sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Entrevista com John Rimmer editor da revista Magonia.

John Rimmer


Por Milton Frank e Cristiano Ramos.

M.C - Porque você se envolveu com ufologia? Você já viu algum OVNI? Nesse caso, como foi sua experiência?
JM-
Interessei-me primeiro por ufologia durante minha adolescência pela rota tradicional através da leitura de livros como Keyhoe, Adamski, etc. Mais tarde meu interesse foi renovado a partir do momento que conheci outras pessoas interessadas pelo tópico em minha cidade natal que é Liverpool. Vi uma estranha “luz no céu" o qual não tive a capacidade de explicar, mas nenhum valor foi trabalhado neste caso.

M.C - As abduções são sempre debatidas de várias maneiras. Você acredita em abduções? Em sua opinião este fato esconde muito mais do que nós realmente sabemos através de todos esses anos de pesquisas e entrevistas?
JM -Acredito na experiência de abdução e escrevi um livro a respeito disso (A evidência para uma abdução extraterrestre, Editora Thorsons, em 1984). Penso que a experiência é real, mas o que está por trás disso é muito mais complicado do que uma simples explicação como "os extraterrestres fizeram isso". Trata-se de um fenômeno psíquico social e tem muito pouco a ver com disco voadores.

M.C - A forma que as pessoas fazem a pesquisa ufológica no campo muda de pesquisador para pesquisador. Você acredita que nós precisaremos criar alguns padrões para a pesquisa ufológica no futuro? O que você pensa a respeito disso?
JM -
Acho que isto é algo que teremos de aprender a conviver, e julgar os pesquisadores e cada ufólogo baseados em seus trabalhos publicados e a qualidade de suas pesquisas e investigações. Como nós não temos a certeza do que o fenômeno OVNI consiste, não é conveniente estabelecermos qualquer padrão para a ufologia. É muito um caso de compra por sua própria conta e risco.

M.C - A forma que as pessoas fazem a pesquisa ufológica no campo muda de pesquisador para pesquisador. Você acredita que nós precisaremos criar alguns padrões para a pesquisa ufológica no futuro? O que você pensa a respeito disso?
JM -
Acho que isto é algo que teremos de aprender a conviver, e julgar os pesquisadores e cada ufólogo baseados em seus trabalhos publicados e a qualidade de suas pesquisas e investigações. Como nós não temos a certeza do que o fenômeno OVNI consiste, não é conveniente estabelecermos qualquer padrão para a ufologia. É muito um caso de compra por sua própria conta e risco.

M.C - O que você tem pesquisado ultimamente? O que você tem lido? O que você tem escrito? Você continua envolvido com a revista Magonia?
JM - Meu principal envolvimento com a ufologia agora é na edição e publicação da Revista Magonia como uma saída para as considerações especuladoras relacionados com os tópicos dos ÓVNIS. É bem provável que feche a revista durante o ano de 2008, e que comece a trabalhar numa nova revista dedicada a uma gama diferente de assuntos.

Continua

Entrevista com John Rimmer editor da revista Magonia

M.C - Qual a sua opinião a respeito da abertura dos documentos relacionados a casos ufológicos pela França? Você acha que isto irá nos ajudar, a saber, mais coisas a respeito do fenômeno UFO? Você acredita que outros países farão o mesmo? Porque?
JM-
Por sua natureza, os documentos militares e de serviço de seguranças são bastante limitados em novas informações que eles possam nos dar. Mas em alguns casos, como o relatório de Cordign no Reino Unido, eles podem prover muitas informações que podem sugestionar direções para novas pesquisas. Não estou seguro se muitos outros países têm bastantes documentos de valor para serem liberados, embora fosse interessante ver as informações do governo belga a respeito dos "triângulos voadores", e qualquer um deve se preocupar se existe algo escondido nos arquivos do governo brasileiro a respeito do Caso Trindade.

M.C - Em sua opinião, qual foi o caso ufológico mais impressionante do Reino Unido? Porque você pensa assim?
JM
- O Caso West Freugh é o que está mais próximo e que a Força Aérea Real (RAF - Royal Air Force) sugestionou que uma sólida espaçonave com capacidades notáveis estava voando ao redor do espaço aéreo do Reino Unido. O Caso Lakenheath é interessante, mas o Caso Rendlesham é um caldeirão.

M.C - Quais são os pontos mais importantes que um ufólogo tem que aprender para fazer um bom trabalho?
JM-
Não acreditar em tudo o que lhe falam.

M.C - Depois de todos estes anos pesquisando o fenômeno UFO o que você aprendeu?
JM-
Muito do negócio de impressão, de publicação de jornais, de taxas postais internacionais e um pouco sobre a psicologia humana!

M.C - Qual o futuro da ufologia no Reino Unido em sua opinião?
JM - Tentar dar um sentido nas informações que temos, ao invés de ficar correndo atrás de toda luz que aparece no céu. Pesquisa histórica e investigações adicionais nos Arquivos Nacionais são as linhas mais produtivas de investigação.

