bélicos, ou pelas terríveis conseqüências que poderiam ocasionar às cobaias humanas – neste caso, o abduzido passa a receber um título mais apropriado.


Estas, tranqüilizadas de alguma forma por ação de gases, luzes, microondas ou energias ainda não conhecidas pelos simples mortais, são levadas para laboratórios afastados e submetidas a testes e experiências diversas. Depois são devolvidas sem que nada lhe seja contado, é claro. Às vezes com uma seqüela aqui e ali, mas elas jamais saberão quem as causou.

O problema dessas operações é que, se viessem a público, seria um escândalo avassalador. Por isso, os perpetradores de tais atos precisariam criar algo para distrair as vítimas e desfigurar a verdade em suas mentes. Por que não colocar a culpa em ETs?

Segundo essa teoria, quando os relatos de raptos alienígenas começaram a aparecer em maior número na imprensa, nos anos
60
, os responsáveis pelas inescrupulosas experiências logo viram que se tratavam de obras suas. Algumas pessoas se recordavam delas, porém com memórias destorcidas pelo efeito dos métodos usados pelos perpetradores.

Para as vítimas, seus captores teriam que ser de outro planeta. Isso era o que os verdadeiros responsáveis pelos atos mais queriam: ter todo mundo culpando os ETs por suas experiências, que poderiam seguir calmamente seu curso. Isso pode até parecer um absurdo, mas, olhando-se friamente, há uma lógica nessa hipótese.

Pode-se argumentar que um governo decente não fizesse isso com seus próprios cidadãos, mas a resposta é fácil de ser encontrada e não está muito longe de nossos olhos. Basta conhecermos certos programas científico-militares dos Estados Unidos nas décadas de
50 e 60
para vermos o que faziam com os efeitos da radiação.

Nestas épocas haviam os chamados “caubóis atômicos”, pobres coitados que eram cobaias em experiências feitas para se conhecer as conseqüências da radiatividade residual de explosões nucleares em pessoas, criações de gados e plantações. Uma bomba atômica de baixa potência era detonada em um local predeterminado, o solo era preparado e alguns caubóis eram responsáveis em levar o gado para pastar nesta área. Resultado: tanto o gado como os seres humanos desenvolveram câncer e morreram, ou estão morrendo de forma no mínimo desumana.

As hipóteses sobre atividades alienígenas na Terra -V

Entre as hipóteses, as abduções seriam conduzidas
por cientistas bem terrestres, sob comando militar.



Este fato foi escondido durante muito tempo pelo governo norte-americano, até que o então presidente Bill Clinton denunciou estas experiências e pediu perdão à população em cadeia nacional de rádio e tevê. Essa é apenas uma das muitas operações militares realizadas por aquele país, que acabou sendo admitida.

Há muitas outras que jamais serão, o que se constitui num forte indício de que essa hipótese não é tão impossível assim. Se realmente algum governo faz estas experiências, e se também aceitarmos que os alienígenas executam suas próprias abduções, os primeiros podem estar se escondendo atrás destes, aumentando mais ainda a confusão na cabeça das pessoas. Necessidade de material genético humano.


Continuando na linha das hipóteses fermentadas em meio a veias conspiratórias, a próxima é quem sabe a que tenha mais seguidores. Talvez porque se pareça muito com enredos de filmes de ficção científica, ou porque desejamos muito que nossa vida seja parecida com um romance.


Vamos começar a analisar esta teoria com uma pequena história. Há algum tempo atrás, os EUA confirmaram que estávamos sendo visitados por seres de outros planetas, mas como não tinham certeza dos motivos de nossos visitantes, mantiveram isso em segredo até que novas informações fossem obtidas.

Num dado momento, no entanto, conseguiram abater uma das naves alienígenas que singravam os céus e a forçaram a descer na Terra, capturando alguns dos sobreviventes (será que foi isso que aconteceu em Roswell?). Inicialmente, a idéia era expor o acontecido à população, mas logo apareceram os amigos dos primeiros abatidos, pouco satisfeitos com o fato, e convocaram uma reunião com os norte-americanos.

Nela, com a presença do alto comando e talvez até do presidente, foi feito um pacto entre a civilização alienígena prejudicada com o abate e o governo dos Estados Unidos. Um dos primeiros ufólogos a falar nisso foi justamente o norte-americano Milton William Cooper, cujo artigo "Os UFOs e a Nova Ordem Mundial" foi publicado na edição 10 de UFO, em 1988.

Segundo essa teoria, durante a reunião entre aliens e militares ficou estabelecida uma permuta. Em troca de informações e tecnologia superior a de qualquer outra nação da Terra, que os ETs forneceriam aos norte-americanos, a eles seria permitido abduzirem e fazerem as experiências que bem entendessem com qualquer ser humano.

Todo o acobertamento necessário às suas operações seria fornecido pelos próprios Estado Unidos. Parece uma grande elucubração essa hipótese, mas é imensamente popular em todo o mundo. Resta perguntarmos qual seria a necessidade destas abduções com salvo-conduto. É sobre esta resposta que temos várias divisões na comunidade ufológica mundial.


Um segmento, que é justamente o que chama estes extraterrestres de grays, crê que os visitantes sejam de uma raça que evoluiu muito tecnologicamente, só que no processo perdeu seus sentimentos. Eles fariam experiências com os seres humanos para conseguir recuperar a capacidade de reaver as sensações que perderam.

Outro segmento alega que, na verdade, os cinzas nos usam como forma de alimento, retirando líquidos e fluídos corpóreos de nossos corpos por não terem mais sistema digestivo. Fantasia? Ainda temos aqueles que acreditam que estes ETs façam experiências genéticas conosco para criação de seres híbridos, que seriam necessários à sua raça moribunda, ou a uma futura adaptação dela para poderem um dia colonizar a Terra.


Há também aqueles que afirmam que os grays são assexuados e a única maneira de se reproduzirem é através da clonagem, razão pela qual coletam material genético dos seres humanos. Variações dessa teoria acreditam ainda que tal material genético seria necessário para se mesclar ao deles, mas que antes precisaria passar por algumas melhorias.

Há outras idéias a respeito, mas já chegamos no ponto desejado para comentar a hipótese de forma geral. Essas teorias são cabíveis? Bem, a parte que envolve um suposto acordo entre EUA e extraterrestres talvez careça da consistência necessária para um exame mínimo.


Porém, quanto a se usar seres humanos para fins genéticos, essa é outra história, que vamos analisar friamente, bastando comparar tal suposição com o que nós próprios estamos fazendo hoje, em nosso planeta.


O ser humano busca como nunca prolongar seu tempo de vida, desenvolvendo novos transplantes de órgãos que nos dão uma vida mais longa e melhor. Mas para isso precisamos de doadores (vivos ou mortos), e eles também são seres humanos.

A necessidade de órgãos muitas vezes dá até abertura para o tráfego de órgãos, seqüestro de crianças e coisas impensáveis. O rim de um adolescente custa no mercado negro norte-americana perto de
250
mil dólares. Mas qual é a solução mais viável para este problema?

Atualmente são duas as principais: a fabricação de órgãos através de técnicas de engenharia genética, que permitem cópia apenas de partes específicas do corpo humano, ou a que já estamos fazendo há muito tempo, a criação de porcos que possam ser repositórios de órgãos para nós.

Apesar de parecer extremamente diferente de nós, o porco é o animal que tem o menor fator de rejeição de seus órgãos pelo corpo humano – menor até que o de macacos, que aparentemente seriam os mais prováveis.


Cientistas desenvolvem raças de porcos dos quais, em pouco tempo, poderão ser retirados coração e rins para transplante em humanos. Bem, fazemos algo bem parecido com o defendido nesta teoria, mas um fato ainda tem que ser melhor explicado.