domingo, 16 de setembro de 2007

O mistério da castátrofe de Tunguska

As Experiências de Tesla com energia livre

No jornal "The New York Times" de 19 de março de 1907 uma contribuição denominada „Wireless Caused Iena Desaster", versando sobre experimentos tecnológicos bélicos que podem ter sido a causa do afundamento do navio francês "Iena". Neste contexto é citado Nikola Tesla, que acreditava ser possível afundar navios através de torpedos de elétrons dirigíveis.

Naquela época abundavam os relatos sobre armas elétricas direcionadas à distância e raios mortais, que poderiam destruir aviões e matar pessoas. O cronista americano de Tesla Oliver Nichelson supõe no seu relato "Tesla´s Wireless and the Tunguska Explosion" que o físico, em
30 de junho de 1908,
precisava desesperadamente demonstrar o poder de fogo de sua arma energética para conseguir mais verba para pesquisa do grupo Westinghouse.

A sua intenção era a de acertar o Pólo Norte, para enviar ao conquistador polar Peary um sinal com grande impacto de mídia. Sua arma, assemelhada a um torpedo de fótons, entretanto não teve a precisão requerida e por isso o impacto registrou-se na região de Tunguska.

Correntes de Tesla caracterizam-se por voltagens muito altas obtidas através de um passo transformador adicional de altas voltagens normais.. Mesmo experiências escolares com o uso de um transformador de Tesla clássico permitem observar efeitos luminosos esquisitos.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

Tesla direcionou suas experiências com energia numa direção oposta àquela da técnica eletrônica e de energia atuais. Suas idéias voltavam-se ao reconhecimento e ao direcionamento das leis dos campos de força terrestres. Ele pretendia usar as Forças de Coriolis, responsáveis pelos jetstreams, para a fabricação de climas artificiais, e qualquer ponto da terra deveria ser eliminável através de descargas tesláticas.

No seu laboratório em Long Island Tesla conseguiu, repetidamente, iluminar artificialmente regiões inteiras com suas correntes. Ele foi um concorrente sério para os planos de iluminar as metrópoles da terra através do uso maciço das lâmpadas incandescentes de Edison. Tesla foi incentivado pela indústria, que esperava a telegrafia sem fio.

Depois da concretização desta telegrafia através da modulação e da invenção dos tubos eletrônicos Tesla não recebeu mais verbas para pesquisa. Na época em que fazia experiências, habitantes de Long Island freqüentemente relatavam aparições luminosas, raios esfera e trovões ribombantes, semelhantemente aos relatos de NNEs.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

Uma reação de Antimatéria como causa

Já do ano de 1936 é a teoria dos dois americanos Whipple e Lapace que, após estudarem os resultados das pesquisas de Kulik, concluíram que possivelmente uma reação de antimatéria poderia ser considerada como causa da catástrofe de Tunguska. Esta teoria foi posteriormente detalhada pelo cientista russo Konstantinov.

Desde que foi possível aos integrantes do centro Europeu de Pesquisas Nucleares - CERN, em
1996
, produzir o anti-Hidrogênio, muitos consideram a possibilidade um anti-mundo, mesmo de um anti-universo. Realmente astrônomos consideram viável a existência de antimatéria no cosmo, sendo possível que esta se movimente pelo espaço como a matéria regular, formada por meteoritos e cometas.

Já nos primeiros contatos com os átomos de nossa atmosfera, seguindo o modelo dos dois americanos, seriam possíveis gigantescas liberações de energia, que poderiam explicar as destruições na Tunguska Pedregosa.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

Sobre Buracos Negros, UFOs e Utopias

Existe uma centena de interpretações diferentes, freqüentemente muito geniosas, para a causa da catástrofe de Tunguska. Citar a todas extrapola os limites deste texto. Algumas das interpretações mais exóticas são citadas aqui com fins representativos:

- Uma abordagem interessante foi apresentada pelos americanos Jackson e Rainer, que estabeleceram a tese de que um "buraco negro microscópico" com massa muito elevada e dimensões extremamente reduzidas atravessou nosso planeta em junho de 1908, tendo-o abandonado ao sul da Groenlândia.

Buracos negros são uma realidade no nosso universo e a ciência estuda a sua física há muito. Buracos Negros com circulação livre são potencialmente possíveis, mas não há ainda indicações que ratificam este tipo de comportamento. · Uma interpretação plenamente pensável foi apresentada pelos russos Dimitriev e Schuravljov, que desenvolveram um modelo no qual o sol lançava uma pedaço de plasma, que alcançou a nossa atmosfera e produziu a catástrofe.

A favor desta tese estão as manchas solares observadas no mesmo período. Mas a existência destes energofóros ainda não foi comprovada até agora e é duvidoso se um plasma solar destes não explodiria em zonas mais elevadas da atmosfera. Além disso esta hipótese não pode explicar as anomalias isotópicas comprovadas na região.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

Sobre Buracos Negros, UFOs e Utopias

Existe uma centena de interpretações diferentes, freqüentemente muito geniosas, para a causa da catástrofe de Tunguska. Citar a todas extrapola os limites deste texto. Algumas das interpretações mais exóticas são citadas aqui com fins representativos:


- Uma abordagem interessante foi apresentada pelos americanos Jackson e Rainer, que estabeleceram a tese de que um "buraco negro microscópico" com massa muito elevada e dimensões extremamente reduzidas atravessou nosso planeta em junho de 1908, tendo-o abandonado ao sul da Groenlândia.

Buracos negros são uma realidade no nosso universo e a ciência estuda a sua física há muito. Buracos Negros com circulação livre são potencialmente possíveis, mas não há ainda indicações que ratificam este tipo de comportamento. · Uma interpretação plenamente pensável foi apresentada pelos russos Dimitriev e Schuravljov, que desenvolveram um modelo no qual o sol lançava uma pedaço de plasma, que alcançou a nossa atmosfera e produziu a catástrofe.

A favor desta tese estão as manchas solares observadas no mesmo período. Mas a existência destes energofóros ainda não foi comprovada até agora e é duvidoso se um plasma solar destes não explodiria em zonas mais elevadas da atmosfera. Além disso esta hipótese não pode explicar as anomalias isotópicas comprovadas na região.

O mistério da castátrofe de Tunguska

- Desde as suposições sobre um objeto tecnológico de Kasanzev e Siegel, que segundo eles explodiu na terra, existe uma comunidade estabelecida de adeptos dos UFOs cujos principais argumentos são a anomalia magnética semelhante à que ocorre com bombas atômicas e a anomalia isotópica comprovada. Obviamente este fenômeno também se constituiu, como todos os NNEs, também por unknown objects par exellence. Visto assim, os adeptos dos UFOs já teriam solucionado o caso.

- H. Mason do Orbital Research Exploration Ltd. em Armstrong/Australia pesquisou geometeoros e raios esfera e, neste contexto, também se interessou por causas militares. Ele exige que a ciência deva considerar a hipótese de que diversos governos estejam testando canhões de Tesla e outras armas de alta energia.

Quem sabe até onde foi a evolução do conhecimento nos institutos militares herméticamente fechados do mundo todo, em comparação com a vida civil. Não foi exatamente o caso dos aviões norte-americanos à prova de radar, com tecnologia Stealth, que foram considerados positivamente como UFOs durante os conflitos da América Central entre
1979 a 1986, até que sua existência foi admitida durante as incursões na guerra do golfo ? Seria possível que um departamento de pesquisas secreto, russo-alemão, tivesse testado a bomba atômica já 38
anos antes de sua invenção oficial ?

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O mistério da castátrofe de Tunguska

A interpretação dos Ewenkos

Os Ewenkos são os legítimos habitantes originais da região e eram chamados antigamente também de Tungusos. Pertencem à família de povos asiáticos e possuem hoje uma autonomia limitada para a região. Osa Ewenkos foram as principais vítimas daquela catástrofe.

Na sua religião anímica-schamanística há lugar para diversas divindades, assim também para Agdy, o Senhor do Trovão, que é responsável pelo episódio de Tunguska.Agdy vem à terra na forma de pássaros de ferro, grandes como "Birkhähne" (ave silvestre nativa do tamanho de um galináceo. N.d.T.) e com olhos de fogo.

Quando de seu vôo sobre a terra origina-se o trovão e seus olhos faiscam como raios. Os pássaros Agdy vivem normalmente no mundo inferior Khergu. Como lá também estão as almas dos feiticeiros das tribos, estes estão em contato com os pássaros de Agdy e podem pedir-lhes serviços.

Quando da inquirição dos Ewenkos pelo etnólogo russo Innokentiy Kikhaylovich Suslow entre os anos de 1926 e 1928 os Ewenkos evitavam as perguntas sobre o episódio de Tunguska. Já Kulik tinha notado que nenhum dos Ewenkos estava disposto a lhe acompanhar ao epicentro.

Depois de muito insistir Suslow conseguiu finalmente obter a informação dos Ewenkos. Era de que no ano de
1908 haviam ocorrido rivalidades entre tribos e um velho feiticeiro tinha instado, em 30 de junho de 1908
, um grupo inteiro de pássaros Agdy a voarem sobre a região da tribo de Shabyagir.

Lá então formaram-se rachaduras na terra e tudo tinha sido destruído. Agora nenhum Ewenko mais poderia penetrar a região porque ali agora só reinavam os Agdys. Uma tribo de Ewenkos vizinha, não diretamente atingida pela catástrofe, possuía outra versão, que falava de um pedaço de sol que tinha se soltado e caído na taiga.

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sábado, 15 de setembro de 2007

O mistério da castátrofe de Tunguska

Os Fatos

Sim, na manhã de 30 de junho de 1908 realmente ocorreu na região da Tunguska Pedregosa uma catástrofe. Os registros sísmicos, as anomalias magnéticas, as fotos aéreas dos anos trinta, que mostravam toda a dimensão da destruição e não por último as 900 testemunhas oculares registradas, assim como milhões de testemunhas das estranhas aparições luminosas no mundo todo confirmam isso.

Mas até o momento ninguém pode citar a causa com certeza absoluta. Partindo do princípio de que um corpo cósmico originou o episódio, significaria que, se tivesse caído com
8 a 6
horas antes na terra, atingiria regiões habitadas como Sãoi Petersburgo, Helsinki, Estocolmo ou Oslo, todas situadas mais ou menos na mesma latitude, causando um número dificilmente estimável de vítimas.

Tivesse caído no Mar do Leste, um maremoto disso resultante teria causado grandes danos na Alemanha. Especialistas partem do princípio de que aproximadamente a cada cem anos um corpo celeste do tamanho estimado do objeto de Tunguska colide com a terra. Entre as órbitas de Marte e Júpiter situa-se o chamado Cinturão de Asteróides, formado por fragmentos de rocha irregulares com dimensões de poucos metros até 1000 km.

Presume-se que são restos de um planeta anteriormente existente, chamado de Phaeton, que foi destruído através da colisão com outro corpo celeste. O número total de asteróides é estimado como sendo de mais de 100.000, todos circundando o sol em suas trajetórias. Uma parte destes objetos (amoridas, apollonidas, etc.) aproxima-se do sol até uma Unidade Astronômica (UA) e assim se aproximam da terra.

Por isso são designados de Near Earth Objects (NEOs). Alguns destes asteróides representam um perigo real para a terra, porque as trajetórias de alguns deles cruzam a eclíptica. Especialmente quando estes pontos de interseção são de menos de UA, são registrados em um catálogo de perigo e chamados de Potentially Hazardous Asteroids (PHAs). Até agora puderam ser registrados
120
PHAs.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

O diretor de astronomia Dr. Lutz D. Schmadel do Instituto de Cálculos Astronômicos de Heidelberg publicou, em seu trabalho "Bombas do Universo, Matéria no Sistema Solar - uma Determinação de Conceitos", uma listagem dos riscos e das possibilidades de uma colisão de objetos com a terra.

1)A possibilidade estatística de colisões da terra com objetos de 10 a 30 metros de diâmetro é de 100 anos.
De acordo com esta estimativa temos aproximadamente a cada 100 anos uma colisão de corpos muito pequenos com entre 10 e 30 metros. Dependendo do material e da velocidade são liberadas energias de 3 a 100 MT. Estes acontecimentos resultam em crateras de 1 a 10 km de diâmetro semelhantes à cratera de Barrington no Arizona. Se impactos destes ocorrem em oceanos, são originadas ondas perigosas.

2) A possibilidade estatística de colisões da terra com objetos de 30 a 200 metros de diâmetro é de 10.000 anos.
Pelo menos uma vez a cada 10.000 anos ocorre uma colisão com pequenos corpos de até 200 metros, que podem liberar energias entre 1.000 e 100.000 MT. Com isso surgem formações de crateras e destruições de vários milhares de quilômetros quadrados., semelhantes à cratera do Nördlinger Ries e da Bacia de Steinheim. Quando os impactos ocorrem em oceanos, os cálculos em modelos evidenciam que as massas de água subiriam até uma altura de 3,5 km.

3) A possibilidade estatística de colisões da terra com objetos de 200 a 2000 metros de diâmetro é de 10.000 anos.
Catástrofes que podem destruir continentes inteiros e que representam um perigo para a nossa civilização são tornadas possíveis através de objetos médios com tamanhos entre 0,2 e 2 km. Schmadel alerta que estatisticamente todos 10.000 anos um objeto com 0,5 km pode atingir a terra e que a nossa chance de sermos vítimas de uma catástrofe destas já no 21º século é de 1:1000. Aproximadamente um quarto da humanidade seria destruído e nossa ordem econômica e distribuição de poder globais sofreriam um colapso.

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O mistério da castátrofe de Tunguska

4) A possibilidade estatística de colisões da terra com objetos de 2 km a 10 km de diâmetro é de 1 a 500 milhões de anos.
Colisões deste tipo encerram eras geológicas inteiras. São comparáveis com os acontecimentos entre Permiana e Triássico, quando mais de 90% de todas as formas de vida repentinamente se extinguiram, ou o limite entre Cretáceo e Terciário, quando iniciou o fim dos dinossauros, amonitas e outras formas de vida.

Massas continentais inteiras seriam lançadas no espaço, para depois chover de volta, parcialmente. Mares iriam vaporizar. A liberação de energia seria de até
100
milhões de MT. Depois das destruições imediatas surgiria uma época tectônica com vulcanismo e terremotos em maior número.

O escurecimento da atmosfera que se seguiria introduziria um inverno global. Nuvens de poeiras venenosas e nuvens ácidas iriam se descarregar. A camada de ozônia estaria destruída, de tal maneira que a radiação cósmica atingiria a terra diretamente, causando mutações genéticas profundas nas formas de vida restantes. A evolução das espécies sofreria um novo revés forte. Para a civilização humana isto seria o apocalipse.

5) Catástrofes endógenas e antropogênicas também fazem parte da realidade.
Só porque não se fala sobre experiências militares não significa que estas não acontecem. Só porque aparições endógenas como geometeoros, luzes de terremotos e raios esfera não são pesquisados, não significa que não existem. Na Conferência Internacional relativa ao 90º aniversário do episódio de Tunguska, realizado em Krasjonarsk em 1998 foram apresentados por diversos pesquisadores como Olchowatow, Zherebchenko, Kazankova, Kochemasov, Koleman, diversas abordagens interessantes para as causas de explosões endógenas, seja na forma de explosões de metano ou descargas eletromagnéticas.

Mesmo que só exista a suspeita de que explosões destas podem gerar catástrofes do grau do episódio de Tunguska, as causas destas devem ser pesquisadas para que se esteja preparado para eventuais catástrofes deste tipo e para saber onde isso pode ocorrer. Fenômenos como as lendas sobre o triângulo das Bermudas poderiam então ser vistas de outro ângulo.

continua

O mistério da castátrofe de Tunguska

O que resta a fazer?