M.C - Você poderia deixar uma mensagem para o Centro de Ufologia brasileiro? Nós temos 38.500 membros aqui no Brasil.
JM- Tudo o que precisamos saber para resolver o mistério de OVNI já foi descoberto. Você precisa re-examinar a evidência, ponha isto em algum tipo de contexto, e acima de tudo tente entender as pessoas envolvidas no assunto, tanto como pessoas que viveram experiências e como investigadores. Basicamente, o fenômeno OVNI foi criado pelas pessoas que investigam isto.

http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=644&Itemid=35

Ovnis - Por que tantos acreditam?

O Grupo de Estudo Ufológico da Baixada Santista, que faz vigílias em busca de discos voadores:
"Não faz sentido estarmos sozinhos"


Veja Edição 1656/2000
Novas pesquisas, fenômenos misteriosos e ficção científica alimentam a fé generalizada na vida fora da Terra.
Sérgio Ruiz Luz

A descoberta de indícios de água em Marte, há duas semanas, serviu para renovar uma das mais enraizadas crenças da humanidade: a de que não estamos sozinhos no universo. Se somente o sistema solar, com seu minguado cinturão de planetas, é o lar de dois mundos capazes de suportar a vida, o que dizer de bilhões de estrelas que existem apenas na Via Láctea?

A crença na existência de outras civilizações inteligentes em galáxias distantes nunca esteve tão viva. Um levantamento recente feito pela revista Life mostra que mais da metade dos americanos acreditam nessa possibilidade. A convicção de que os ETs estão a nossa volta é mais controversa.

Um em cada três acredita que os alienígenas já visitaram nosso planeta. Nos Estados Unidos, há
100.000 pessoas envolvidas na investigação de objetos voadores não identificados, os óvnis (ou ufos, na sigla em inglês bastante usada no Brasil), que é o tema principal de 38
revistas especializadas.

O fenômeno é global. A China tornou-se um dos centros mundiais de estudos sobre visitantes extraterrestres, graças à brigada de
40.000 ufólogos. No Brasil, a comunidade é bem menor, mas bastante ativa. Cerca de 300
pessoas, espalhadas por organizações como o Grupo de Estudo Ufológico da Baixada Santista, dedicam-se ao estudo de óvnis.

Com base na cidade do Guarujá, a
90
quilômetros da capital paulista, esse grupo reúne dezoito pesquisadores, que realizam vigílias noturnas para tentar fazer flagrantes das aparições de óvnis. Nessas ocasiões, eles passam a madrugada vasculhando o céu com a ajuda de telescópios, lunetas, binóculos e filmadoras.

"Não é razoável supor que somos únicos no cosmo", diz o desenhista arquitetônico Wallacy Albino, 31 anos, um dos membros da trupe.

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Ovins - Por que tantos acreditam?

Aparição nos Estados Unidos:
coisas estranhas acontecem, mas em geral as provas são precárias e os casos, exagerados.


Vários motivos contribuem para que, nesta virada de milênio, a existência de vida extraterrestre tenha ganho espaço e credibilidade. Em parte, isso acontece por causa do avanço do conhecimento astronômico, dos novos telescópios e das fotografias das sondas espaciais da Nasa (as fotos do que parecem ser canais de águas em Marte foram produzidas por uma espaçonave, a Mars Global Surveyor).

Quatro anos atrás, os cientistas pensaram ter descoberto sinais de vida num meteorito marciano. Mais tarde, viu-se que não era bem assim, mas o fato já havia causado tremenda expansão de uma nova ciência, a astrobiologia. Mais de 400 astrobiologistas estão hoje vasculhando os piores lugares da Terra, tentando descobrir se a vida pode existir em lugares impróprios, como o fundo de vulcões. Chris McKay, um desses especialistas, encontrou um lago na Antártica com características muito parecidas com as encontradas pela sonda Galileo na superfície de Europa, uma misteriosa lua de Júpiter.

Os trabalhos de McKay na Antártica vão servir como um grande laboratório para as futuras explorações ao satélite. Tudo isso ajuda a criar o clima científico para uma crença que cresce sem depender de comprovação científica. O astrônomo americano Carl Sagan, um grande divulgador científico, dedicou sua vida à busca de sinais de vida inteligente no cosmo.

Até sua morte, em
1996,
ele foi um dos principais entusiastas e defensores dessa possibilidade. "E se as antigas idéias da ficção científica realmente acontecessem?", indaga ele no livro O Mundo Assombrado pelos Demônios. "Quem poderia deixar de se interessar?", prossegue ele. "Imerso nesse material, até o cínico mais crasso se perturba".

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Ovnis - Por que tantos acreditam?

O astrobiologista Chris McKay, da Nasa:
busca de exemplos de vida adaptados a condições extremas de temperatura.


Não é necessário ser cínico nem crédulo para acreditar em aparições de óvnis. Eles seriam mais facilmente descartados se fossem todos produzidos por lunáticos. Não é o caso. Coisas espantosas acontecem diante de pessoas respeitáveis e ponderadas.

Ozires Silva, presidente da Varig e ex-ministro, teve seu contato com o inexplicável em
1986
. Ele tinha decolado de Brasília num avião Xingu rumo à cidade de São José dos Campos, em São Paulo. No caminho, foi surpreendido por uma misteriosa aparição.

"Tinham formato alongado e uma coloração amarela e vermelha", conta Ozires. À medida que o avião foi se aproximando de São Paulo, as luzes desapareceram misteriosamente. "Até hoje não tenho certeza sobre o que vi", diz Ozires, que acredita na possibilidade de vida fora do planeta Terra.

"Não temos explicações prontas para todos os fenômenos do universo." Quase todas as investigações conduzidas sobre a aparição de óvnis resultaram em explicações convincentes, que descartaram o extraordinário. Mas há sempre episódios e hipóteses em quantidade suficiente para alimentar a imaginação.

Outra fonte da crença generalizada na existência de vida alienígena nada tem a ver com fatos reais. São as obras de ficção científica em livros e filmes. É curioso como, além de alimentar o interesse em torno do tema, elas determinaram o formato das naves e dos extraterrestres no imaginário popular.

Acreditar em histórias fantásticas ou seres de outros planetas oferece à humanidade a excitante sensação de que existem fatos presentes no mundo e no universo que vão além das coisas com que estamos familiarizados. "As pessoas levam a sério as histórias de ETs pela mesma razão que acreditam no monstro do Lago Ness e nas histórias de fantasmas", afirma o paleontólogo Peter Ward, um dos autores do livro Rare Earth – Why Complex Life Is Uncommon in the Universe (Terra Rara – Por que a Forma Complexa de Vida é Incomum no Universo).

A tese de Ward é de que a vida inteligente surgiu na Terra por uma conjunção rara de fatores, difíceis de ser repetidos em outro lugar das galáxias. Lançada nos Estados Unidos no início deste ano, a obra provocou polêmica justamente porque rema na direção contrária da crença generalizada.

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Ovnis. - Por que tantos acreditam?

Arquivo X
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Há décadas a ciência investe na investigação de vida fora do planeta Terra. As missões espaciais representam apenas o aspecto mais visível e glamurosos das buscas. Uma das áreas consideradas mais promissoras são as pesquisas que envolvem a tentativa de entrar em sintonia com sinais alienígenas emitidos no espaço (e, é bom que se diga, sem nenhum resultado até agora).

O mais famoso centro do tipo, o Seti Institute, da Califórnia, anunciou neste ano o início da construção de um super-radiotelescópio de
25 milhões de dólares para captar sons alienígenas. Mais de 1,5
milhão de pessoas se apresentaram como voluntárias para ajudar no trabalho de monetarização.

"Não faz sentido gastar milhões tentando sintonizar ruídos suspeitos se os ETs estão em nosso quintal", afirma o ufólogo Ademar Gevaerd, presidente do Centro Brasileiro de Pesquisas de Discos Voadores. Uma das razões pelas quais os ufólogos não se deixam desanimar com a falta de comprovação de suas teorias está exatamente no fato de boa parte deles acreditar na existência de uma conspiração governamental para esconder a verdade da população. Essa idéia foi levada às telas pelo seriado Arquivo X, de espetacular sucesso.

Como tudo o mais neste planeta, a ufologia é também um negócio. Muitas localidades envolvidas em fenômenos extraordinários conseguiram transformar o assunto numa rendosa indústria turística. A cidade de Roswell, nos Estados Unidos, talvez a mais famosa do mundo dos óvnis, recebeu no ano passado mais de
180.000
visitantes e sua principal loja de suvenires faturou no mesmo período 1 milhão de dólares.

O exemplo começa a ser imitado em Varginha, no interior de Minas Gerais. Ali, quatro anos atrás, dois alienígenas com chifres e olhos vermelhos teriam sido capturados por soldados do Exército e do Corpo de Bombeiros da cidade.

A associação comercial do lugar acaba de registrar a marca "ET de Varginha" e pretende usá-la numa linha de produtos. O caso é um exemplo de como um episódio mal explicado ganha enorme repercussão. O que ocorreu de verdade em 1996: num dia em que estavam caminhando de volta para casa, três jovens moradoras tomaram um susto com a visão de uma criatura estranha. Saíram gritando pelas ruas, certas de que haviam topado com o demônio. A imprensa e os ufólogos se encarregaram de transformá-lo no "ET de Varginha".

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quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Ovnis - Por que tantos acreditam?

Eles acreditam
A crença na vida extraterrestre e mesmo na existência de discos voadores está longe de ser privativa de excêntricos. Personalidades sérias e ponderadas, como cientistas renomados e chefes de Estado, já confirmaram sua fé no assunto. Alguns deles usaram até o poder de seus cargos para investir em pesquisas para decifrar alguns dos enigmas registrados nos céus.

ALBERTO CARDOSO
O ministro do governo FHC acha que os ETs são energias
que se deslocam instantaneamente
OZIRES SILVA
O atual presidente da Varig perseguiu luzes misteriosas
no céu de São Paulo
EDUARDO FREI - O ex-presidente chileno criou em 1997 uma comissão para análise de óvnis no país.

GISCARD D'ESTAING - Quando presidente da França, em 1976, fundou um centro de análises científicas de ufos.

JIMMY CARTER - O ex-presidente americano afirmou ter visto um óvni durante um comício.

Os Círculos Ingleses



Por Wallacy Albino

A partir do inicio da década de 80, misteriosas formações circulares começaram a surgir durante a noite em plantações de cereais no interior da Inglaterra. Essas primeiras formações eram apenas circunferências simples, o que fez com que os fazendeiros locais suspeitassem de que aquelas estranhas marcas fossem causadas por helicópteros da Força Aérea Inglesa que em manobras noturnas desceriam no meio das plantações deixando aquelas estranhas marcas circulares.

Alguns fazendeiros mais revoltados com o prejuízo causado em suas colheitas, abriram um processo contra o governo britânico alegando que eles seriam os responsáveis pelo fenômeno.

Isso fez com que o governo Inglês viesse a publico para afirmar que não tinha nada a ver com aqueles estranhos acontecimentos e ofereceu um prêmio de cerca de um milhão de libras esterlinas (algo próximo a dois milhões e oitocentos mil reais) para aquele que conseguisse provar ser o responsável pelos misteriosos círculos, ou que pelo menos dessem alguma pista de quem ou o que estaria por trás daquele mistério, mas até hoje esse prêmio oferecido pelo governo britânico continua engavetado. Atrás do prêmio oferecido pelo governo britânico, surgiu uma avalanche de supostos autores tentando produzir aqueles misteriosos círculos.

Um dos primeiros grupos a tentar assumir a autoria dos círculos foi uma equipe de balonistas, que afirmaram sair em passeios noturnos e quando desciam nas plantações, liberavam o ar dos balões para que se formassem tais desenhos.

Outros possíveis autores dos círculos foram a dupla de artistas sexagenário aposentados de Southampton, Doug Bower e David Chorley, que afirmaram perante o publico serem os autores e responsáveis pelos misteriosos círculos, afirmando que já faziam quinze anos que vinham enganando o mundo inteiro, disseram que iam aos campos munidos de tábuas suspensas por cordas, as quais giravam para que se formassem os círculos nas plantações.

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Os Círculos Ingleses

Chegaram até a fazer alguns círculos perante a imprensa, mas apenas conseguiram produzir algumas circunferências pequenas, visivelmente toscas e bastante singelas. Apesar de não terem conseguido chegar nem perto da simetria, dimensão e complexidade dos círculos naturais, essa absurda explicação para o fenômeno correu o mundo e jornais e revistas conceituadas engoliram essas alegações como verdadeiras.

E assim até hoje os famosos Doug e David são considerados por pessoas desinformadas como os verdadeiros responsáveis pelos círculos, apesar da imprensa de um modo geral ter dado o caso por encerrado, acreditando nos "velhinhos ceifadores", dando a entender à população que o caso estaria resolvido, mas com o passar dos anos as figuras foram se tornando cada vez mais complexas, primeiro eram circunferências simples, depois surgiram circunferências duplas, triplas, quádruplos, quíntuplos, círculos com anéis, figuras triangulares, ovais, espirais, etc. e assim o mistério continua, os círculos viraram símbolos e depois figuras complexas e extraordinárias.

Com o aumento na quantidade e complexidade das figuras a cada ano, ficava evidente que aqueles misteriosos desenhos jamais poderiam ser feitos por mãos humanas, pois mesmo que tivesse uma multidão de pessoas desocupadas e interessadas em produzir tal fenômeno não iriam dar conta das centenas de círculos que já vinham sendo catalogados em todo o interior da Inglaterra.

É claro que começaram a aparecer grupos tentando falsificar os Círculos, mas esses grupos apenas conseguem produzir desenhos extremamente pequenos, sem simetria e feitos durante a luz do dia, sendo que os Círculos naturais surgem quase que em sua totalidade durante a noite, são desenhos com características semelhantes como sua perfeita geometria e simetria com que os caules ficam inclinados sem serem danificados, formando uma linha exata que separa os caules que deitam daqueles que continuam em pé.

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Os Círculos Ingleses

Esse fenômeno que aparentemente se supunha fosse passageiro, mas com o passar dos anos vem se tornando cada vez mais extraordinário e inexplicado, atormentando a vida dos fazendeiros da região e intrigando pesquisadores e ufólogos no mundo inteiro.

Alguns pesquisadores passaram a tentar encontrar algumas explicações naturais para desvendar o mistério, como fenômenos climáticos inusitados, casualidades meteorológicas e outras hipóteses mais complexas. Uma dessas teorias seria de que a Terra liberaria de seu interior uma energia incomum em forma espiral que em contacto com nossa atmosfera causaria esse efeito nas plantações.

Também foi levantada a hipótese de que os círculos poderiam se tratar de manifestações de fenômenos poltergeist (expressão que quer dizer "espíritos brincalhões") devido a algumas pessoas relatarem presenciar fenômenos estranhos, alguns auditivos e outros luminosos, quando ficavam acampados nos locais de surgimento de Círculos.

Outra teoria supunha que aqueles desenhos fossem formados por pequenos redemoinhos causados pelos ventos em condições peculiares, esse efeito comprimiria as plantações em pontos específicos e em formatos de círculos. Ou uma energia plasmática, denominada "plasmavortex", onde nossa atmosfera seria capaz de produzir um distúrbio com fortes propriedades elétricas que quando descem no nível do solo faria um círculo na plantação.

Especulou-se até que tais formações seriam apenas uma conseqüência do buraco que existe na camada de ozônio. Além de outras teorias absurdas como efeito causado por fungos, porcos-espinhos que depois de comerem cogumelos mágicos saem voando pelo meio da plantação, helicópteros voando de cabeça para baixo, erupções subterrâneas de gás e por aí se vai embora cada um dando asas a sua imaginação.

Mas a cada nova formação que surgia nas plantações ficava mais evidente que realmente existe alguma inteligência que esteja por trás deste maravilhoso mistério. Sendo que algumas formações chegaram a se repetir em anos diferentes e em locais distantes.

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Os Círculos Ingleses

Os caules das plantações não são amassados, quebrados e nem queimados, eles simplesmente dobram em suas juntas de dentro para fora como se esses caules tivessem passado por um efeito semelhante ao de microondas e mesmo depois de inclinados os caules continuam se desenvolvendo normalmente, as suas juntas também se apresentam inchadas como se tivessem sido aquecidas ou submetidas a uma intensa onda de energia.

Esses desenhos costumam aparecer freqüentemente em plantações de trigo, soja, cevada e milho. E esses cereais afetados chegam a se desenvolver muito mais rápido no interior dos desenhos do que aqueles mais próximos das bordas. Alguns fazendeiros passaram a construir maquinas agrícolas especializadas em colher os cereais que ficam inclinados para diminuir seus prejuízos na época das colheitas, pois já teve alguns casos de figuras que cobriam uma extensa parte da plantação.

As analises realizadas nas sementes nos cereais do interior dos círculos mostraram que apesar dessas sementes ficarem com uma aparência bastante enrugada, o que não ocorre com as sementes de fora dos desenhos, elas sofrem uma espécie de super adubação e germinam até
40%
mais rápidas do que as sementes do lado externo das figuras.

E uma análise através de microscópio mostrou que a parede interna das células das sementes das plantas do interior dos desenhos também passam por alterações, ficando muito mais esticadas, distorcidas e espaçadas entre si, o que também constata um sinal dessas sementes terem ficado aquecidas durante a formação da figura, talvez exposta a algum tipo de radiação, dilatando suas pequenas aberturas para a passagem dos íons e eletrólitos.

Todos esses testes também foram feitos nos caules e sementes de Círculos forjados propositadamente, mais nenhuma dessas alterações foram encontradas. Algumas pessoas achavam que os círculos pudessem ser marcas de pouso de Objetos Voadores Não Identificados, mas diferente das marcas de pouso de OVNIS a plantação onde aparece os círculos não fica queimada e nem amassada, coisa bastante comum nos chamados ninhos de OVNIS (Marcas de pouso de OVNIS). E alguns desenhos chegaram a surgir embaixo de redes elétricas, o que seria bastante complicado para uma nave pousar nestas condições.

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Os Círculos Ingleses

Mas a ligação com o fenômeno ovniológico foi levantada por alguns ovniólogos principalmente pela quantidade de depoimentos de testemunhas que relatam observarem de OVNIS nos locais de maior incidência do fenômeno, além de varias fotos e filmagens feitas de sondas Ovniológicas (Objetos voadores pequenos e não tripulados) sobrevoando as plantações.

O que nos faz chegar à conclusão de que se não forem essas sondas que estão de alguma maneira formando esses desenhos nas plantações elas também estão bastante interessadas nesses desenhos e estão cada vez se aproximando mais para observá-los mais de perto.

Apesar do governo inglês não se manifestar sobre o mistério, temos conhecimento que já investiu recursos em pesquisas para desvendar o fenômeno, mas se chegou a alguma conclusão ainda não sabemos e até hoje é comum os moradores locais observarem helicópteros negros sobrevoando as plantações onde surgem os desenhos.

Em quase toda a sua totalidade esses desenhos surgem durante a noite, no meio do silêncio e da escuridão nos campos de cereais e pessoas que acampam nos locais de maior incidência, na expectativa de registrar uma dessas figuras se formando acabam se frustrando por passar a noite em claro sem conseguir testemunhar nenhuma luz ou som diferente e em algumas vezes acabam se surpreendendo ao ver com o clarear do dia que a poucos metros de onde estavam acampados apareceu um desenho, misteriosamente como se tivesse sido feito por algum tipo de energia invisível ao olho humano.

Existem diversos pesquisadores tentando interpretar o significado dessas figuras, alguns ligando os desenhos a símbolos matemáticos, outros associando aos sistemas astronômicos, além de compará-los a simbologia de civilizações antigas, como Persas, Druidas, Romanos, Celtas, Egípcios, etc. mas conseguem encontrar apenas uma pequena quantidade de desenhos e figuras nesse sentido, o que mostra que o significado dessas figuras seja algo bem mais complexo do que possamos imaginar.

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Os Círculos Ingleses

Alguns historiadores ingleses encontraram em uma capa de um tablóide londrino do século XVII, datada do dia 22 de Agosto de 1678, uma narrativa que faz menção a lenda do Demônio Ceifador, relatando que misteriosos círculos que apareciam nas plantações inglesas, já naquela época, e que os fazendeiros da região atribuíam sua autoria ao demônio, a capa da obra é ilustrada por um desenho de uma figura de um diabo ceifando em uma plantação com uma foice nas mãos e o resultado é bastante semelhante aos círculos encontrados nos dias de hoje nas plantações da Inglaterra.

No dia
21 de Agosto de 1988
, o Sr. J. C. Belcher observou que ovelhas que estavam pastando em um campo em Baildon Moor, próximo a Leeds, localizado no condado de Yorkshire na Inglaterra, formavam dois círculos simétricos no meio do pasto, como afirmou Belcher, "parecia que alguma radiação misteriosa estivesse sendo emanada de cima ou debaixo da pastagem", será que algum tipo de energia invisível que possa causar aquele efeito nas plantações, também pode afetar os animais?

Existem alguns depoimentos de moradores locais, afirmando que seus cães ficam bastante agitados nas noites que surgem as figuras nas plantações, além de ter sido constatado que os gansos parecem evitar sobrevoar os locais onde existem Círculos.

Em uma madrugada do mês de julho do ano de
1991, a pesquisadora Rita Goold acompanhada de outros investigadores do fenômeno dos Círculos nas plantações, durante uma vigília que faziam em um campo próximo a pequena aldeia de Alton Barnes, na Inglaterra, uma região de altíssima incidência do fenômeno, puderam observar por volta das três horas da madrugada uma coluna branca bastante luminosa que desceu lentamente de uma nuvem em direção a uma colina próxima do local, aquela luminosidade envolveu todo o cume da colina que tem aproximadamente 240
metros de diâmetro e depois se desfez desaparecendo repentinamente, o acontecimento durou apenas oito segundos e não deixou nenhum vestígio que pudesse ser encontrado durante o dia no alto da colina.

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Os Círculos Ingleses

Outro caso bastante interessante ocorreu nessa mesma época, após surgir um estranho pictograma na noite de 23 de julho de 1991, dias após o aparecimento do desenho um jovem com um detector de metais, encontrou três moedas bastante antigas, uma de ouro, outra de prata e uma terceira de bronze enterradas no interior da figura e o mais estranho é que nessas moedas estava esculpido o mesmo desenho que havia surgido na plantação e uma analise feita no metal das moedas constatou um elevadíssimo grau de pureza nos metais, algo praticamente impossível de se conseguir na época em que as moedas haviam sido cunhadas.

A maior quantidade dos Círculos costumam aparecer em plantações localizadas ao redor do local onde esta erguido o monumento de Stonehenge e outros sítios arqueológicos importantes como Avebury e Silbury Hill. Stonehenge se trata de um monumento de pedras eretas em forma circular super antigo e esta localizado na planície de Salisbury, no sudoeste da Inglaterra e por coincidência ou não se trata da região de maior incidência do fenómeno dos Círculos, essas pedras foram erguidas há milhares de anos (por volta de
3.000
antes de Cristo segundo alguns arqueólogos) existem varias lendas atribuindo poderes místicos às pedras de Stonehenge, alguns afirmam que elas se movem sozinhas, transmitem energia às pessoas que ficam em seu interior, fertilizam mulheres estéreis, curam pessoas enfermas, enfeitiçam pessoas más, sussurram previsões, etc., da mesma forma que existem lendas antigas que fazem menção ao fenômeno dos círculos, comprovando que esses desenhos já vêm surgindo há muito tempo, o que nos faz especular que supostamente Stonehenge pode ter sido erguido por alguma civilização antiga justamente para imortalizar o fenômeno dos círculos.

O mistério dos círculos ingleses persiste, a cada ano que passa e a cada nova formação que surge o fenômeno se torna mais complexo e inexplicável. A simetria e a dimensão dessas figuras são algo extraordinário, alguns desses desenhos chegam a medir centenas de metros.

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Os Círculos Ingleses

O dia que se comprovar que o fenômeno dos círculos tenha alguma ligação com o fenômeno ovniológico e tudo leva a crer que sim, em minha modesta opinião uma foto de um desenho como esses que surgem nas plantações inglesas ira se tornar algo bem mais importante do que uma foto de um Objeto Voador Não Identificado, porque a foto de um OVNI você estará apenas comprovando que o fenômeno ovniológico é autêntico, agora uma foto de um desenho desses que surgem misteriosamente nas plantações da Inglaterra você não só estará mostrando que o fenômeno ovniológico é real como também estará constatando que esses seres estão de alguma maneira tentando se comunicar conosco.

O enigma dos Círculos continua e parece não estar próximo de seu final. A cada ano vêm sendo catalogados cerca de trezentos novos desenhos, sempre nos meses de abril, maio, junho, julho e agosto, chegando a um total aproximado de dez mil figuras surgidas na Inglaterra nas décadas de
80 e 90.


Esse mistério assim como o dos Discos Voadores continuam sem uma explicação definitiva, se tornando nos dois maiores enigmas deste último século, resta a nós pesquisadores e pobres mortais continuarmos tentando buscar respostas para desvendar tais enigmas.

Eu particularmente acredito que os círculos realmente se tratem de mensagens que estamos recebendo de seres extraterrestres ou seres que habitam uma dimensão paralela e que estão de alguma forma interagindo e tentando se comunicar conosco, passando verdadeiras mensagens cifradas em formas de desenhos nas plantações, mas infelizmente nossa ignorância ainda é tão grande a ponto que não nos permite compreender o significado de tais sinais e continuamos apenas apreciando a beleza e o mistério dessas sensacionais figuras.


Wallacy Albino é Presidente do GEUBS, membro do Conselho Editorial da Revista UFO e colaborador da BURN.
Fonte: Jornal "O Serrano"
www.oserrano.com.br
Nota: Publicação autorizada pelo autor.

Allen Telescope Array começa observações científicas

The Paul G. Allen - Family - Foundation
Microsoft co - fundador e filantropo Paul G. Allen junta UC Berkeley e do SETI Instituto de lançar a próxima fase da investigação astronômica usando o Allen Telescope Array, um inovador telescópio para radioastronomia.


Hat Creek, Califórnia - Oct. 11, 2007 - Hoje, a Universidade da Califórnia, Berkeley e do SETI Institute anunciou que os primeiros 42 rádio pratos do Allen Telescope Array (ATA) são ativadas e recolher dados científicos a partir de agora atinge O universo.

Esta é a primeira fase de um projecto de 350 rádio pratos que vão avançar as capacidades de radioastronomia investigação. Paul G. Allen, co - fundador Microsoft e filantropo cuja fundação doou sementes dinheiro que iniciou o projeto em 2001, juntou representantes da UC Berkeley e do Instituto SETI para o lançamento da matriz.

"Este projeto representa um potencial avanço na construção de grandes matrizes de radiotelescópios que são extremamente rentável", disse Paul G. Allen, principal financiador da ATA.
"Como já implantada e com a abundância de espaço para o crescimento no futuro, o telescópio pode cumprir uma multiplicidade de utilizações, incluindo o amplo céu inquéritos rádio e na busca de evidências de tecnologia extraterrestre.

Estou satisfeito por poder contribuir para tal um importante avanço e ajudar a construir sobre o trabalho deste novo telescópio vai fazer no futuro. O meu chapéu fica à equipa que trabalhou arduamente nestes últimos sete anos para realizar este marco significativo".

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Allen Telescope Array começa observações científicas

Cada objeto no espaço emite ondas de rádio que podem ser recolhidos e estudados. A partir da observação desses sinais de rádio astrônomos pode criar uma imagem de corpos astronômicos e eventos em grandes distâncias, revelando detalhes não perceptíveis pelos telescópios operando em outros comprimentos.

A ATA vai adquirir dados de uma maneira nova, imagiologia um grande pedaço do céu de uma vez. O que diferencia a ATA para além dos anteriormente radiotelescópios é a sua capacidade para recolher e, analisar mais informações sobre objetos celestes, e faze- lo simultaneamente para vários projetos. Além disso, estudos observacionais pode ser feita com maior rapidez do que qualquer anterior ou dispositivo existente rádio.
A partir da observação desses sinais de rádio astrônomos pode criar uma imagem de corpos astronômicos e eventos em grandes distâncias, revelando detalhes não perceptíveis pelos telescópios operando em outros comprimentos.

Situado em um árido vale perto da cidade de Hat Creek, apenas a norte de Lassen Volcanic National Park no norte da Califórnia, a nova matriz já está coletando dados importantes primeiro teste imagens, lançado hoje a partir de dados recolhidos pela
ATA 42 telescópios, incluem um mapa da rádio perto Galaxy Andromeda (M31) e os Triangulum Galaxy (M33).

