quarta-feira, 18 de julho de 2007

Espiritualidade & Ufologia Parte 1


Seres densos e sutis existentes no cosmos

A questão da pluralidade dos mundos habitados é capaz de envolver por completo a pessoa que queira desvendar um pouco os mistérios existentes no cosmos. O tema é tão palpitante que, além de prender a atenção, também nos faz refletir sobre coisas enigmáticas. Quando tentamos montar o jogo de memória completo, percebemos que estamos lidando com algo grandioso, verdadeiramente monumental, de aparência sem-fim.

O que sabemos da vida em outros mundos? De modo apenas científico, sabemos que as naves e as sondas espaciais já lançadas, cerca de 200 missões com esse propósito até a alvorada do século XXI, não foram capazes de registrar a existência de vida. É certo que não há seres de carne e osso nos demais planetas do sistema solar.

Multiplicação de vida no cosmos
Panspermia, geração espontânea e semeadura alienígena estão entre os processos.
Num verdadeiro achado de pensamento, embora não tenha desenvolvido suficientemente o tema, o pensador Anaxágoras (500-428 a.C.), que fundou a primeira escola filosófica de Atenas, pouco antes de Sócrates, considerou a vida uma semeadura universal, sem definir quem teria feito tal semeadura, mas deixando claro que a vida seria resultado de uma lúcida consciência atuando na matéria inerte. Para ele, matéria e essência pensante teriam existências distintas e, juntas, formariam o que chamamos vida.

O Espiritismo e o Fenômeno UFOUma íntima correlação de fatos que explica manifestações em ambas as disciplinas.Em 1854, o renomado pedagogo francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que mais tarde adotaria o pseudônimo Allan Kardec, recebia a visita do senhor Fortier, seu amigo pessoal, que lhe falava sobre os fenômenos impressionantes que vinha presenciando. Os objetos inanimados, como mesas, cadeiras e copos, ao influxo de um magnetizador, se movimentavam de um lado para outro. E mais, “falavam”, por assim dizer, quando indagados sobre alguma questão. A princípio, Kardec mostrou-se cético, não quanto à movimentação dos objetos, mas quanto ao fato deles se expressarem de maneira inteligente, pois, em suas palavras, não possuíam cérebro para pensar.

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