Seja uma ameaça do espaço ou uma ameaça de natureza endógena, a causa da catástrofe de Tunguska tem uma qualidade que pode apagar da terra culturas inteiras. Não pode ser aceito que a causa do episódio ainda não tenha sido determinada. Como podem ser tomadas precauções adequadas contra acontecimentos deste tipo se nem se sabe como a catástrofe se anuncia e o que a gera?

Uma importância fundamental possui portanto, como sempre, a pesquisa sobre as causas do episódio de Tunguska. Para isso o problema precisa ser trabalhado a nível interdisciplinar a internacional. Entre as tarefas principais estão certamente os seguintes pontos:

- Mais análises das anomalias isotópicas e geoquímicas no epicentro . Isso significa coleta de amostras de diferentes camadas de solo e de turfa, assim como de restos de plantas (resina de árvores) e fundo de lago. Depois análise destas em laboratórios adequados (análise espectral ICP). Os conhecimentos assim adquiridos são de importância decisiva para a resposta sobre a origem do objeto.

- Mais investigações dos aerossóis silicatados. Esta pergunta dá retorno sobre a possível natureza de asteróide ou de cometa do objeto.

- Investigações a respeito do desenrolar dos efeitos geomagnéticos registrados. Mesmo que esta tarefa parece praticamente insolúvel devido à complexidade do terreno, é de fundamental importância para a resposta à pergunta sobre causas endógenas.

É de se modelar um quadro geomagnético natural da região de Tunguska, no qual são colocados os valores realmente medidos. As medições devem se estender sobre períodos maiores, para envolver possíveis intervalos de valores das perturbações. Medições comparativas em outros locais.

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- Investigações para as anomalias luminosas verificadas. Como é que eventuais aerossóis puderam se espraiar com tal velocidade que foram visualizados em Berlim já na mesma noite da catástrofe ? Possivelmente não existe nenhuma possibilidade natural para uma potencial poeira atmosférica, de se espraiar em tal velocidade. Neste caso seriam mais possíveis causas eletromagnéticas para as aparições luminosas.

- Monitoramento das modificações genéticas para uma avaliação dos riscos genéticos em catástrofes deste tipo e para a pesquisa de base sobre surgimento e preservação do diversidade genética.

-Desenvolvimento de modelos e simulações de computador para a mecânica da explosão de Tunguska.

- Procura por fragmentos, crateras e outros rastros também fora da região clássica de Tunguska através de GIS e pesquisa de campo.

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A Resolução do Conselho Europeu para o problema dos NEOs

A importância que também a política oficial da Europa dá ao problema dos NEOs neste meio tempo pode ser vista através da, Resolution 1080(1996) on the detection of asteroids and comets potentially dangerous to humankind", que foi aceita em 20 de março de 1996 pelo Conselho Europeu (www.stars.coe.fr) em Strassburg.

No parágrafo
2 a catástrofe de Tunguska de 1908 é explicitamente citada, e no parágrafo 3 o texto citas " Este tipo de impactos representam por isso uma ameaça significativa para a nossa civilização".Em conseqüência são incentivados, pelo parágrafo 5 e 6,
tanto os estados- membro como a Agência Espacial Européia, a contribuir na efetivação de uma iniciativa internacional Space Guard, para montar um sistema de alerta para a defesa contra NEOs.

As seguintes tarefas teriam que ser solucionadas primordialmente pela organização e pelos estados - membro:
- Cartografação de todos os NEOs maiores do que 500 m, cálculo e simulação de suas trajetórias de vôo.
- Pesquisa de base em relação a fenômenos e desenrolar de impactos (entenda-se pesquisa de base em relação a Tunguska, etc..)
- Garantia da coordenação e da comparação e troca dos dados entre o hemisfério Sul e o hemisfério Norte.
- Desenvolvimento de satélites específicos de baixo custo para a cartografação de NEOs menores e daqueles que não podem ser vistos da terra pelo ofuscamento pelo sol.
-Desenvolvimento de uma estratégia global para rechaçar NEOs .

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A Spacequard Foundation

A Spaceguard Foundation é uma união de sociedades a associações de ação internacional que tem por objetivo a confecção de um cadastro do cinturão de asteróides, assim como cartografar todos os outros NEOs (Programa O.D.A.S) Com esta base deverão ser realizadas simulações para detectar aqueles NEOs que representam realmente um perigo para a terra.

Estes deverão então, com métodos que ainda deverão ser desenvolvidos, ser desviados ou destruídos. Além disso são tomadas providências para o aproveitamento de asteróides (minérios).Na Alemanha a Spaceguard Foundation é registrada como associação em Berlim.

A Fundação mantém contatos freqüentes com o Centro Alemão para Tráfego Aéreo e Espacial (DLR). Nos estatutos a Fundação se compromete "à pesquisa do espaço próximo à terra para o descobrimento, observação e medição de asteróides e cometas próximos à terra (NEOs)" . NEOs são um perigo potencial para os organismos do nosso planeta e teriam uma função importante para o futuro aproveitando do espaço vizinho à terra.

Como atividades da fundação são citados:
* Pesquisa e descobrimento de NEOs e avaliação do risco que estes oferecem;
* Apoio entre pesquisa e opinião pública;
* Incentivo a projetos de pesquisa;
* Organização de programas globais de procura de NEOs;
* Acionamento de telescópios exclusivos para a cartografação de NEOs.
* Outros links:
Posto de observação de NEOs da NASA: http://neo.jpl.nasa.gov/

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O mistério da castátrofe de Tunguska

A dimensão política

Uma dimensão política para a problemática não pode ser negada. Com a presidência dos Estados Unidos nas mãos de George W. Bush, a potência mundial nº 1 será guiada mais uma vez por um "falcão" , cuja meta pessoal é a montagem de um sistema de defesa de mísseis baseado no espaço (National Missiles Defense System, NMD). A montagem de um sistema destes colide, entretanto, com tratados internacionais em vigor (SALT I) e manifestaria provavelmente, para todos os tempos, a dominação militar dos USA.

A França, a China e a Rússia opuseram-se categoricamente a estes planos e também no resto do mundo ocidental, inclusive na Alemanha, há fortes restrições contra uma reedição de SDI. O principal problema nesta discussão toda consiste nos planos do Pentágono de estacionar armas no espaço, o que está proibido pelos acordos atuais.

A aceitação de um propósito destes aumentaria consideravelmente na opinião pública mundial, se o perigo real de um impacto de um NEO pudesse ser eliminado através de sua destruição por armas espaciais americanas. A difusão não-crítica da necessidade de uma Spaceguard armada poderia se revelar rapidamente como ajuda à política externa americana.

Realmente o astrônomo Christian Gritzner do Instituto para Pesquisa Planetária do Centro Alemão para Tráfego Aéreo e Espacial de Berlin-Adlershof chegou à conclusão, em uma dissertação de
1997
, de que os NEOs poderiam ser melhor desviados através do uso de armas nucleares. O mais importante é o fator tempo, para que se possa tomar medidas de defesa adquadas .

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O mistério da castátrofe de Tunguska

Outros pesquisadores vêem isso de maneira mais relaxada. No seu livro "Bombas do Espaço, a ameaça Cósmica" , o astrônomo americano John S. Lewis chega à conclusão de que, ao lado das cargas explosivas arriscadas, uma das medidas de defesa mais adequadas consistiria na montagem de velas solares dirigidas por computador em NEOs.

Estas velas possibilitariam um direcionamento dos NEOs para trajetórias seguras. Um outro modelo baseia-se em espelhos apoiados em satélites para derreter áreas com gelo em cometas, aproveitamento o recuo disso resultante para correções de rumo.

Como tarefa principal Lewis indica a imediata e completa cartografação do Cinturão de Asteróides e de todos os NEOs potenciais, para adquirir a habilidade e o conhecimento necessários para mudar de direção daqui a 50 anos os NEOs que poderiam colidir com a terra talvez daqui a 800 anos.

Tecnicamente as operações indicadas por Lewis já são realizáveis hoje em dia. Em
12 de fevereiro de 2001 um satélite criado pelo homem pousou, pela primeira vez, em um asteróide. Trata-se do asteróide Eros 433 que recebeu, a 314
milhões de quilômetros da terra, visita do satélite NEAR Shoemaker, que desde então está realizando com sucesso análises lá.

Do ponto de vista da ciência seria então desejável ingressar com serenidade na discussão sobre as medidas adequadas para a proteção contra os NEOs, para não entrar em contato com interesses políticos ou industriais e assim prejudicar a tarefa básica. Certamente as Nações Unidas ou outra organização internacional ainda a ser criada seria mais adequada para assumir a tarefa da proteção da nossa civilização, mesmo que alguns filmes de Hollywood nos querem fazer crer de outra maneira.

http://www.museumin.ufrgs.br/

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Jerome Clark é o entrevistado do CUB

J.CLARK

Entrevista realizada e traduzida por Milton

Cub - Porque você se envolveu com ufologia? Você já teve algum avistamento?
JC- Li o livro The Report on Unidentified Flying Objects de Edward J. Ruppelt quando era jovem e numa idade aonde me impressionava. Depois fui me direcionei para os livros de Charles Fort. No final dos anos
50 já tinha lido quase todos os livros publicados sobre o fenômeno UFO até àquela data. Logo depois entrei para alguns grupos ufológicos para adolescentes que emergiam naquela época.

O próximo passo foi minha entrada no NICAP aonde então comecei a me envolver com a comunidade ufológica adulta. Nunca vi nada que me convencesse que fosse um OVNI. Todos meus “avistamentos” foram de objetos que me fizeram pensar até o momento que eu consegui os identificar.

Cub- Em sua opinião, qual foi a sua melhor pesquisa?
JC - Meu último trabalho é uma enciclopédia sobre OVNIS de vários volumes da série de 1990 até 1998. Durante este período, passei a maioria do meu tempo investigando jornais americanos antigos principalmente os jornais do final do século XIX e início do século XX visando buscar relatos de avistamentos ou anomalias que envolvessem OVNIS.

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A Mensagem de Arecibo

CUB- Qual é a sua opinião sobre abduções?
JC- Acredito que elas representam uma espécie de fenômeno além do atual conhecimento. Se elas são relatadas como sendo parte do fenômeno UFO além da similaridade superficial é uma outra enorme questão. Elas são certamente reais e experiências vividas, embora elas sejam um fenômeno que ocorrem em um nível do fato.

Bem, nós não sabemos e tenho minhas reservas. Penso que seria sábio não se falar em OVNIS e abduções como se eles fossem sinônimos, ou apenas aspectos diferentes de uma questão singular. Nós precisamos claramente saber muito mais ainda do que sabemos para começar a fazer pronunciamentos confiáveis. Considere-me como um agnóstico em abduções.

CUB - Como foi sua experiência com J. Allen Hynek?
JC - Conheci o Allen em
1975 quando investigava um caso de abdução em Dakota do Norte. Ele veio de Chicago e nós passamos um dia juntos. Achei-o muito caloroso, uma pessoa adorável e que proporcionava grandes momentos de diversão quando estávamos juntos e com muito bom humor e carisma. Quando passei a conhecê-lo melhor, aprendi que minha impressão inicial estava correta. Ele era um homem encantador.

Na privacidade, às vezes ele expressava noções radicais sobre a natureza do fenômeno UFO. Nós debateríamos nossos respectivos pontos de vista, mas sempre polidamente. Aprendi muito com ele, e uma vez em um grande momento fui capaz de dizer a ele algo que ele não sabia ou que ainda não havia pensado. Acredito que ele foi um cientista corajoso que um dia acordou da obscuridade que ele tinha caído, e quando isto aconteceu, suas contribuições foram honradas.

CUB- Como foi que você se envolveu com o CUFOS?
JC - Allen Hynek me convidou para participar da diretoria, e depois para editar a revista internacional de relatórios UFO do CUFOS no início dos anos
80. Os melhores trabalhos do CUFOS estão preservados nesta revista, no seu Jornal de Estudos do fenômeno UFO, e em várias monografias publicadas.

O CUFOS tem sido a organização mais sóbria, intelectual, séria e científica da história da ufologia americana. Claro que os outros grupos tem suas próprias contribuições e não quero depreciá-los em hipótese alguma. Mas o CUFOS nunca tentou se enquadrar numa base de massa de entusiastas do fenômeno UFO sem critérios e com isso sempre demonstrou um alto nível de pensamentos, inquéritos, e análises no meio desses que estão ativos.

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Jerome Clark é o entrevistado do CUB


CUB- Quanto tempo você levou para escrever a Enciclopédia UFO? Como você coletou todas estas informações? Alguém te ajudou a fazer este excelente trabalho?
JC- Comecei a escrever a enciclopédia em
1989, com uma interrupção para escrever outro livro com um assunto diferente, e terminei o projeto em 1997. São cinco volumes ao todo: os três primeiros editados em 1990, 1992 2 1996, e os outros dois da segunda em 1998.

A segunda edição na realidade contém mais texto e é realmente uma versão definitiva. Falando abertamente, os livros contém controvérsias sobre o fenômeno UFO – em todos os seus aspectos, desde os avistamentos até as religiões envolvendo ufologia e a história social – até os anos
90
.

Já tinha uma enorme coleção de materiais e contatos sobre fenômeno UFO oriundos de meu envolvimento nesta área. Também fiz uma porção de pesquisas nos arquivos do CUFOS em Chicago que também abriga os materiais do NICAP e do Projeto Blue Book e Deus sabe mais o quê.

Através de tudo isso tive acesso a uma enorme quantidade de documentos primários que me levaram ir a fundo dentro da história e então pude aprender unicamente das fontes secundárias. Especialmente curti muito ler as correspondências privadas de vários pioneiros e figuras notáveis do início da ufologia.

Isto me deu noção do que eles falavam no passado e quais eram os seus tipos de preocupações. Haviam também certas bisbilhotices que me forneceram dados de algumas personalidades e motivação de algumas figuras como Adamski, Os Lorenzens, Keyhoe, Sanderson, McDonald, e vários outros.

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Jerome Clark é o entrevistado do CUB

CUB- Depois de todos estes anos estudando o fenômeno UFO, o que você aprendeu?
JC - A pesquisa e a escrita que me levou para o projeto da enciclopédia me ajudou a focar meus pensamentos e a notar pequenos e súbitos aspectos que tinha escapados de minha percepção anteriormente. Para mim, o fenômeno ainda guarda uma questão intelectual para ser vista em uma fria distância analítica, não como um item de compromisso emocional de uma forma ou de outra. Tenho vários outros interesses que persigo, e a ufologia é apenas um deles. Sou capaz de guardá-los em outra perspectiva em outras palavras.

Em minhas observações existem um núcleo do fenômeno que para todas as aparências envolvem uma tecnologia avançada mais um fenômeno secundário – geralmente confundido com o primeiro – que é puramente experimental e subjetivo, e provavelmente ligado há vários séculos de testemunhas e tradição de uma crença sobrenatural.

É minha visão que é possível para alguém se submeter numa experiência vivida aonde os índices são dados formados por expectativas culturais sobre o encontro com o além, mesmo se esta experiência (sua vivência não fundamentada) não seja um fato. Mais ainda, talvez muitas das experiências anômalas ocorram em um tipo de zona limite aonde coisas são e não são e aonde a sensação da “realidade” e a “imaginação” sejam indistinguíveis.

Falta-nos até mesmo vocabulário para discutir essas coisas, então nos as chamamos de “visionárias”, o que é meramente descritível e não uma explicação. E olha que não estou falando de outras “dimensões”. Isto é uma experiência com a larga e o jogo da consciência humana talvez determinando um papel.

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Jerome Clark é o entrevistado do CUB

CUB - Quais são os cinco casos ufológicos mais importantes do mundo em sua opinião?
JC- Quando me fazem esta pergunta ela fica sem resposta, sempre caio fora disso porque os termos “topo” e “melhor” são impossíveis de definir. Deixa-me colocar isso desta forma:

Quando a questão UFO está resolvida, isto ocorrerá certamente com duras evidências obtidas em completas investigações científicas durante contato imediato do segundo grau.

Além disso, quando houver certamente fortes casos individuais, através de testes padrões de aparência e dos comportamentos documentados dos OVNIS durante seis décadas de relatórios que são notas de valores e significativos, e interessam-me tanto quanto qualquer outra coisa.

CUB - Qual será o futuro da ufologia em sua opinião?
JC- Reivindicação eventual, simplesmente porque - embora ignorada, ridicularizada, e até depreciada - os avistamentos continuarão. Eventualmente, os cientistas, que sozinhos são capazes de fornecer uma definição para esta questão, terão que elaborar uma investigação do fenômeno UFO. Isso, infelizmente, não acontecerá logo, e provavelmente enquanto estivermos vivos. Ou seja, os UFOS e a ufologia continuarão a ser marginalizados por muito tempo ainda. Mas não para sempre, se lhe servir de conforto. Talvez nossos netos ou tataranetos tenham algumas respostas.

CUB - Você poderia deixar uma mensagem para o Centro de Ufologia Brasileiro? Nós temos
41.500 membros no Brasil.
JC - Pense criticamente e com inteligência. Mantenha-se são, e seja cético quando você tiver que ser, e nunca fique com receio de enfrentar novas possibilidades. E não fique desencorajado. Adicionaria que Brasil sempre teve um grande papel na historia deste fenômeno.

Espero que continuem assim, então todos vocês em seu país tem uma grande responsabilidade em ser preciso nos dados que vocês coletam para que eles sejam sadios e bem documentados. Tenho a certeza que vocês continuarão a fazer um bom trabalho.

http://www.cubbrasil.net/index.php?option=com_content&task=view&id=521&Itemid=35

A Mensagem de Arecibo


No ano de 2000 , o observatório de Chilboton, Inglaterra, obteve um "crop circle" nos terrenos adjacentes a ele.
Paul Vigay

Em 21 de agosto de 2001, dois novos círculos ingleses (crop circles) foram reportados próximos ao radio telescópio de Chilbolton em Hampshire, UK. Ambos de aspecto bastante impressionante e consistindo de um grande número de pequenos "pixels" , que quando vistos do ar representavam uma forma reconhecível como muitos dos círculos ingleses.

SETI ( Search for Extra-Terrestrial Inteligence) enviou pelo radio telescópio de Arecibo em
1974
. Esta ultima formação será examinada neste artigo , no qual eu ( Paul Vingay) espero não apenas descrever e explicar a transmissão original, mas também examinar e decodificar um número significante de mudanças ocorridas no "circulo" formado.

Após falar com testemunhas , tudo indica que a formação "Arecibo" foi criada em 20 de Agosto. Embora eu tenha conseguido reproduzir o desenho binário da formação por fotografias aéreas , alguns aspectos não estavam suficientemente claros para discernir "dígitos" individuais . Portanto visitei ambas formações (elas estão distanciadas entre si por
200 metros ) em
25 de Agosto de 2.001.

Continua

A Mensagem de Arecibo


Novamente no ano de 2001, também próximo ao rádio telescópio de Chilboton, dois novos "crops circles" : um o rosto de um individuo e a 200 metros deste um outro círculo inglês que seria a imagem binária idêntica daquela mensagem enviada pelo radio telescópio de Arecibo em 1974 , com algumas modificações.


Em 1974 um número de modificações foram efetuadas no transmissor , permitindo transmitir sinais à uma potência de até 20 terawatts ( 1 terawattas = 1 trilhão de Watts ) e como um teste inaugural destas inovações foi decidido pelo SETI transmitir uma mensagem codificada para os céus. Este sinal foi direcionado para o agrupamento globular estelar M 13 , algo em torno de 25.000 anos-luz de distancia e consistindo de 300.000 estrelas na Constelação de Hércules.

Inicialmente eu vou dar alguns detalhes sobre a mensagem original enviada de Arecibo em
1974 . Arecibo está na costa norte de Puerto Rico e contém um buraco naturalmente formado na rocha no formato de um disco. Dentro deste cilindro natural foi construído o maior radio telescópio do mundo, com um diâmetro de 1.000 pés ( aprox. 300
metros ) .

A mensagem foi transmitida exatamente em 16 de novembro de
1974 , e consistia de 1679 pulsos de código binário. ( o's e 1's , zeros e uns ) que levou entre três minutos para transmitir . Foi transmitido na freqüência de 2380 Mhz ( que é significativamente recente ) . A razão para isto é devido a matemática : 1679 é o único produto de dois números primos ; 23 e 73 ( 23 x 73 = 1679 )
.

Qualquer forma de vida suficientemente inteligente não terão dúvidas para o único denominador universal comum como os números primos, freqüência de elementos químicos e dígitos binários. Não esqueçamos que podemos estar nos comunicando com uma inteligência completamente diferente da nossa , não podemos falar em termos de "sistemas humanos" , como centímetros , pés, números decimais, etc .

Continua

A Mensagem de Arecibo

A mensagem binária recebida.

Por causa dos dois únicos números primos 23 e 73 , quando multiplicados juntos , produzem 1679 isto poderia produzir de um modo simples um sinal , convertido numa malha matriz de 23 quadrados por 73 quadrados. Com o objetivo de entender a mensagem codificada na transmissão , é essencial compreender o código binário .

Ele é atualmente muito mais simples que a nossa base
10 , o sistema decimal . Onde na base 10 nós contamos de 1 até 9 e depois elevamos 1 em colunas de 10's e começamos novamente em colunas unitárias, até termos 9 na coluna dos 10's e começamos novamente com as unidades. Então temos que carregar 1 dentro das colunas dos 100's e começar novamente nos 10's
e nas colunas unitárias e assim por diante.

No sistema binário cada coluna sobe em potência de
2 , ainda que as colunas são unidades , 2's , 4's, 8's , 16's etc. Porque nós podemos agir em 1's e 0's , nós rapidamente movemos acima as colunas - porque assim que excedemos 1
nós corremos na próxima coluna. A mensagem original compreendia diversas "seções" , cada uma representando um particular aspecto da nossa civilização .

No topo havia a representação binária do número um até o numero dez , mostrando os números oito , nove e dez como duas colunas. Isto mostra a qualquer um que decifrar a mensagem que nós podemos especificar que números grandes demais para serem escritos numa linha podem ser elevados à potência.

Continua

A Mensagem de Arecibo

A mensagem enviada.

A próxima seção contem os valores binários 1, 6 ,8 e 15 que indicam os números atômicos dos elementos primários para a constituição da vida na Terra : Hidrogênio, Carbono , Nitrogênio , Oxigênio e Fósforo respectivamente . A seção maior das três colunas , representa as fórmulas para os açucares e bases para os nucleotídeos do DNA. Abaixo disto , havia a representação gráfica da nossa "dupla hélice" do DNA ao lado de uma "barra vertical" que indica o número dos nucleotídeos no DNA.

Diretamente abaixo da dupla hélice do DNA está uma pequena representação de nós humanos com um corpo e dois braços e duas pernas ( como um homem esticado ). Na esquerda está um valor binário da população da terra . Isto pode ser calculado como
4,29 bilhões , que era a população mundial aproximada nos idos de
1974.

No lado direito da forma humanóide existe um numero binário correspondente à altura do ser humano. Pelo fato de não podermos usar "medidas humanas" (como pés e polegadas) a altura é representada em "unidades de comprimento de onda". Como mencionado antes , a atual mensagem foi transmitida em
2.380 MHz . Para convertê-la no seu comprimento de onda nós dividimos por 300
, para obter um comprimento de onda em metros .

300 / 2380 = 0,12605042 m = 12, 6 cm . Esta é nossa "unidade de comprimento de onda". Do código para a altura de um humano , nós podemos ver que o valor é 1110 em binário, ou 14 em decimal . Se multiplicarmos 14 pela nossa unidade de comprimento de onda ( 12,6 ) nós obtemos 176,4 cm , ou aproximadamente 1,76 m
que é a altura média dos humanos.

Continua


A Mensagem de Arecibo

A mensagem recebida, visualizada em terra.

Na próxima seção está a representação simplificada do nosso Sistema Solar onde nós vivemos . Ele mostra o Sol e nove planetas , numa representação aproximada de tamanhos. Deixando representado que o terceiro planeta a Terra é significativo em relação aos outros.

A ultima seção indica a origem da mensagem por si própria. O radio telescópio de Arecibo , que é a estrutura curvada. Abaixo disto , nas ultimas duas linhas da mensagem , outro número binário . Desta vez é 100101111110 ( cortado em duas linhas no centro ) e igualado a 2430 em decimal . Novamente , usando nossa universal "unidade de comprimento de onda" nós obtemos : 2430 x 12,6 cm = 30.618 cm ( 306,18 m ) ou aprox. 1.000 pés , que é o diâmetro do prato da antena de Arecibo.

Após extensiva analise eu ( P. Vingay ) descobri 9 discrepâncias significativas entre o que vimos no circulo formado em Chilbolton e a mensagem original que foi transmitida às estrelas em 1974 . Eu deixarei qualquer interpretação para mais tarde , mas por agora nós só destacaremos as diferenças.

O exato detalhe destas mudanças não puderam ser confirmadas até eu visitar a formação no campo, no sentido de apurar o código binário lendo a parte amassada como 0 ( zero ) e os quadrados de pé como 1's ( uns ). De forma a apontar as diferenças na ordem de importância ou qualquer outra coisa, eu meramente começarei pelo topo da representação e irei descendo para o fim.

Continua


A Mensagem de Arecibo

O Rosto.

Os números 1 a 10 aparecem exatamente do mesmo modo. Ainda que os números atômicos aparecem indicando os elementos que permitem a vida na Terra , existe um valor adicional inserido na seqüência binária .Este é precisamente adicionado na correta locação , e no original código binário ( portanto não pode ser um engano ) Decifrando a formação ( crop circle) , este elemento adicional tem um número atômico de 14 = Silício.


Movendo-se para baixo , a próxima mudança significativa é um óbvio um consistindo de uma "tira" extra no lado esquerdo da dupla-hélice do DNA . Outra, menos óbvia , mudança no código binário do numero dos nucleotídeos no mesmo DNA ( no centro ) Existe significativas mudanças na forma do humanóide , que se tornou mais "alienígena" e no diagrama do prato de Arecibo.

Ambos os lados daquilo que é agora um ET , existem mudanças tanto no numero populacional como também no tamanho (altura). O ultimo é agora 1000 em binário , ou
8. Se multiplicarmos este pela "unidade de comprimento de onda" nós obtemos: 8 x 12, 6 cm = 100,8 cm que é 1,008
metro --- interessante , por que é exatamente a medida testemunhada dos ETs visitantes.

Em seguida nós noticiamos mudanças adicionais na carta do Sistema Solar . O terceiro planeta a partir do sol não é o mais ressaltado. E sim o quarto e o quinto . O quinto mesmo aparece mais enfatizado com três adicionais "pixels".Por ultimo , aquilo que era a representação do transmissor de Arecibo na mensagem original é muito mais crítico e implica uma versão em diagrama da formação que apareceu no mesmo campo de Chilbolton no ano de
2.000
. Isto pode visto no meu banco de dados com a referencia uk00ee.

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A Mensagem de Arecibo

A mensagem recebida.

O código binário para o tamanho do transmissor foi alterado . Eu deixo para o leitor o trabalho de ler o novo valor. Eu hesito em fazer um interpretação por mim mesmo, preferindo compartilhar a busca e a informação com os hábeis leitores para continuar buscando respostas e acréscimos aos nossos conhecimentos.. Sobretudo quando existem obvias implicações da formação .

Primeiro , e bem visível, da vista aérea é a forma da figura do ET . Claramente tem o corpo esticado com 2 braços e duas pernas , mas tem uma cabeça muito maior e dois distintos olhos. Isto é uma reminiscência dos "greys" da cultura dos OVNIs. De fato, a "altura" fornecida corresponde e confirma este aspecto.

Se você decifrar a seqüência binária da "população" na atual formação do campo você obterá um valor de 21, 3 bilhões um montão maior do que a transmissão original , e de fato a população atual da Terra?Talvez seja a população do próprio planeta ou mesmo a população combinada de ETs e humanos se você acreditar em alguns pesquisadores que afirmam que a Terra é habitada por ETs não visto?

Se você assumir que as alterações no "Sistema Solar" na seção do "crop circle" se refere a diversos planetas , isto pode indicar a população do Sistema Planetário deles . Eu deixo isto para o leitor decidir. Existe uma indicação de uma mudança básica na estrutura do DNA do ET. A "tira" adicional e a mudança no numero dos nucleotídeos indicam um diferente DNA em relação ao nosso . Ele parece quase similar ao nosso , mas seria uma alteração genética ou mesmo uma mutação do nosso?

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A Mensagem de Arecibo

A diferença no Sistema Solar pode indicar dois cenários . Um deles se referindo ainda ao nosso sistema solar , mas em adição a Terra ressaltada é adicionado o quarto e o quinto planeta --- Marte e Júpiter . Claro , o adicional ressalto do quinto planeta pode atualmente se referir ao cinturão de asteróides que fica entre Marte e Júpiter e é na realidade o "quinto elemento " a partir do Sol.

Alternativamente , ele pode não corresponder ao nosso próprio Sistema Solar , mas ao Sistema Solar dos ETs que aqui aparece ter o mesmo número de planetas : nove planetas. O Sol na formação vegetal é ligeiramente menor que o da mensagem original. Seria isto para indicar que o sol deles é menor ou que , supostamente representa algum ponto futuro talvez quando o sol se tornar menor e nós tivermos populado os outros planetas?

Esta seria a ultima idéia , sobre tudo altamente especulativa, poderiam indicar modificações do DNA através de experimentos genéticos? A representação da formação ( crop circle ) do ultimo ano
(2.000)
no terreno adjacente ao radio telescópio de Chilbolton na posição onde deveria estar o prato de Arecibo é provavelmente a parte mais difícil de interpretar .

Ele pode indicar um numero de coisas , ou meramente indicar que o ET viu a formação do ultimo ano
(2.000)
e viu-a como representativa da casa da mensagem i.e. Chilbolton . Entretanto se você olhar a mensagem inteira num nível filosófico , que é toda ela centrada em torno de comunicação e notificar aos céus o fato da nossa existência.

Pode a representação de um "crop circle" ( a forma , meramente escolhida porque ela estava na mesma "casa" original da mensagem ) ser uma indicação que os "crops circles" são de fato uma forma de comunicação? Independente da origem desta formação , você não pode negar o fato que as pessoas do mundo inteiro estão se comunicando mais em função da suas experiências com os "crops circles" !

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A Mensagem de Arecibo

Por último, uma significante diferença que eu achei muito intrigante , e que eu posso revelar pela primeira vez, concerne a tabela no topo da mensagem e que contem os números atômicos . O circulo inglês teve uma adicional coluna agregada. Entretanto , como mencionado acima, não foi um erro porque foi re-decifrada e inderida na correta seqüência . Silício? Pode ser um adicional ponto na fisiologia dos ETs? Talvez um ET seja uma forma de vida baseada no silício ao invés do carbono, como nós?

Eu não explanei detalhadamente cada discrepância , meramente porque estou deixando um par de sutis aspectos para trás porque poderemos argumentar em futuras explicações , alguns poderão chamá-lo como um embuste. Entretanto , isto não parece ser .

Eu devo assinalar que a qualidade da formação no solo estava muito boa. Entretanto, parecia ter sido amassado em termos de uma grade i.e. , cruzando a formação e depois baixando . A formação da "face" é mais elaborada em termos de linhas no solo , cada individual circulo parece ter sido "redemoinhado "separadamente do resto da formação , indicado por um leve redemoinho da vegetação em torno de cada circulo , ao invés de ser "penteado " contra a formação, formando "trilhas" entre cada circulo.

Contudo, ambas as formações representam um enorme esforço requerido de forma a possibilitar o que vimos no campo e do ar. Para criá-los dentro das restrições de algumas horas de escuridão (o tempo necessário para se fazer um circulo inglês ) é extremamente impressionante a despeito de sua origem terrestre ou não-terrestre .

Novamente, a respeito de sua origem , ambos ensinaram-me pessoalmente uma grande coisa sobre o SETI , fisiologia humana , código binário e mais importante : comunicação , ambos descrevendo-os para você leitor , assim como nas conversas acadêmicas com as pessoas como o resultado destas analises. Enquanto você estiver lendo isto , eu espero que você sinta o sentimento do maravilhoso e aprenda o que eu senti escrevendo isto.

http://paginas.terra.com.br/relacionamento/relacionamentos/cintia/arecibo.htm

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

O SET novo e melhorado





Por Seth Shostak
Instituto de SETI

"Assim o que é novo com SETI?"
É uma pergunta fácil: uma pergunta que os meios pose freqüentemente, e para razões óbvias. Naturalmente, seria agradável dizer bem, ", nós detectamos três o tipo civilizações de II última semana, mas não eram especial interessante," e às vezes eu faço este para o efeito. Mas naturalmente não é verdadeiro, e até ele é, algumas pessoas supõe que não há nada de novo com SETI.

Erro. Apesar de todas as dificuldades que sita o (conectado na maior parte para financiar), SETI está experimentando atualmente um paradoxo da agitação criativa. O ano novo é certo ser memoriável porque os novos instrumentos lustrosos vêm em linha. O sucesso em SETI depende da velocidade: como rapidamente pode verificar, para fora das extensões grandes acres celestial? Bem, o SETI está a ponto de pôr em marcha seriamente acima de sua velocidade, e negocia metáfora nos carros a jatos.

Na universidade de Harvard, um telescópio faz exame projetado para varrer as bandagens maciças do céu em uma caça para flashes extraterrestrial do laser transformando-se em uma realidade. Em Puerto Rico, o telescópio fama de Arecibo está começando uma alimentação nova que se apresse acima das buscas por sete vezes. Na Califórnia, o instituto de SETI e o laboratório de rádio da astronomia de Berkeley logo estarão fazendo a varredura dos reinos estrela-star-clotted da maneira leitosa interna com a execução em primeiro estágio da disposição do telescópio de Allen (ATA).

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O SET novo e melhorado

O ATA, como os leitores que mandam suportes em seus pensamentos a qualidade eventualmente 350 antenas, cada 20 pés no diâmetro. Esta impressiva antena será o excesso espalhado aproximadamente uma meia quadrado -milha do terreno. Há umas razões boas para construir uma disposição, como tal falange das antenas é chamado, melhor que um único, prato grande. Mas aquelas razões não podem ser óbvias.

Talvez, você pensa de que, quando vem à caça para os transmissores estrangeiros, tudo que conta está escolhendo acima de bastante fotos de rádio para encontrar o sinal. Se assim, então, o único índice do mérito para um telescópio de rádio do SETI deve ser seu tamanho - o acres total de suas antenas.

Isto é vinculado a reivindicar a única coisa que as contagens em luta estão a um peso. Enquanto acontece, o ATA pesa bem dentro : sua área de coleta será eventualmente comparável ao telescópio verde novo do banco em Virgínia ocidental, ou à disposição muito grande em Novo México, ambas alto-$$$-$$$-LINHA instrumentos da pesquisa.

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O SET novo e melhorado

O tamanho é importante, mas não é o único artigo verificado na lista da característica do ATA. Construir uma disposição oferece ao menos três vantagens principais sobre uma antena do único-prato da mesma área de coleta:

1. Porque as antenas individuais do ATA são relativamente pequenas, o campo de vista do instrumento é muito largo (graus transversalmente em alguns comprimentos de ondas). Apenas sobre todos perscrutou através dos binóculos baratos ter somente um campo de vista estreito. Não perscrutam por muito tempo.

2. Como uma disposição, o ATA pode fazer mapas do céu. Ou seja é como uma câmera de rádio, produzindo imagens. Agora isso é boas e más diferente do que um instrumento do único-prato, que possa ser comparado a olhar o céu através de uma palha da soda de três pés por muito tempo. Com o aquela amável instalação, você mede somente um ponto pequeno no céu em um momento. Mas se você quiser realmente um retrato de o que você está olhando, você necessita mais do que uma única medida do ponto.

APROVAÇÃO, você protesta discretamente, mas fazer mapas aproximadamente do céu não é o que SETI faz? Isso é, para os astrônomos de rádio interessados em fazer um mapa de galáxias ou de nebulosa. Bem, porque gira para fora, a habilidade de quebrar acima um campo de vista grande em pixels (de rádio) pequenos é também boa para a multidão do SETI.

Considere isto: você é um astrônomo de rádio, e seu trabalho do dia está traçando o material como a galáxia de Andromeda. Você quer seus pixels de rádio esteja em uma regular matriz da fileira-e-coluna, como os membros de uma faixa marchando. É um arranjo do pixel similar a que o CCD digital da sua câmera tem.

Muito bem. Mas para finalidades de SETI, você poderia espalhar os pixels em torno de um bocado, como algumas grãos da areia jogadas em uma parte de papel preta. A idéia é arranjar aqueles pixels para aterrar em estrelas próximas - as vizinhanças que muito você deseja procurar por sinais estrangeiro-gerados. Assim agora em vez de ter uma palha da soda para ver o céu, você tem um punho-cheio, cada um visou com cuidado um sistema estelar provável.

Um outro benefício desta potencialidade é que, desde que estes pixels de rádio são produzidos com computação, melhor que sendo gravado no silicone, você pode fazer os pixels negativos - remendos pequenos do céu onde você não escolhe acima nenhuns sinais. Isso não é muito para obstruir os sinais desagradáveis dos extraterrestres insípido,mas bem ou mau, para obstruir o grito estridente interferindo do nossos próprios, satélites orbitais das telecomunicações.

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O SET novo e melhorado

3. A massa do aço requerida para manter um refletor grande de rádio e de ceder ou de desmoronar (sempre um arrasto) aumenta rapidamente com tamanho. Considere assim a seguinte experiência úmida : em vez de construir uma antena grande em um edifício ,você construir dois menores, cada um com metade da área de coleta. O acres de cada prato é agora para baixo por um fator de dois, mas a quantidade de aço em cada uma está para baixo por um fator de quase três. Assim os dois pratos pesam junto menos do que o maiores escolheu.

É um exercício à esquerda ao estudante para estender este argumento a contudo pratos menores, mas claramente assim acumula vantagem . A linha inferior é a linha inferior: é menos caro construir lotes de antenas pequenas do que uma grande, mesmo quando a total área de coleta é a mesma.

O ATA está apreciando seus primeiros jorros do crescimento, e pela mola consistirá em
33 antenas, equivalentes em coletar a área a uma antena 100
- pés. Isso é grande bastante para fazer a ciência séria, e a atribuição do SETI da disposição a primeira, será preciso fazer a varredura lentamente das seções lisas, internas da maneira leitosa. Este é um projeto da cama de teste certamente, mas é também uma experiência valiosa de SETI. E como a ATA continua a expandir, faça assim sua velocidade e habilidades.

Não é a descoberta de contudo um outro tipo civilização de II. Mas aconteça uma etapa de respiração que toma para fazer tais descobertas . Assim você vê, lá a notícia.

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Et Visitantes Ocientistas vêm a probalidade elevada



Por: Leonard David
Escritor Sênior Do Espaço

Há décadas, o físico excêntrico Fermi que fez reflexionar a introdução de civilizações extraterrestrial com as teorias do companheiro sobre a comida, gerando a famosa saída: "onde estão?" Essa pergunta tornou-se mais tarde central aos debates sobre a contagem de censo cosmológico de outras vidas na estrela e (ET) possíveis visita de extraterrestre.

Fermi que choca no tópico foi etiquetado mais tarde de "paradoxo Fermi". É um tale bem-viajado dos 1950's em que o cientista colecionou assunto nas discussões com os colegas em Los Alamos, Novo México. Pensamentos a respeito da probabilidade de planetas com vidas, da ascensão de civilizações altamente avançadas "para fora de lá", e do curso interestelar -- estes remanescem fora para tentar responda ao paradoxo de Fermi mesmo hoje.

Agora uma equipe de cientistas americanos anota que as descobertas astrofísicas recentes sugerem que nós devemos se encontrar no meio de uma ou mais civilizações extraterrestrial. Além disso, discutem que é um erro rejeitar todos os relatórios de UFO e de alguma evidência para os visitantes extraterrestres pode ser encontradas lá teórico-preditos .

Os investigadores fazem sua proposta na introdução de Janeiro / Fevereiro 2005 do jornal da sociedade interplanetária britânica (JBIS).

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Et Visitantes Ocientistas vêm a probalidade elevada

Situação curiosa

Escolha acima todo o compartimento bom da ciência e você é certo que verá o mais atrasado em idéias cabeça -riscando sobre a teoria super estrela, ou esticar o tempo e espaço próprio. Entrementes, a detecção planetária extrasolar está por se tornar verdadeiro no mundo.

"Nós estamos na situação curiosa hoje, nossas melhores teorias modernas da física e da astrofísica predizem que nós devemos experimentar a visitação extraterrestrial, contudo toda a evidência possível de tal rei do fenômeno do UFO é secreta dentro de nossa comunidade científica," contudo o astrophysicist Bernard Haisch.

Haisch junto com físicos James Deardorff, Bruce Maccabee e Harold Puthoff faz seu caso no artigo de JBIS: da "implicações Inflação-Teoria para Visitação extraterrestrial".

O ponto dos cientistas a duas descobertas chaves feitas por astrônomos de Australian e relatadas no ano passado que há "uma zona habitável galáctica" em nossa galáxia da maneira leitosa. E mais importante é que essa estrela esta próxima da terra, o sol, é relativamente nova na comparação à estrela média nesta zona -- perto tanto quanto bilhão anos.

Conseqüentemente, os investigadores explicam em seu artigo de JBIS que uma civilização distante estrangeira média seria mais avançada e teria por muito tempo desde a terra descoberta. Adicionalmente, o outro trabalho de pesquisa no supõe subjacente o estrondo grande -- sabido como a teoria da inflação -- costas acima do prospecto, recomendam, que nosso mundo imenso em uma civilização extraterrestrial muito maior.

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Et Visitantes Ocientistas vêm a probalidade elevada

Situação curiosa

Escolha acima todo o compartimento bom da ciência e você é certo ver o mais atrasado em idéias cabeça -riscando sobre a teoria super estrela, os ver, ou esticar o tempo e espaço próprio. Entrementes, a detecção planetária extrasolar está por se tornar verdadeiro no mundo.

"Nós estamos na situação curiosa hoje que nossas mais melhores teorias modernas da física e da astrofísica predizem que nós devemos experimentar a visitação extraterrestrial, contudo toda a evidência possível de tal rei no fenômeno do UFO é secreta dentro de nossa comunidade científica," contends o astrophysicist Bernard Haisch.

Haisch junto com físicos James Deardorff, Bruce Maccabee e Harold Puthoff faz seu caso no artigo de JBIS: da "implicações Inflação-Teoria para Visitação extraterrestrial".

O ponto dos cientistas a duas descobertas chaves feitas por astrônomos de Australian e relatadas o ano passado que há "uma zona habitável galáctica" em nossa galáxia da maneira leitosa. E mais importante própria estrela dessa terra, o sol, é relativamente nova na comparação à estrela média nesta zona -- perto tanto quanto bilhão anos.

Conseqüentemente, os investigadores explicam em seu artigo de JBIS que uma civilização estrangeira média seria mais avançada distante e teria por muito tempo desde a terra descoberta. Adicionalmente, o outro trabalho de pesquisa no supõe subjacente o estrondo grande -- sabido como a teoria da inflação -- costas acima do prospecto, recomendam, que nosso mundo imenso em uma civilização extraterrestrial muito maior.

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Et Visitantes Ocientistas vêm a probalidade elevada

Ponto para apontar distâncias

Bilhão -ano dado avançou a física, não pôde zumbindo em torno da galáxia ser possível? A teoria hoje super seção uniforme presume outras dimensões... Que poderiam ser universos habitável junto ao nossos próprios, os investigadores especula. Pôde mesmo ser possível começar em torno da velocidade do limite da luz movendo-se dentro e fora destas dimensões.

"O que nós fizemos é um tanto de uma descoberta," SPACE.com dito Haisch. "nós puxamos junto as várias descobertas recentes e as edições teóricas que apontam coletivamente à probabilidade forte que nós devemos estar no meio de um ou mais civilização extraterrestrial enorme," ele disseram.

Haisch disse que as dimensões superstring e as possibilidades esticando o tempo e o espaço dirigem ao buraco do verme "não podem começar aqui lá" da objeção discutida freqüentemente na vista do interestelar, ponto às distâncias do ponto envolvidas. Também, os modelos da difusão predizem que mesmo uma única civilização poderia espalhar através da galáxia em uma fração minúscula da idade da galáxia - mesmo em velocidades da secundário - luz, disse.

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Et Visitantes Ocientistas vêm a probalidade elevada

ET assinatura nos dados

Pode a comunidade científica trazer-se para considerar alguma evidência que vem das visões misteriosos de coisas estranhas pelo público?

Na medida grande, a comunidade científica aparentemente vê a visitação sobre ET como longe cogitação de ser um material sério. Por que assim?

"Ao despir diversas causas, reforçando-se toda," Haisch respondeu. "a maioria das observações são provavelmente pequenas interpretações, e falsos enganos. Eu vi pessoas se sentirem confusas por Vênus ou mesmo por Sirius quando as cores de piscamento baixas no céu sob as circunstâncias direitas. Sendo desligado por isto, a maioria de cientistas nunca incomodam-se olhar mais e mais e assim são simplesmente ignorantes fantásticos e pode haver mais, "ele disseram.

Deardorff, autor da ligação do artigo de JBIS, indica em uma indicação da imprensa: "faria exame de alguma humilde comunidade científica para que suspenda seu julgamento e fazer exame ao menos de alguma qualidade elevada, relata seriamente bastante para investigar... mas eu espero que nós possamos trazer e fazer aquele".

De acordo com Haisch, há um motivação não justa para a tolerância científica da edição do UFO, mas há uma predição científica forte que sabe haver algum genuíno ET assinatura nos dados.

"Isto muda o relacionamento potencial do fenômeno do UFO e à ciência em uma maneira significativa. Fazer exame afastado do ' não inventado aqui ' prejudica, indicando que ' aos olhos' a visitação de um ET são exatamente o que o lado nossas teorias atuais da física e da astrofísica venha para baixo sobre como a situação mais provável, "Haisch concluí.

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