Para além da sua velocidade e capacidade de reunir e analisar dados simultaneamente, o ATA é também o primeiro centímetro onda rádio telescópio com capacidade de múltiplas tarefas.. Embora fazendo observações inovadoras para radioastronomia, que pode simultaneamente interroguem solares - tipo estrelas para artificialmente produzidos sinais que revelam a presença de inteligência extraterrestre

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Allen Telescope Array começa observações científicas

Esta nova capacidade aumenta muitas vezes o tempo astrônomos podem dedicar à grande escala levantamentos das estrelas, bem como a expansão da banda radiofreqüência sobre as quais eles podem pesquisar.
Para SETI, em particular, isto significa que, ao longo dos próximos dois - dúzia de anos, a ATA irá receber uma mil vezes mais dados do que foi acumulado nos últimos 45 anos.

A ATA utiliza massa - produzidos,
20 - pé diâmetro rádio pratos e comercial telecomunicações tecnologias combinadas com um desenho inovador receptor, e o estado - da - arte no processamento digital de sinais tecnologia. Trabalhando em conjunto, estes pequenos pratos criar um telescópio com um amplo campo de visão idealmente adequado para o rápido levantamento do céu.

O layout das
42 pratos foi criada por um modelo de computador e é otimizado para proporcionar uma elevada qualidade de rádio imagens do céu.
A ATA também pode filtrar os ruídos de interferência feito homem - que, em muitos radiotelescópios tornaria muito dos dados inutilizável.
A matriz pode ser facilmente atualizados como novos avanços em tecnologia de telecomunicações computador ou se tornarem disponíveis. O custo total do projeto até o momento, incluindo a investigação, desenvolvimento e construção os custos para a matriz e as necessárias radioastronomia e SETI sinal detectores, é de R $ 50 milhões.
A primeira fase deste projecto foi financiado através de generosas subvenções da Paul G. Allen Family Foundation somaram US $ 25 milhões. UC Berkeley, the SETI Institute, the National Science Foundation, Xilinx, Nathan Myhrvold, Greg Papadopoulos, and other corporations and individual donors contributed additional funding.

UC Berkeley, o SETI Institute, o National Science Foundation, Xilinx, Nathan Myhrvold, Greg Papadopoulos, e outras corporações e doadores individuais contribuiu financiamento adicional.
Ambos UC Berkeley e do Instituto SETI estão assumindo o compromisso de fundos esforços adicionais para completar o total de 350 - prato matriz.

O prato cheio
350 -
matriz, quando concluído em cerca de três anos, terá capacidades de investigação sem precedentes. Capitalizar sobre constantes avanços na tecnologia empregada em computadores, a ATA vai ser fabricado em uma fração do custo de instrumentos tradicionais. A ATA equipe está preparada para instalar mais pratos como o financiamento adicional está garantido.

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About the SETI Institute Sobre o SETI Institute.

A ausência de fins lucrativos SETI Institute (www.seti.org) fundada em 1984, realiza uma ampla gama de Sonda investigação. Os projetos do instituto incluem novos o trabalhos, os mais detalhados na busca para a inteligência extraterrestrial e uma variedade larga dos programas da pesquisa e da instrução relacionados à busca para a vida além da terra.
Cientistas do de 90 dos mais do emprega de O Instituto, em uma variedade de áreas, ciências do planetária do astronomia do da do tecnologia e do da do ciência e do da dos aspectos do os dos todos do incluindo, química evolução, um vida do da do origem, biológica de e evolução. Os colaboradores e Câmara do seus de Entre, instituto de Prêmio Nobel Vencedores.

O Instituto empregam sobre 90 cientistas, em uma variedade dos campos, inclui todos os aspectos da ciência e da tecnologia da astronomia e as ciências planetárias, a evolução química, a origem da vida, e evolução biológica. Entre suas equipe de funcionários e placa, as contagens do instituto dois vencedores do prêmio de Nobel.

Cientistas do de
90
dos mais do emprega de O Instituto, em uma variedade de áreas, ciências do planetária do astronomia do da do tecnologia e do da do ciência e do da dos aspectos do os dos todos do incluindo, química evolução, um vida do da do origem, biológica de e evolução. Colaboradores e Câmara do seus de Entre, horas Prêmio Nobel Vencedores dos duas do conta de o Instituto.

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Sobre a Radio Astronomy Laboratory, Universidade da Califórnia, Berkeley
Fundada em 1958, UC Berkeley's Radio Astronomy Laboratory (RAL) (http://ral.berkeley.edu) foi criado para fomentar a investigação em radioastronomia, uma disciplina que naturalmente estende para além das fronteiras dos departamentos acadêmicos tradicionais. A principal atividade Do RAL foi para construir e manter um observatório em radioastronomia Hat Creek, perto Mt. Lassen, apoiada por no campus laboratórios.

Início de rádio telescópio matrizes há mais de
25
anos, o Observatório Hat Creek apóia a investigação científica de Berkeley cientistas e estudantes, bem como visitar astrônomos de todo o mundo que vêm para estudar a estrutura e a evolução do sistema solar, a Via Láctea , De outras galáxias distantes, e do Universo através das técnicas de radioastronomia.

http://www.astronomy.com/asy/default.aspx?c=a&id=6120