sábado, 14 de abril de 2007

Análise das atividades alieníenigenas na Terra

É claro que ninguém que seja abduzido hoje poderia saber disso, pois isso alteraria o resultado da experiência – ou talvez nem entendesse sua razão. Isso justificaria que os abdutores temporais fizessem de tudo no máximo sigilo, de forma que suas vítimas fiquem inconscientes e não saibam o que lhes aconteceu. Da mesma forma, podemos elucubrar que uma terrível guerra aconteceu no passado de nossos descendentes – ou seja, no nosso futuro – e afetou de maneira irreversível os destinos da Humanidade.

Em virtude disso, os viajantes do tempo estariam tentando evitar que isso acontecesse, guiando o conhecimento do ser humano para coisas mais produtivas do que a guerra. Outra hipótese a ser considerada seria a de que nossa Humanidade tivesse em seu futuro destruído o meio ambiente, tornando o planeta inóspito para a vida humana. Os mesmos viajantes do tempo poderiam estar tentando fazer-nos ver o quanto é importante evitarmos essa alteração – ou, se ela for inevitável, poderiam nos ajudar adaptando nosso organismo para ela.

Muitos dos ETs que nos abordam, durante abduções ou não, referem-se claramente a cataclismos futuros e nos advertem quanto à maneira como tratamos o planeta e nossos semelhantes. De qualquer forma, estes seres não seriam ruins, nem estariam nos abduzindo por hostilidade, mas sim para nos ajudar, mesmo que não compreendamos e nos revoltemos com sua atitude de nos seqüestrarem e fazerem conosco suas experiências, ainda que isso não vise nos prejudicar.

Implantação de vida e capacitação de seu desenvolvimento Para entender qual civilização extraterrestre seria a responsável pelas abduções, de acordo com esta segunda teoria, vamos antes fazer alguns comentários sobre descobrimentos recentes de nossa própria Ciência. Isso nos ajudará a perceber fatos que podem acontecer, e usamos como exemplo dois acontecimentos publicados pela Agência Estado e a revista Istoé, ambos em 1999.

A primeira reportagem tratava de experiências com comunicação entre seres humanos e macacos. Isto não é fato novo. Há muito tempo cientistas tentam este tipo de estudo, desde a gorila Koko, que já era capaz de entender uma forma de comunicação com sinais, algo parecido com a linguagem dos surdos-mudos. Porém, desta vez as experiências nos mostraram algo novo: a linguagem usada nos testes foi falada e não através de sinais. Como antes com a gorila, agora também os pesquisadores provam que os animais não repetem apenas sons, como fazem os papagaios, mas são capazes de expressar sentimento e vontade, constroem frases e realmente compreendem o que estão dizendo.

Esta experiência foi realizada com duas gerações de macacos, a mãe e sua filha, e a segunda já era capaz de reconhecer mais palavras que a primeira. O que mais surpreendeu os pesquisadores foi que, quando a mais nova também teve sua cria, ela passou a ensinar-lhe o que aprendeu. Em pouco tempo, ele já apresentava a mesma capacidade de comunicação que a mãe!

CONTINUA

Nenhum comentário: