No jornal "The New York Times" de 19 de março de 1907 uma contribuição denominada „Wireless Caused Iena Desaster", versando sobre experimentos tecnológicos bélicos que podem ter sido a causa do afundamento do navio francês "Iena". Neste contexto é citado Nikola Tesla, que acreditava ser possível afundar navios através de torpedos de elétrons dirigíveis.
Naquela época abundavam os relatos sobre armas elétricas direcionadas à distância e raios mortais, que poderiam destruir aviões e matar pessoas. O cronista americano de Tesla Oliver Nichelson supõe no seu relato "Tesla´s Wireless and the Tunguska Explosion" que o físico, em 30 de junho de 1908, precisava desesperadamente demonstrar o poder de fogo de sua arma energética para conseguir mais verba para pesquisa do grupo Westinghouse.
A sua intenção era a de acertar o Pólo Norte, para enviar ao conquistador polar Peary um sinal com grande impacto de mídia. Sua arma, assemelhada a um torpedo de fótons, entretanto não teve a precisão requerida e por isso o impacto registrou-se na região de Tunguska.
Correntes de Tesla caracterizam-se por voltagens muito altas obtidas através de um passo transformador adicional de altas voltagens normais.. Mesmo experiências escolares com o uso de um transformador de Tesla clássico permitem observar efeitos luminosos esquisitos.
Continua











